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Pré-escolar de 2 anos e 4 meses, com cerca de 12 kg, foi trazida a um serviço de emergência, após ingestão de 6 comprimidos de paracetamol de 500 mg há cerca de 5 horas. Ao exame: bom estado geral, hidratada e eupneica. Qual a conduta correta?
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Lactente, com 7 meses, apresenta história de gastrenterite viral, com clínica de diarreia e vômitos nas últimas duas semanas. Atualmente, está sem febre e vômitos, mas persiste com número elevado de evacuações de consistência amolecida, com fezes explosivas. A criança está hidratada, com peso adequado, mas está irritada e chorosa. Aceita bem a dieta e líquidos. Qual o provável diagnóstico?
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Recém-nascido, com 12 dias de vida, vem ao pronto- -socorro, com queixa de perda ponderal, vômitos e pouca aceitação do leite materno. O peso de nascimento foi 3 350 g e o peso atual é 3 100 g. Na avaliação inicial encontrava-se com desidratação grave, taquicárdico e taquipneico. No exame genital apresenta falo de 1 cm sem palpação dos testículos bilateralmente. Considerando- se a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
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Mãe comparece à UBS e conta que o filho de 2 meses recebeu, neste mesmo dia, as vacinas pentavalente, pneumocócica conjugada-10 valente e para poliomielite, de acordo com o Programa Nacional de Imunizações. Cerca de 6 horas após, a criança apresentou febre de 38 graus, que cedeu com o uso de antitérmico. A mãe se diz com medo de a febre retornar e pergunta o que deve fazer. Qual a recomendação mais adequada para o caso?
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Um menino de dois anos e nove meses de idade está em consulta ambulatorial de rotina. A família refere que, no último ano, desde que foi matriculada numa creche, ficou “gripado” praticamente todo mês. No último ano, a mãe refere que precisou usar antibióticos 6 vezes (teve uma internação de um dia em UTI por uma pneumonia há 6 meses, três otites e uma infecção de pele em membro inferior direito e está atualmente tratando outra pneumonia com uso de antimicrobiano). Além da internação pela pneumonia em UTI, ocorreram outras duas na vida da criança, ambas em enfermarias: diarreia com desidratação aos 9 meses de vida e celulite periorbitária secundária à sinusite com 2 anos de idade. A vacinação está em dia. Aceita todos os alimentos bem, exceto carne. Foi desmamado aos 6 meses de idade. Recebeu vitamina D até os 2 anos de idade, mas não recebeu sulfato ferroso, pois não gostava do sabor. O peso e a estatura atuais são os mesmos da consulta de seis meses atrás, quando passou numa avaliação de puericultura. De acordo com o diagnóstico mais provável, qual a conduta correta?
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Mulher de 26 anos apresenta quadro de 3 meses de amenorreia secundária e cefaleia latejante episódica, juntamente com sintomas visuais (linhas onduladas e círculos na frente dos olhos). O histórico é notável para microprolactinoma diagnosticado há 4 anos, enquanto estava sendo investigada para infertilidade, em terapia com cabergolina. Exames séricos atuais: prolactina: 75 ng/mL (normal: abaixo de 25); T4 livre: 1,27 ng/dL (normal: 0,7 a 1,8); TSH: 0,6 mU/L (normal: 0,35 a 5,5).
A próxima conduta recomendada é
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Paciente com infecção por HIV e contagem de células CD4 abaixo de 150/mm3 apresenta convulsão e a ressonância magnética mostra múltiplas lesões com realce em anel. A sorologia para toxoplasma é anormal e o tratamento para toxoplasmose é feito por 4 semanas. A ressonância magnética de acompanhamento demonstra lesões adicionais.
O próximo passo recomendado é
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Homem de 21 anos sem comorbidades conhecidas é avaliado por fadiga profunda que está presente há vários anos, mas que recentemente se tornou debilitante. Ele também relata vários espasmos e cãibras nos pés e, ocasionalmente, contrações musculares incontroláveis. Não há histórico de tabagismo, etilismo ou uso de qualquer medicamento. Exame físico: os sinais vitais são normais, incluindo a pressão arterial; o restante do exame não é contributivo. Exames séricos: sódio: 137 mEq/L; potássio: 2,7 mEq/L; cloreto: 89 mEq/L; bicarbonato arterial: 31 mEq/L; magnésio: normal. O cloreto urinário está elevado.
O diagnóstico mais provável é
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Homem de 65 anos com doença pulmonar obstrutiva crônica conhecida se apresenta à clínica para um exame de rotina. Ele é tabagista de longa data e os sintomas têm se mantido estáveis com uso diário de tiotrópio e o salbutamol, se necessário. Não houve exacerbação nos últimos 2 anos. A relação VEF1/CVF é 60% e o VEF1 60% previsto. Relata se exercitar em esteira 3 vezes por semana por 30 minutos.
Nesse momento, a melhor estratégia de gerenciamento nesse paciente é
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Mulher de 68 anos com hipertensão, diabetes tipo 2 e insuficiência cardíaca apresenta quadro de tontura e fadiga aos esforços. Medicamentos em uso: carvedilol (12,5 mg, 12/12 horas); sacubitril/valsartana (24/26 mg, 12/12 horas); espironolactona (25 mg/dia); empagliflozina (10 mg/dia); furosemida (40 mg/dia). Exame físico: pressão arterial: 112 x 78 mmHg; pressão venosa jugular de 8 cmH2O; pulmões limpos; ausência de edema em extremidades. ECG: ritmo sinusal com bloqueio atrioventricular de alto grau, resultando em uma frequência ventricular de aproximadamente 38 bpm, com duração de QRS normal (95 milissegundos). Ecocardiografia: fração de ejeção de VE de 40% com hipocinesia global, inalterada desde 2 anos antes.
A estratégia mais apropriada para bradicardia dessa paciente é
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