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Partindo de um contexto, em que nos diálogos com adultos e com outras crianças, nas situações cotidianas e no faz-de-conta, as crianças imitam expressões que ouvem, experimentando possibilidades de manutenção dos diálogos, negociando sentidos para serem ouvidas e compreendidas e obterem respostas.
I. Quando a criança fala com mais precisão o que deseja, o que gosta e o que não gosta, o que quer e o que não quer fazer e a fala passa a ocupar um lugar privilegiado como instrumento de comunicação, pode haver um predomínio desta sobre os outros recursos comunicativos.
II. A construção da linguagem oral não é linear e ocorre em um processo de aproximações sucessivas com a fala do outro, seja ela do pai, da mãe, do professor, dos amigos ou aquelas ouvidas na televisão, no rádio etc.
III. As crianças têm ritmos próprios e a conquista de suas capacidades linguísticas se dá em tempos diferenciados, sendo que a condição de falar com fluência, de produzir frases completas e inteiras provém da participação em atos de linguagem.
IV. A ampliação de suas capacidades de comunicação oral ocorre gradativamente, por meio de um processo de idas e vindas que envolve tanto a participação das crianças nas conversas cotidianas, em situações de escuta e canto de músicas, em brincadeiras etc.
V. Além de produzirem construções mais complexas, as crianças são mais capazes de explicitações verbais e de explicar-se pela fala.
Assinale a alternativa com a informação CORRETA:
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O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil define dois âmbitos de experiências sendo:
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O MEC, no âmbito das suas atribuições, apresenta os Parâmetros de Qualidade para a Educação Infantil, com o intuito de estabelecer uma referência nacional a ser discutida e utilizada pelos sistemas de ensino na definição de padrões de qualidade locais para as instituições de Educação Infantil. Os parâmetros de qualidade estão organizados em seções distintas. Quanto à proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil, classifique os itens abaixo como (V) verdadeiros ou (F) falsos:
( ) As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil contemplam princípios éticos, políticos e estéticos.
( ) As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil promovem as práticas de cuidado e educação na perspectiva da integração dos aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/linguísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
( ) As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil consideram que o trabalho ali desenvolvido é complementar à ação da família, e a interação entre as duas instâncias é essencial para um trabalho de qualidade.
( ) As propostas pedagógicas explicitam o reconhecimento da importância da identidade pessoal dos alunos, suas famílias, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade educacional nos vários contextos em que se situem.
( ) As propostas pedagógicas são desenvolvidas com autonomia pelas instituições de Educação Infantil a partir das orientações legais.
Marque a sequência CORRETA:
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O currículo pode ser conceituado de diferentes formas se considerarmos as significações que podem ser atribuídas ao processo educativo escolar em contextos culturais e teóricos diferentes. A etimologia da palavra sugere percurso, caminho, daí ser tomada como forma de organização pedagógica do ensino escolar para a condução dos educandos no desenvolvimento de um curso. Se nos voltarmos, contudo, para a literatura especializada, encontraremos inúmeras definições de currículo, as quais, numa visão geral e simplificada, podem ser organizadas de acordo com os seguintes grupos de significados:
Classifique os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
( ) O currículo concebido como projeto educativo composto de diferentes aspectos administrativos e pedagógicos: disciplinas; conteúdos; métodos e técnicas de ensino; tempos e espaços organizados para conduzir o percurso de escolarização;
( ) O currículo visto como expressão formal e material do projeto pedagógico da escola, ou seja, como conjunto de práticas e experiências mais amplas que estabelecem a relação entre a escola e a sociedade apontando a direção do processo educativo;
( ) O currículo definido como campo prático de organização do processo educativo formal, na educação escolarizada; território de intersecção de experiências diversas dentro e fora da escola, que supõem a concretização dos fins sociais e culturais da escola;
( ) O currículo concebido como um dispositivo cultural e discursivo; como “prática de significação” permeado de relações de saber-poder que fornecem uma das tantas maneiras de conceber e/ou interpretar o mundo.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA:
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O projeto político-pedagógico da escola pode ser considerado um momento importante de renovação da escola. Projetar significa “lançar-se para frente”, antever um futuro diferente do presente. Por tanto, analise os itens abaixo:
I. Não se constrói um projeto sem uma direção política, um norte, um rumo. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é também político.
