Foram encontradas 150 questões.
- Lógica ProposicionalContingência, Contradição e TautologiaContingência
- Lógica ProposicionalTabelas-verdade
Considere as seguintes afirmativas:
I. Uma proposição composta é uma tautologia quando o seu valor lógico é sempre verdade (V), quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes;
II. Uma proposição composta é uma tautologia quando o seu valor lógico é sempre a falsidade (F), quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes;
III. Uma proposição composta é uma contradição quando o seu valor lógico é sempre a falsidade (F), quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes;
IV. Uma proposição composta é uma contradição quando o seu valor lógico é sempre a verdade (V), quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições componentes;
V. Uma proposição é uma indeterminada (uma contingencia) quando for uma tautologia ou uma contradição.
Marque:
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Considere a lista de números abaixo:
COLUNA | ||||
I | II | III | IV | V |
1 6 11 ⋮ | 2 7 12 ⋮ | 3 8 13 ⋮ | 4 9 14 ⋮ | 5 10 15 ⋮ |
Se a lista chegar ao número 589, então ele ocupará a coluna:
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A respeito das operações lógicas sobre proposições analise as afirmativas a seguir:
I. A negação da proposição “Ceará é um pais” é “é falso que Ceará é um pais”;
II. A proposição “o sol é uma estrela” é a negação da proposição “o sol é um planeta”;
III. A conjunção de duas proposições (p∧q) é verdadeira se, e somente se, cada componente for verdadeira;
IV. A disjunção inclusiva de duas proposições (pVq) é falsa se, e somente se, todas as componentes forem falsas.
Estão corretas:
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Marque o item em que a escrita da frase apresenta algum desvio do padrão culto da Língua:
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Leia a anedota e responda às questões de 11 a 13:
Uma moça do interior se preparou para ir ao baile do ano de sua cidade. Colocou seu melhor vestido, perfumou-se e lá se foi toda contente.
Estava sentada em uma das mesas, a orquestra tocando, quando um rapaz todo suado veio tirá-la para dançar. Ela, a fim de não arrumar confusão, aceitou dançar com ele. A certa altura, o rapaz suava em bicas, e o cheiro se tornou insuportável. Ela, então afastava-se um pouco dele, mas ele a puxava de volta. A moça resolveu falar com ele e disse delicadamente:
– Você sua, hein?
E ele respondeu:
– Eu também vou ser seu, princesa.
Donaldo Buchweitz
Possui o mesmo processo de formação da palavra “insuportável”:
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- Morfologia
- SemânticaParônimos e HomônimosParônimos
- SemânticaParônimos e HomônimosHomônimos
- Interpretação de Textos
Leia a anedota e responda às questões de 11 a 13:
Uma moça do interior se preparou para ir ao baile do ano de sua cidade. Colocou seu melhor vestido, perfumou-se e lá se foi toda contente.
Estava sentada em uma das mesas, a orquestra tocando, quando um rapaz todo suado veio tirá-la para dançar. Ela, a fim de não arrumar confusão, aceitou dançar com ele. A certa altura, o rapaz suava em bicas, e o cheiro se tornou insuportável. Ela, então afastava-se um pouco dele, mas ele a puxava de volta. A moça resolveu falar com ele e disse delicadamente:
– Você sua, hein?
E ele respondeu:
– Eu também vou ser seu, princesa.
Donaldo Buchweitz
O humor do texto se dar pela palavra “sua” que, por ser homônimo perfeito o verbo suar e o pronome sua, gerou confusão na compreensão do que foi dito. Marque a opção em que há erro no emprego da palavra parônima destacada:
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Leia a anedota e responda às questões de 11 a 13:
Uma moça do interior se preparou para ir ao baile do ano de sua cidade. Colocou seu melhor vestido, perfumou-se e lá se foi toda contente.
Estava sentada em uma das mesas, a orquestra tocando, quando um rapaz todo suado veio tirá-la para dançar. Ela, a fim de não arrumar confusão, aceitou dançar com ele. A certa altura, o rapaz suava em bicas, e o cheiro se tornou insuportável. Ela, então afastava-se um pouco dele, mas ele a puxava de volta. A moça resolveu falar com ele e disse delicadamente:
– Você sua, hein?
E ele respondeu:
– Eu também vou ser seu, princesa.
