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Sobre as vantagens do concreto armado, analise as afirmativas a seguir.
I. Elevada resistência a ação do fogo.
II. Diminui a resistência ao desgaste mecânico.
III. Diminui sua resistência à ruptura com o tempo.
Marque a opção que apresenta a(s) afirmativa(s) CORRETA(S)
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A propriedade que os solos apresentam de permitir a passagem da água sob a ação da gravidade ou de outra força é a
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A sondagem usada para análise de solos rochosos impenetrável à percussão é a(o)
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Marque a opção INCORRETA sobre elementos que fazem parte da infraestrutura de uma edificação.
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Sobre desapropriação e suas diferentes necessidades, assinale (V) para as afirmativas Verdadeiras e (F) para as Falsas.
( ) A desapropriação só pode ocorrer em áreas rurais.
( ) O poder público pode desapropriar em caráter de urgência, quando for justificada que a desapropriação é de necessidade pública.
( ) O poder público não pode desapropriar contra a vontade do proprietário, mesmo que tal ação seja para o bem comum.
Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
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O concreto deve ser lançado de forma a reduzir a segregação entre seus componentes. Posto isso, na concretagem de pilares, o lançamento do concreto poderá ser realizado de uma altura máxima de quantos metros?
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Sobre atividade de obras e serviços de engenharia, analise as afirmativas a seguir.
I. Planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas e transportes.
II. Direção e execução do departamento de finanças do município.
III. Execução de licitação para contratação de obras ou serviços.
Marque a opção que apresenta a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
As lembranças da infância do poeta eram trazidas pelo(a)(s)
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Na 1ª estrofe, o sujeito de “ilumina” é
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)
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