II. O projeto pedagógico da escola é, assim, sempre um processo inconcluso, uma etapa em direção a uma finalidade que permanece como horizonte da escola.
III. A dimensão política do projeto da escola, que traduz os rumos e sentidos a serem perseguidos, se estabelece coletivamente, com a ampla participação das pessoas envolvidas na escola.
IV. Um projeto político-pedagógico da escola deve constituir-se num verdadeiro processo de conscientização e de formação cívica.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o texto abaixo para responder as próximas questões:
Piangers: A cada passo, nossos filhos dizem adeus
A Aurora está aprendendo a ler e a escrever. Os fonemas ainda são literais, te amo ainda é ti amu, mas luto pra que este estilo de escrita, tão comum entre os jovens de hoje em dia, evolua quando ela não tiver mais cinco anos. Gramática, matéria escolar ignorada por jovens com nove letras.
Cada pequena evolução infantil nos emociona, como naquelas propagandas em que o pai segura a filha na bicicleta sem rodinhas até que ela consiga pedalar sozinha. O pai comemora em câmera lenta enquanto a filha se afasta feliz. Estou empolgado com esta fase, incentivando a leitura e a escrita. Brincamos juntos de fazer palavras cruzadas e assim ela vai treinando a construção das sílabas. Um desenho de um quadrado amarelo com um telhado. “CAAAA… SA…”, ela pronuncia enquanto escreve. O desenho de um pisante de couro preto. “TE…NISSSS”, ela escreve deixando sobrar um quadradinho. Era sapato.
Incrível, soberbo, magistral. Com onze letras. Ela tem alguma dificuldade e lê apenas o que está escrito em caixa alta, mas se esforça e todas as manhãs quando vamos até a escola ela vai lendo as placas ao redor. “PAAAAA…RE”, diz olhando para uma placa. “ES…GO…TO”, lê no bueiro da rua. Nossa caminhada diária até a escola demora longos minutos, mas cada sílaba é celebrada. Não consigo não sorrir. “Parabéns!”, grito ao fim de cada palavra, batendo palminhas. Não estou querendo dizer que ela é genial ou algo assim. Ela não é brilhante, tenho certeza. Demorou para conseguir pronunciar o erre, recorta com a boca aberta, tem dificuldades matemáticas. Mas está aprendendo a ler e se isso não é maravilhoso não sei o que é.
Saudação de despedida com cinco letras. Nossos filhos estão sempre nos dizendo adeus. Quando aprendem a caminhar, estão nos dizendo o primeiro adeus. Depois, quando aprendem a falar. Depois, quando aprendem a caminhar. Agora a ler. Depois quando estudam sozinhos. Depois quando escolhem uma profissão. Depois quando arrumam emprego. Passam os anos nos dizendo pequenos “tchaus”, ganhando autonomia. Estaremos batendo palminhas em cada um desses momentos, felizes por eles. Viva! Você conseguiu! Até que dirão o adeus mais dolorido. Formarão suas famílias. Sentiremos falta de suas limitações. Das vezes que nos pediam ajuda. Torceremos por uma ligação no domingo. Sentaremos no sofá, fazendo palavras cruzadas. Sentimento de falta de alguém, com sete letras.
