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Foram encontradas 40 questões.

2066103 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

Qual foi o nome dado pela Organização Mundial da Saúde para a doença provocada pelo novo coronavírus, que matou mais de mil pessoas em todo o mundo?

 

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2044763 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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O método de classificação de materiais, segundo a curva ABC, é uma das estratégias aplicadas para o controle de gastos com estoque. Segundo esse procedimento, os materiais de consumo podem ser divididos em três classes. Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Classe C: Agrupa cerca de 20% dos itens, cuja importância em valor é grande, representando cerca de 80% do valor do estoque.

( ) Classe A: Abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um pequeno número de medicamentos, cerca de 20% dos itens, que representa cerca de 80% do valor total do estoque.

( ) Classe B: Representa um grupo de itens em situacão e valores intermediários entre a classe A e C, sendo 15% do total de itens em estoque e que consomem 15% dos recursos.

( ) Classe C: Agrupa cerca de 70% dos itens, cuja importância em valor é pequena, representando cerca de 20% do valor do estoque.

( ) Classe A: Abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um grande número de medicamentos, cerca de 80% dos itens, que representa cerca de 20% do valor total do estoque.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2044761 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Um episódio doméstico foi um dos momentos que indicaram a ela que havia problemas com sua audição.

II. Paula preferiu, por um tempo, passar por situações vexatórias do que admitir sua surdez.

III. Um procedimento médico insatisfatório levou Paula a ter medo de encarar novas soluções para seu problema.

Quais estão corretas?

 

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2044610 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente no trecho “estava num abismo pessoal”, retirado do texto.

 

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2044603 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com a mesma função que no trecho a seguir: ‘algo que se conectasse mais com sua experiência de vida”, retirado do texto.

 

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2044257 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Considerando a estrutura do texto, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.

 

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2044199 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

Os autores do hino de Ibarama (RS) são:

 

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2044007 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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A RDC nº 44/2009 permite às farmácias e drogarias, além da dispensação, a prestacão de servicos farmacêuticos, conforme requisitos e condicões estabelecidos nesta mesma Resolução. A prestação de serviço de atenção farmacêutica compreende:

I. Administração de medicamentos.

II. Atenção farmacêutica domiciliar.

III. Perfuração de lóbulo auricular para colocação de brincos.

IV. Seguimento farmacoterapêutico.

V. Aferição de parâmetros fisiológicos e bioquímicos.

Quais estão corretas?

 

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2043962 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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O modelo de prática farmacêutica desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica, compreendendo atitudes, valores éticos, comportamentos, habilidades, compromissos e corresponsabilidades na prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde, de forma integrada à equipe de saúde, é denominado pela Política Nacional de Assistência Farmacêutica como:

 

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2037501 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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No estudo do uso de medicamentos para pressão arterial e anticoagulaçao, um grupo de 56 pacientes de um médico, constatou-se que 12 desses pacientes não usavam medicamentos e 34 pacientes usam ambos os medicamentos. O número de pacientes desse grupo que usava exclusivamente um desses medicamentos é:

 

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