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Os estudos que buscam explicação para a motivação inicial do uso repetido e dos efeitos prazerosos das drogas psicoativas são estudos focados, no(nas), na
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Analise a afirmativa.
“Vários seguidores de Freud que estavam insatisfeitos com o que consideravam como a sua miopia em relação aos condicionantes sociais da personalidade, abandonaram sua fidelidade à psicanálise clássica e começaram a reformular a teoria psicanalítica de acordo com linhas ditadas pela nova orientação desenvolvida pelas ciências sociais. Entre aqueles que deram à teoria psicanalítica um olhar de século XX de psicologia social, estão” (Hall et al, 2000, p.116):
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Analise as afirmativas, a seguir, em relação aos transtornos da personalidade. Assinale a afirmativa que indica o que é CORRETO afirmar.
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Analise o seguinte caso
João Paulo procurou um psicólogo com especialidade em terapia cognitivo-comportamental (TCC) por indicação do seu psiquiatra. No encaminhamento do médico, constava a seguinte descrição: "Encaminho o paciente de 30 anos com sintomas de medo intenso e persistente em diversas situações sociais, com sentimentos de humilhação e vergonha da avaliação e julgamento dos outros. Paciente tem evitado sair de casa para que não se sinta assim, mas, apesar de sentir-se aliviado por evitar estes sentimentos, sua rotina, seu funcionamento ocupacional, suas atividades sociais e seus relacionamentos interpessoais também têm sido comprometidos, fazendo Sérgio lamentar este afastamento. Prescrevi a sertralina, um inibidor seletivo da recaptação de serotonina, para início de farmacoterapia visando à redução dos sintomas e solicitei tratamento de TCC com técnicas de relaxamento, treinamento de habilidades sociais, exposição, técnicas de restruturação cognitiva e exposição e reestruturação cognitiva combinada". Qual o provável diagnóstico de Sérgio?
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Doença cerebral degenerativa primária de etiologia desconhecida, com aspectos neuropatológicos e neuroquímicos, com início antes de 65 anos, curso de deterioração relativamente rápido e com transtornos múltiplos e marcantes das funções corticais superiores. A definição refere-se à demência
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Em relação à internação compulsória, analise as afirmativas a seguir.
I. Internação compulsória é aquela sem o consentimento do paciente e determinada por médico, mediante laudo médico circunstanciado que caracterize seus motivos. Já a internação involuntária é determinada pela Justiça.
II. Os princípios da vida, da liberdade e da dignidade da pessoa humana estarão em choque no caso da internação compulsória ou involuntária do usuário crônico de drogas, porque o dependente é forçado à internação, ferindo sua liberdade de escolha.
III. Sabe-se que a decisão inicial de usar drogas é voluntária. Contudo, rapidamente, a dependência pode se estabelecer, o que torna a capacidade de exercer autocontrole seriamente comprometida e, assim, sair das drogas deixa de ser um ato de vontade.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
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A Saúde da Família caracteriza-se como porta de entrada prioritária de um sistema hierarquizado, regionalizado de saúde e vem provocando um importante movimento de reorientação do modelo de Atenção à Saúde do SUS. A ampliação da abrangência das ações de atenção primária faz parte dos objetivos do Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF. São definidos os seguintes atributos essenciais da atenção primária à saúde.
I. Acesso do primeiro contrato do indivíduo com o sistema de saúde.
II. Continuidade.
III. Integralidade da atenção.
IV. Coordenação da atenção dentro do sistema.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
As lembranças da infância do poeta eram trazidas pelo(a)(s)
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Na 1ª estrofe, o sujeito de “ilumina” é
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Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)
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