Marcos Piangers – Retirado do site Revista Donna - ClicRBS
Assinale a alternativa em que a regência da forma verbal destacada esteja INCORRETA:
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Leia o texto abaixo para responder as próximas questões:
Piangers: A cada passo, nossos filhos dizem adeus
A Aurora está aprendendo a ler e a escrever. Os fonemas ainda são literais, te amo ainda é ti amu, mas luto pra que este estilo de escrita, tão comum entre os jovens de hoje em dia, evolua quando ela não tiver mais cinco anos. Gramática, matéria escolar ignorada por jovens com nove letras.
Cada pequena evolução infantil nos emociona, como naquelas propagandas em que o pai segura a filha na bicicleta sem rodinhas até que ela consiga pedalar sozinha. O pai comemora em câmera lenta enquanto a filha se afasta feliz. Estou empolgado com esta fase, incentivando a leitura e a escrita. Brincamos juntos de fazer palavras cruzadas e assim ela vai treinando a construção das sílabas. Um desenho de um quadrado amarelo com um telhado. “CAAAA… SA…”, ela pronuncia enquanto escreve. O desenho de um pisante de couro preto. “TE…NISSSS”, ela escreve deixando sobrar um quadradinho. Era sapato.
Incrível, soberbo, magistral. Com onze letras. Ela tem alguma dificuldade e lê apenas o que está escrito em caixa alta, mas se esforça e todas as manhãs quando vamos até a escola ela vai lendo as placas ao redor. “PAAAAA…RE”, diz olhando para uma placa. “ES…GO…TO”, lê no bueiro da rua. Nossa caminhada diária até a escola demora longos minutos, mas cada sílaba é celebrada. Não consigo não sorrir. “Parabéns!”, grito ao fim de cada palavra, batendo palminhas. Não estou querendo dizer que ela é genial ou algo assim. Ela não é brilhante, tenho certeza. Demorou para conseguir pronunciar o erre, recorta com a boca aberta, tem dificuldades matemáticas. Mas está aprendendo a ler e se isso não é maravilhoso não sei o que é.
Saudação de despedida com cinco letras. Nossos filhos estão sempre nos dizendo adeus. Quando aprendem a caminhar, estão nos dizendo o primeiro adeus. Depois, quando aprendem a falar. Depois, quando aprendem a caminhar. Agora a ler. Depois quando estudam sozinhos. Depois quando escolhem uma profissão. Depois quando arrumam emprego. Passam os anos nos dizendo pequenos “tchaus”, ganhando autonomia. Estaremos batendo palminhas em cada um desses momentos, felizes por eles. Viva! Você conseguiu! Até que dirão o adeus mais dolorido. Formarão suas famílias. Sentiremos falta de suas limitações. Das vezes que nos pediam ajuda. Torceremos por uma ligação no domingo. Sentaremos no sofá, fazendo palavras cruzadas. Sentimento de falta de alguém, com sete letras.
Marcos Piangers – Retirado do site Revista Donna - ClicRBS
Sobre aspectos de linguagem do texto é possível afirmar que:
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Piangers: A cada passo, nossos filhos dizem adeus
A Aurora está aprendendo a ler e a escrever. Os fonemas ainda são literais, te amo ainda é ti amu, mas luto pra que este estilo de escrita, tão comum entre os jovens de hoje em dia, evolua quando ela não tiver mais cinco anos. Gramática, matéria escolar ignorada por jovens com nove letras.
Cada pequena evolução infantil nos emociona, como naquelas propagandas em que o pai segura a filha na bicicleta sem rodinhas até que ela consiga pedalar sozinha. O pai comemora em câmera lenta enquanto a filha se afasta feliz. Estou empolgado com esta fase, incentivando a leitura e a escrita. Brincamos juntos de fazer palavras cruzadas e assim ela vai treinando a construção das sílabas. Um desenho de um quadrado amarelo com um telhado. “CAAAA… SA…”, ela pronuncia enquanto escreve. O desenho de um pisante de couro preto. “TE…NISSSS”, ela escreve deixando sobrar um quadradinho. Era sapato.
