Foram encontradas 30 questões.
Neste ano de 2019, a Prefeitura Municipal de
Iguaraçu, juntamente com a assistência social do
município, realizou um plantão social. Esse evento
teve como finalidade
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Segundo a Lei Orgânica do município de Iguaraçu,
apresentada em 04 de dezembro de 2000, qualquer
alteração territorial deverá observar a lei estadual e
passar pela consulta prévia da população
interessada. Essa consulta da população deverá ser
feita através de
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Leia o texto para responder a questão.
O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer
xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México
Irritados porque foram acordados com o choro da menina
de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.
O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de
Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada
enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta
verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias
vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou
o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o
namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de
prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais
locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da
menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso,
"várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz
também ordenou que a menina fosse registrada como
Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não
tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita
pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de
estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida
Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do
ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já
havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido
reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita
foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o
site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos
em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras
declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por
fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao
banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo
quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma
ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você
representa as crianças mexicanas com quem ninguém se
importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a
sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto
de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog
após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de
mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma
sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina
à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram
justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido
defender a filha do parceiro, que era um homem muito
violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4
meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina
cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a
garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não
conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que
ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se
comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se
ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele
merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por
não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo
o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016,
que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não
comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
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Leia o texto para responder a questão.
O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer
xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México
Irritados porque foram acordados com o choro da menina
de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.
O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de
Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada
enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta
verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias
vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou
o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o
namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de
prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais
locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da
menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso,
"várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz
também ordenou que a menina fosse registrada como
Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não
tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita
pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de
estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida
Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do
ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já
havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido
reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita
foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o
site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos
em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras
declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por
fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao
banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo
quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma
ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você
representa as crianças mexicanas com quem ninguém se
importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a
sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto
de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog
após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de
mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma
sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina
à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram
justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido
defender a filha do parceiro, que era um homem muito
violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4
meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina
cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a
garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não
conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que
ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se
comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se
ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele
merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por
não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo
o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016,
que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não
comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
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O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer
xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México
Irritados porque foram acordados com o choro da menina
de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.
O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de
Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada
enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta
verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias
vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou
o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o
namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de
prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais
locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da
menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso,
"várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz
também ordenou que a menina fosse registrada como
Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não
tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita
pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de
estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida
Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do
ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já
havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido
reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita
foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o
site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos
em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras
declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por
fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao
banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo
quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma
ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você
representa as crianças mexicanas com quem ninguém se
importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a
sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto
de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog
após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de
mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma
sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina
à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram
justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido
defender a filha do parceiro, que era um homem muito
violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4
meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina
cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a
garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não
conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que
ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se
comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se
ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele
merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por
não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo
o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016,
que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não
comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
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Leia o texto para responder a questão.
O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer
xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México
Irritados porque foram acordados com o choro da menina
de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.
O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de
Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada
enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta
verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias
vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou
o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o
namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de
prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais
locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da
menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso,
"várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz
também ordenou que a menina fosse registrada como
Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não
tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita
pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de
estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida
Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do
ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já
havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido
reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita
foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o
site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos
em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras
declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por
fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao
banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo
quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma
ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você
representa as crianças mexicanas com quem ninguém se
importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a
sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto
de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog
após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de
mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma
sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina
à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram
justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido
defender a filha do parceiro, que era um homem muito
violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4
meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina
cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a
garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não
conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que
ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se
comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se
ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele
merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por
não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo
o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016,
que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não
comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
O caso da menina morta por mãe e padrasto após fazer
xixi na cama que chocou o México
Por Ana Gabriela Rojas da BBC News Mundo no México
Irritados porque foram acordados com o choro da menina
de 4 anos, a mãe e o padrasto a espancaram até a morte.
