Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
Um aluno com deficiência intelectual foi submetido a diversas avaliações para investigar a natureza de suas dificuldades cognitivas e motoras. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as etapas do Plano de Trabalho do AEE, com vistas ao desenvolvimento das capacidades desse aluno.
Coluna 1
1. Capacidade grafomotora e de motricidade ampla.
2. Desenvolvimento de conceitos.
3. Desenvolvimento da atenção e concentração.
4. Oralidade.
Coluna 2
( ) Relatos e registros de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de expressão verbal.
( ) Atividades de desenho, pintura e uso de diferentes instrumentos de expressão gráfica e deslocamentos em ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos, tais como bolas e arcos, entre outros.
( ) Evolução conceitual na leitura e na escrita, melhora na postura e forma de andar, ampliação da capacidade comunicativa.
( ) Desenho, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais.
( ) Jogos educativos diversos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Sartoretto e Bersch afirmam que as Tecnologias Assistivas auxiliam todos os âmbitos da vida de um deficiente, incluindo a sua participação na sala de aula. Segundo as autoras, os tipos essenciais de Tecnologias Assistivas incluem os seguintes meios:
I. Recursos: órteses, próteses e ferramentas como bengalas e cadeiras de rodas, além de recursos digitais, como computadores ou programas especiais.
II. Serviços: diferentes tipos de terapias, tratamentos médicos, acesso à educação e serviços de locomoção.
III. Custos: valores monetários dispendidos pela escola para a aquisição de recursos e serviços.
IV. Material didático-pedagógico: essencial para utilização na hora do recreio.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
Qual foi o nome dado pela Organização Mundial da Saúde para a doença provocada pelo novo coronavírus, que matou mais de mil pessoas em todo o mundo?
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Um episódio doméstico foi um dos momentos que indicaram a ela que havia problemas com sua audição.
II. Paula preferiu, por um tempo, passar por situações vexatórias do que admitir sua surdez.
III. Um procedimento médico insatisfatório levou Paula a ter medo de encarar novas soluções para seu problema.
Quais estão corretas?
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente no trecho “estava num abismo pessoal”, retirado do texto.
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com a mesma função que no trecho a seguir: ‘algo que se conectasse mais com sua experiência de vida”, retirado do texto.
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A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva objetiva o acesso e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades nas escolas regulares. Analise as assertivas abaixo em relação aos fundamentos orientadores dessa política no contexto atual e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A transversalidade da educação especial abrange a Educação Infantil e o Ensino Fundamental.
( ) O Atendimento Educacional Especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
( ) A formação de professores e demais profissionais da educação é essencial para atuação no Atendimento Educacional Especializado.
( ) A proposta de participação da família e comunidade é direcionada ao recebimento dos resultados de aprendizagem.
( ) A acessibilidade urbanística, arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação é importante para o acesso e para a aprendizagem dos alunos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Considerando a estrutura do texto, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
Os autores do hino de Ibarama (RS) são:
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