Incrível, soberbo, magistral. Com onze letras. Ela tem alguma dificuldade e lê apenas o que está escrito em caixa alta, mas se esforça e todas as manhãs quando vamos até a escola ela vai lendo as placas ao redor. “PAAAAA…RE”, diz olhando para uma placa. “ES…GO…TO”, lê no bueiro da rua. Nossa caminhada diária até a escola demora longos minutos, mas cada sílaba é celebrada. Não consigo não sorrir. “Parabéns!”, grito ao fim de cada palavra, batendo palminhas. Não estou querendo dizer que ela é genial ou algo assim. Ela não é brilhante, tenho certeza. Demorou para conseguir pronunciar o erre, recorta com a boca aberta, tem dificuldades matemáticas. Mas está aprendendo a ler e se isso não é maravilhoso não sei o que é.
Saudação de despedida com cinco letras. Nossos filhos estão sempre nos dizendo adeus. Quando aprendem a caminhar, estão nos dizendo o primeiro adeus. Depois, quando aprendem a falar. Depois, quando aprendem a caminhar. Agora a ler. Depois quando estudam sozinhos. Depois quando escolhem uma profissão. Depois quando arrumam emprego. Passam os anos nos dizendo pequenos “tchaus”, ganhando autonomia. Estaremos batendo palminhas em cada um desses momentos, felizes por eles. Viva! Você conseguiu! Até que dirão o adeus mais dolorido. Formarão suas famílias. Sentiremos falta de suas limitações. Das vezes que nos pediam ajuda. Torceremos por uma ligação no domingo. Sentaremos no sofá, fazendo palavras cruzadas. Sentimento de falta de alguém, com sete letras.
Marcos Piangers – Retirado do site Revista Donna - ClicRBS
A crônica relata a relação de pai e filha sob a ótica do autor Marcos Piangers. O texto aborda o assunto de uma maneira pouco usual, pois:
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Leia o texto abaixo para responder as próximas questões:
Piangers: A cada passo, nossos filhos dizem adeus
A Aurora está aprendendo a ler e a escrever. Os fonemas ainda são literais, te amo ainda é ti amu, mas luto pra que este estilo de escrita, tão comum entre os jovens de hoje em dia, evolua quando ela não tiver mais cinco anos. Gramática, matéria escolar ignorada por jovens com nove letras.
Cada pequena evolução infantil nos emociona, como naquelas propagandas em que o pai segura a filha na bicicleta sem rodinhas até que ela consiga pedalar sozinha. O pai comemora em câmera lenta enquanto a filha se afasta feliz. Estou empolgado com esta fase, incentivando a leitura e a escrita. Brincamos juntos de fazer palavras cruzadas e assim ela vai treinando a construção das sílabas. Um desenho de um quadrado amarelo com um telhado. “CAAAA… SA…”, ela pronuncia enquanto escreve. O desenho de um pisante de couro preto. “TE…NISSSS”, ela escreve deixando sobrar um quadradinho. Era sapato.
Incrível, soberbo, magistral. Com onze letras. Ela tem alguma dificuldade e lê apenas o que está escrito em caixa alta, mas se esforça e todas as manhãs quando vamos até a escola ela vai lendo as placas ao redor. “PAAAAA…RE”, diz olhando para uma placa. “ES…GO…TO”, lê no bueiro da rua. Nossa caminhada diária até a escola demora longos minutos, mas cada sílaba é celebrada. Não consigo não sorrir. “Parabéns!”, grito ao fim de cada palavra, batendo palminhas. Não estou querendo dizer que ela é genial ou algo assim. Ela não é brilhante, tenho certeza. Demorou para conseguir pronunciar o erre, recorta com a boca aberta, tem dificuldades matemáticas. Mas está aprendendo a ler e se isso não é maravilhoso não sei o que é.