O corpo de Lupita foi abandonado na avenida Bordo de
Xochiaca, em Nezahualcóyotl, no México. Ela foi encontrada
enrolada em um cobertor, vestida apenas com uma camiseta
verde e meias vermelhas. O caso da menina de "meias
vermelhas", como ficou conhecido na imprensa local, chocou
o país em março de 2017.
Nesta semana, a mãe da criança, Yadira N., e o
namorado dela, Pablo N., foram condenados a 88 anos de
prisão por feminicídio. A sentença, de acordo com os jornais
locais, diz que o casal "foi considerado culpado pela morte da
menina de 4 anos", cujo corpo apresentava sinais de abuso,
"várias lesões e não foi reivindicado por ninguém". O juiz
também ordenou que a menina fosse registrada como
Guadalupe Medina Pichardo, uma vez que aos 4 anos não
tinha certidão de nascimento. Era chamada apenas de Lupita
pela família. Além disso, seus três irmãos receberão bolsas de
estudo para que possam continuar estudando.
O trabalho da ativista de direitos humanos Frida
Guerrera foi essencial para desvendar o crime. Ao saber do
ocorrido, ela se empenhou em identificar a vítima, que já
havia sido sepultada, uma vez que o corpo não havia sido
reivindicado por ninguém. Meses depois, o corpo de Lupita
foi identificado por suas tias Marina e Luz María, informou o
site mexicano Animal Político. Yadira e Pablo foram presos
em 24 de dezembro de 2017.
De acordo com o Animal Político, nas primeiras
declarações, ambos disseram que repreenderam a menina por
fazer xixi na cama sem antes dizer a eles que precisava ir ao
banheiro e porque continuava chorando, e teria sido Pablo
quem a espancou até a morte. A Promotoria mexicana afirma
ainda que ele estuprou a menina. 'Meias vermelhas', você
representa as crianças mexicanas com quem ninguém se
importa, nem seus próprios pais, tampouco o governo ou a
sociedade, que seguem te usando para satisfazer seu instinto
de poder e maldade", escreveu Frida Guerrera em seu blog
após a sentença.
Marina Pichardo, uma das tias da menina por parte de
mãe, também atuou para manter o caso aberto. "É uma
sentença boa, mas não repara o que eles fizeram", diz Marina
à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. "Fizeram
justiça. Mas dói muito que minha irmã não tenha sabido
defender a filha do parceiro, que era um homem muito
violento", acrescenta. Ela conta que quando Lupita tinha 4
meses, sua mãe foi presa por roubo. Naquela época, Marina
cuidou da sobrinha. Mas quando Yadira saiu da prisão, a
garota voltou para a casa da mãe. "Eu disse que, se ela não
conseguisse lidar com a menina, para deixá-la comigo e que
ela poderia visitá-la. Mas ela me disse que iria mudar, que se
comportaria direito, e a levou." Outras famílias também se
ofereceram para cuidar da garota, mas ela não permitiu. "Ele
merece essa condenação. Ela também por não dizer nada, por
não nos pedir ajuda", avalia Marina.
O rosto e a voz de Lupita ficaram conhecidos em todo
o país por causa de um vídeo gravado em dezembro de 2016,
que foi divulgado após sua morte. Nas imagens, ela aparece chegando sozinha na casa de estranhos e diz a eles que não
comeu.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49605368
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895857
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Provas:
O senado brasileiro aprovou, em votação simbólica,
a Medida Provisória nº 881 de 2019. Chamada de
MP da Liberdade Econômica ou minirreforma, a
medida seguirá para sanção do atual Presidente da
República. No Senado, houve
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895856
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Provas:
O trabalho do poder legislativo é importantíssimo.
Quando se trata do legislativo federal, essa
importância é ainda maior, já que atinge toda a
nação. Em agosto de 2019, páginas da imprensa
nacional na internet noticiaram dados de um
levantamento feito da participação das sessões desta
legislatura atual. De acordo com os dados
apresentados
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895855
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iguaraçu-PR
Provas:
Uma judoca brasileira foi a primeira mulher a
conquistar a tríplice coroa. Campeã olímpica,
mundial e pan-americana, a atleta foi a porta-bandeira na cerimônia de encerramento dos jogos
pan-americanos. Essa judoca é
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