Donaldo Buchweitz
A respeito da coerência e coesão textual, responda a opção errada:
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O texto a seguir servirá de base para as questões de 05 a 10:
UM COMÉRCIO DE HORRORES
Um tribunal da Tanzânia mandou para a forca, na terça-feira passada, três homens que mataram um menino albino de 14 anos e amputaram suas pernas. É a primeira condenação para um tipo de crime comum no país. Desde 2006, pelo menos 75 albinos foram mortos e esquartejados no país. O albinismo é uma deficiência na produção de melanina, o pigmento que dá cor a pele, olhos, cabelos e protege da radiação ultravioleta. Os portadores da deficiência têm a pele pálida e vulnerável ao câncer, cabelos finos e olhos sensíveis à luz. Devido a uma superstição macabra, que atribuiu poderes sobrenaturais aos "zero-zero" – como são pejorativamente chamados –, nenhum albino está a salvo na África Oriental, sobretudo na Tanzânia e no Burundi. Eles são caçados e têm o corpo retalhado para ser vendido aos fabricantes de mandingas. Samwel Mluge, albino de 50 anos que vive na Tanzânia, casou-se com uma albina e a alteração genética foi transmitida aos seus cinco filhos. "Sempre digo às crianças para serem cuidadosas e só andarem em grupo", disse Mluge a VEJA. "Eu me sinto caçado como um animal."
Na Tanzânia, país entre os últimos colocados no ranking de desenvolvimento humano da ONU e com renda per capita de 440 dólares, o comércio de órgãos para feitiçaria é um negócio que vale qualquer risco. As partes mais valorizadas do corpo de um albino (dedos, língua, braços, pernas e genitais) podem atingir 3 000 dólares a peça. Apesar de a incidência de albinismo no país estar cinco vezes acima da média mundial, a demanda é tão grande que a Tanzânia importa clandestinamente pedaços de corpos. Pescadores tecem fios de cabelo de albinos em suas redes para ter sucesso na pescaria. Mineiros penduram no pescoço amuletos feitos com seus ossos moídos. Quem consegue beber o sangue ainda quente de um albino tem sorte em dobro. Melhor ainda se for de uma criança, pois a pureza infantil intensifica o poder do feitiço.
Alimentado pela miséria e pela ignorância, um extenso rol de tradições brutais persiste na África. A mutilação genital das meninas é a norma entre a etnia majoritária do Quênia, por exemplo. A tortura e o assassinato pelos próprios familiares de crianças acusadas de possessão demoníaca são uma praga na África Austral. O caso dos albinos provoca maior indignação mundial devido aos esforços de um albino canadense, Peter Ash, que criou a ONG Under the Same Sun para pressionar o governo da Tanzânia a reprimir o tráfico de carne humana. Poucas providências foram tomadas. "Sabemos que pessoas poderosas se consultam com os feiticeiros e não querem ver seu nome em tribunais. Se as vítimas fossem normais, os culpados já estariam presos", disse Ash a VEJA. Na semana passada, ele desembarcou na Tanzânia para continuar sua campanha. Por razões óbvias, fez-se acompanhar de três guarda-costas.
NATHÁLIA BUTTI, Revista Veja, 30/09/2009
Em: “...um extenso rol de tradições brutais persiste na África.” O termo destacado tem função sintática de:
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O texto a seguir servirá de base para as questões de 05 a 10:
UM COMÉRCIO DE HORRORES
Um tribunal da Tanzânia mandou para a forca, na terça-feira passada, três homens que mataram um menino albino de 14 anos e amputaram suas pernas. É a primeira condenação para um tipo de crime comum no país. Desde 2006, pelo menos 75 albinos foram mortos e esquartejados no país. O albinismo é uma deficiência na produção de melanina, o pigmento que dá cor a pele, olhos, cabelos e protege da radiação ultravioleta. Os portadores da deficiência têm a pele pálida e vulnerável ao câncer, cabelos finos e olhos sensíveis à luz. Devido a uma superstição macabra, que atribuiu poderes sobrenaturais aos "zero-zero" – como são pejorativamente chamados –, nenhum albino está a salvo na África Oriental, sobretudo na Tanzânia e no Burundi. Eles são caçados e têm o corpo retalhado para ser vendido aos fabricantes de mandingas. Samwel Mluge, albino de 50 anos que vive na Tanzânia, casou-se com uma albina e a alteração genética foi transmitida aos seus cinco filhos. "Sempre digo às crianças para serem cuidadosas e só andarem em grupo", disse Mluge a VEJA. "Eu me sinto caçado como um animal."
Na Tanzânia, país entre os últimos colocados no ranking de desenvolvimento humano da ONU e com renda per capita de 440 dólares, o comércio de órgãos para feitiçaria é um negócio que vale qualquer risco. As partes mais valorizadas do corpo de um albino (dedos, língua, braços, pernas e genitais) podem atingir 3 000 dólares a peça. Apesar de a incidência de albinismo no país estar cinco vezes acima da média mundial, a demanda é tão grande que a Tanzânia importa clandestinamente pedaços de corpos. Pescadores tecem fios de cabelo de albinos em suas redes para ter sucesso na pescaria. Mineiros penduram no pescoço amuletos feitos com seus ossos moídos. Quem consegue beber o sangue ainda quente de um albino tem sorte em dobro. Melhor ainda se for de uma criança, pois a pureza infantil intensifica o poder do feitiço.
