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Foram encontradas 40 questões.

2096135 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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Como , o Código de Ética Médica em vigência refere que a medicina não pode, em nenhuma circunstância ou forma, ser exercida como comércio, ao passo que quando esse Código refere que é vedado ao médico desrespeitar a integridade física e mental do paciente, poderá ocorrer uma transgressão a uma .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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2066103 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

Qual foi o nome dado pela Organização Mundial da Saúde para a doença provocada pelo novo coronavírus, que matou mais de mil pessoas em todo o mundo?

 

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2044761 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Um episódio doméstico foi um dos momentos que indicaram a ela que havia problemas com sua audição.

II. Paula preferiu, por um tempo, passar por situações vexatórias do que admitir sua surdez.

III. Um procedimento médico insatisfatório levou Paula a ter medo de encarar novas soluções para seu problema.

Quais estão corretas?

 

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2044610 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente no trecho “estava num abismo pessoal”, retirado do texto.

 

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2044603 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada com a mesma função que no trecho a seguir: ‘algo que se conectasse mais com sua experiência de vida”, retirado do texto.

 

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2044274 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
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Crianças ou jovens sob investigação de uma massa cervical têm como causa neoplásica mais frequente:

 

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2044257 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil

Por Bárbara dos Anjos Lima

Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.

No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.

Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta

prova.)

Considerando a estrutura do texto, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2044199 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS

Os autores do hino de Ibarama (RS) são:

 

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2044041 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
Provas:

Um paciente de 45 anos está em abstinência de álcool há dois dias e é conduzido ao Setor de Emergência de um hospital. Tem quadro de tremores, diaforese, taquicardia e pressão arterial de 140/90 mmHg. O atendimento médico ainda registrou a ocorrência de convulsão, agitação intensa, confusão mental e alucinações auditivas. A conduta terapêutica imediata mais adequada é administrar, via parenteral:

 

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2043957 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ibarama-RS
Provas:

Do ponto de vista epidemiológico, o pulso paradoxal é encontrado na maioria dos pacientes com e em cerca de 2/3 dos com .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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