Saudação de despedida com cinco letras. Nossos filhos estão sempre nos dizendo adeus. Quando aprendem a caminhar, estão nos dizendo o primeiro adeus. Depois, quando aprendem a falar. Depois, quando aprendem a caminhar. Agora a ler. Depois quando estudam sozinhos. Depois quando escolhem uma profissão. Depois quando arrumam emprego. Passam os anos nos dizendo pequenos “tchaus”, ganhando autonomia. Estaremos batendo palminhas em cada um desses momentos, felizes por eles. Viva! Você conseguiu! Até que dirão o adeus mais dolorido. Formarão suas famílias. Sentiremos falta de suas limitações. Das vezes que nos pediam ajuda. Torceremos por uma ligação no domingo. Sentaremos no sofá, fazendo palavras cruzadas. Sentimento de falta de alguém, com sete letras.
Marcos Piangers – Retirado do site Revista Donna - ClicRBS
A crônica de Marcos Piangers publicada no portal clicrbs aborda questões paternais, destacando:
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Leia o texto abaixo para responder as próximas questões:
Piangers: A cada passo, nossos filhos dizem adeus
A Aurora está aprendendo a ler e a escrever. Os fonemas ainda são literais, te amo ainda é ti amu, mas luto pra que este estilo de escrita, tão comum entre os jovens de hoje em dia, evolua quando ela não tiver mais cinco anos. Gramática, matéria escolar ignorada por jovens com nove letras.
Cada pequena evolução infantil nos emociona, como naquelas propagandas em que o pai segura a filha na bicicleta sem rodinhas até que ela consiga pedalar sozinha. O pai comemora em câmera lenta enquanto a filha se afasta feliz. Estou empolgado com esta fase, incentivando a leitura e a escrita. Brincamos juntos de fazer palavras cruzadas e assim ela vai treinando a construção das sílabas. Um desenho de um quadrado amarelo com um telhado. “CAAAA… SA…”, ela pronuncia enquanto escreve. O desenho de um pisante de couro preto. “TE…NISSSS”, ela escreve deixando sobrar um quadradinho. Era sapato.
Incrível, soberbo, magistral. Com onze letras. Ela tem alguma dificuldade e lê apenas o que está escrito em caixa alta, mas se esforça e todas as manhãs quando vamos até a escola ela vai lendo as placas ao redor. “PAAAAA…RE”, diz olhando para uma placa. “ES…GO…TO”, lê no bueiro da rua. Nossa caminhada diária até a escola demora longos minutos, mas cada sílaba é celebrada. Não consigo não sorrir. “Parabéns!”, grito ao fim de cada palavra, batendo palminhas. Não estou querendo dizer que ela é genial ou algo assim. Ela não é brilhante, tenho certeza. Demorou para conseguir pronunciar o erre, recorta com a boca aberta, tem dificuldades matemáticas. Mas está aprendendo a ler e se isso não é maravilhoso não sei o que é.
Saudação de despedida com cinco letras. Nossos filhos estão sempre nos dizendo adeus. Quando aprendem a caminhar, estão nos dizendo o primeiro adeus. Depois, quando aprendem a falar. Depois, quando aprendem a caminhar. Agora a ler. Depois quando estudam sozinhos. Depois quando escolhem uma profissão. Depois quando arrumam emprego. Passam os anos nos dizendo pequenos “tchaus”, ganhando autonomia. Estaremos batendo palminhas em cada um desses momentos, felizes por eles. Viva! Você conseguiu! Até que dirão o adeus mais dolorido. Formarão suas famílias. Sentiremos falta de suas limitações. Das vezes que nos pediam ajuda. Torceremos por uma ligação no domingo. Sentaremos no sofá, fazendo palavras cruzadas. Sentimento de falta de alguém, com sete letras.
Marcos Piangers – Retirado do site Revista Donna - ClicRBS
O texto acima publicado em uma coluna digital trata-se de uma crônica. Sobre esse gênero textual é possível afirmar que:
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