Alimentado pela miséria e pela ignorância, um extenso rol de tradições brutais persiste na África. A mutilação genital das meninas é a norma entre a etnia majoritária do Quênia, por exemplo. A tortura e o assassinato pelos próprios familiares de crianças acusadas de possessão demoníaca são uma praga na África Austral. O caso dos albinos provoca maior indignação mundial devido aos esforços de um albino canadense, Peter Ash, que criou a ONG Under the Same Sun para pressionar o governo da Tanzânia a reprimir o tráfico de carne humana. Poucas providências foram tomadas. "Sabemos que pessoas poderosas se consultam com os feiticeiros e não querem ver seu nome em tribunais. Se as vítimas fossem normais, os culpados já estariam presos", disse Ash a VEJA. Na semana passada, ele desembarcou na Tanzânia para continuar sua campanha. Por razões óbvias, fez-se acompanhar de três guarda-costas.
NATHÁLIA BUTTI, Revista Veja, 30/09/2009
Marque a opção em que há erro na indicação da classe gramatical da palavra destacada:
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O texto a seguir servirá de base para as questões de 05 a 10:
UM COMÉRCIO DE HORRORES
Um tribunal da Tanzânia mandou para a forca, na terça-feira passada, três homens que mataram um menino albino de 14 anos e amputaram suas pernas. É a primeira condenação para um tipo de crime comum no país. Desde 2006, pelo menos 75 albinos foram mortos e esquartejados no país. O albinismo é uma deficiência na produção de melanina, o pigmento que dá cor a pele, olhos, cabelos e protege da radiação ultravioleta. Os portadores da deficiência têm a pele pálida e vulnerável ao câncer, cabelos finos e olhos sensíveis à luz. Devido a uma superstição macabra, que atribuiu poderes sobrenaturais aos "zero-zero" – como são pejorativamente chamados –, nenhum albino está a salvo na África Oriental, sobretudo na Tanzânia e no Burundi. Eles são caçados e têm o corpo retalhado para ser vendido aos fabricantes de mandingas. Samwel Mluge, albino de 50 anos que vive na Tanzânia, casou-se com uma albina e a alteração genética foi transmitida aos seus cinco filhos. "Sempre digo às crianças para serem cuidadosas e só andarem em grupo", disse Mluge a VEJA. "Eu me sinto caçado como um animal."
Na Tanzânia, país entre os últimos colocados no ranking de desenvolvimento humano da ONU e com renda per capita de 440 dólares, o comércio de órgãos para feitiçaria é um negócio que vale qualquer risco. As partes mais valorizadas do corpo de um albino (dedos, língua, braços, pernas e genitais) podem atingir 3 000 dólares a peça. Apesar de a incidência de albinismo no país estar cinco vezes acima da média mundial, a demanda é tão grande que a Tanzânia importa clandestinamente pedaços de corpos. Pescadores tecem fios de cabelo de albinos em suas redes para ter sucesso na pescaria. Mineiros penduram no pescoço amuletos feitos com seus ossos moídos. Quem consegue beber o sangue ainda quente de um albino tem sorte em dobro. Melhor ainda se for de uma criança, pois a pureza infantil intensifica o poder do feitiço.
Alimentado pela miséria e pela ignorância, um extenso rol de tradições brutais persiste na África. A mutilação genital das meninas é a norma entre a etnia majoritária do Quênia, por exemplo. A tortura e o assassinato pelos próprios familiares de crianças acusadas de possessão demoníaca são uma praga na África Austral. O caso dos albinos provoca maior indignação mundial devido aos esforços de um albino canadense, Peter Ash, que criou a ONG Under the Same Sun para pressionar o governo da Tanzânia a reprimir o tráfico de carne humana. Poucas providências foram tomadas. "Sabemos que pessoas poderosas se consultam com os feiticeiros e não querem ver seu nome em tribunais. Se as vítimas fossem normais, os culpados já estariam presos", disse Ash a VEJA. Na semana passada, ele desembarcou na Tanzânia para continuar sua campanha. Por razões óbvias, fez-se acompanhar de três guarda-costas.
NATHÁLIA BUTTI, Revista Veja, 30/09/2009
No período: “Se as vítimas fossem normais, os culpados já estariam presos". A oração destacada deve ser classificada como:
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