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Mulher de 30 anos apresenta resultado do exame de rastreamento do câncer de colo
uterino coletado há trinta dias. Analise o resultado do exame abaixo e assinale a alternativa que
apresenta a conduta adequada.
HPV 16: Detectado HPV 18: Não detectado Outros HPV (Grupo A e Grupo B): Não detectados
HPV 16: Detectado HPV 18: Não detectado Outros HPV (Grupo A e Grupo B): Não detectados
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O sangramento uterino anormal (SUA) tem causas diversas que, muitas vezes, estão
relacionadas às diferentes fases da vida da mulher. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. Nos primeiros anos pós-menarca, a principal causa de SUA é a anovulação por imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-ovário.
II. Na perimenopausa, a principal causa de SUA é a insuficiência de progesterona e a exposição prolongada do endométrio ao estrogênio devido à anovulação, como consequência da diminuição da reserva ovariana.
III. Na pós-menopausa, a principal causa de SUA é a atrofia endometrial, devido ao hipoestrogenismo característico dessa fase.
Quais estão corretas?
I. Nos primeiros anos pós-menarca, a principal causa de SUA é a anovulação por imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-ovário.
II. Na perimenopausa, a principal causa de SUA é a insuficiência de progesterona e a exposição prolongada do endométrio ao estrogênio devido à anovulação, como consequência da diminuição da reserva ovariana.
III. Na pós-menopausa, a principal causa de SUA é a atrofia endometrial, devido ao hipoestrogenismo característico dessa fase.
Quais estão corretas?
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Paciente de 17 anos refere ciclos menstruais com intervalos de 90-120 dias desde a
menarca que ocorreu aos 13 anos. Relata acne e hirsutismo, sem outras queixas. Nega início da
atividade sexual, uso de hormônios e outros medicamentos. Ao exame, pressão arterial de
140/90 mmHg, desenvolvimento puberal normal, genitália externa feminina, acne, hirsutismo
moderado e IMC de 28 kg/m². Traz os seguintes exames laboratoriais: Testosterona total: 80 ng/dL,
SDHEA: 650 µg/dL, FSH: 4,0 mUI/mL, LH: 10 mUI/mL. Em relação a esse caso, analise a sentença
abaixo:
Para o diagnóstico diferencial, deve-se solicitar TSH, prolactina e 17(OH) progesterona (1ª parte). Para uma melhor avaliação e tratamento da paciente, deve-se solicitar perfil lipídico, glicose, insulina, hemoglobina glicada e TOTG 75g/2h (2ª parte). Para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos, deve-se solicitar ultrassonografia pélvica ou dosagem do hormônio antimulleriano. O hirsutismo nesse caso é de origem ovariana, adrenal ou idiopático (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Para o diagnóstico diferencial, deve-se solicitar TSH, prolactina e 17(OH) progesterona (1ª parte). Para uma melhor avaliação e tratamento da paciente, deve-se solicitar perfil lipídico, glicose, insulina, hemoglobina glicada e TOTG 75g/2h (2ª parte). Para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos, deve-se solicitar ultrassonografia pélvica ou dosagem do hormônio antimulleriano. O hirsutismo nesse caso é de origem ovariana, adrenal ou idiopático (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
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Observe a figura a seguir, que demostra um segmento do sigmoide ressecado devido
à endometriose, e analise as assertivas abaixo:
I. Trata-se de um caso de doença infiltrativa, ou seja, de endometriose profunda.
II. Em situações como a demonstrada na figura, a cirurgia é mandatória na presença de suboclusão.
III. Os tratamentos supressivos hormonais não conseguem atuar nesse tipo de lesão, sendo a cirurgia a melhor conduta para a redução da dor e melhora da qualidade de vida da paciente.
Quais estão corretas?
I. Trata-se de um caso de doença infiltrativa, ou seja, de endometriose profunda.
II. Em situações como a demonstrada na figura, a cirurgia é mandatória na presença de suboclusão.
III. Os tratamentos supressivos hormonais não conseguem atuar nesse tipo de lesão, sendo a cirurgia a melhor conduta para a redução da dor e melhora da qualidade de vida da paciente.
Quais estão corretas?
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Em relação aos novos critérios de elegibilidade da OMS para contracepção hormonal
no puerpério, analise as assertivas abaixo:
I. Em mulheres que estão amamentando, o uso de anticoncepcional combinado oral é categoria 4 nas primeiras seis semanas de pós-parto.
II. O uso de anovulatório de progestogênio isolado, acetato de medroxiprogesterona de depósito ou de implante de etonogestrel é categoria 2 nas primeiras seis semanas de pós-parto e categoria 1 após seis semanas do parto em mulheres que estão amamentando.
III. Em mulheres que não estão amamentando, o uso de anticoncepcional combinado oral é categoria 3 ou 4 antes de 21 dias de pós-parto.
IV. O uso do DIU de cobre ou DIU hormonal é categoria 1 após quatro semanas do parto.
Quais estão corretas?
I. Em mulheres que estão amamentando, o uso de anticoncepcional combinado oral é categoria 4 nas primeiras seis semanas de pós-parto.
II. O uso de anovulatório de progestogênio isolado, acetato de medroxiprogesterona de depósito ou de implante de etonogestrel é categoria 2 nas primeiras seis semanas de pós-parto e categoria 1 após seis semanas do parto em mulheres que estão amamentando.
III. Em mulheres que não estão amamentando, o uso de anticoncepcional combinado oral é categoria 3 ou 4 antes de 21 dias de pós-parto.
IV. O uso do DIU de cobre ou DIU hormonal é categoria 1 após quatro semanas do parto.
Quais estão corretas?
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Paciente do sexo feminino, 62 anos, com diagnóstico de cirrose hepática de etiologia
viral (hepatite C curada, porém com cirrose Child-Turcotte-Pugh B, MELD 15), é admitida no
pronto-socorro apresentando um episódio agudo de hematêmese volumosa. Seus sinais vitais iniciais
são: pressão arterial sistólica de 95 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm. A avaliação inicial
detecta sinais de sangramento ativo das vias digestivas superiores. O médico plantonista inicia
imediatamente a ressuscitação volêmica cautelosa, assegura a via aérea e administra
antibioticoprofilaxia intravenosa com ceftriaxona. Considerando a confirmação da suspeita de
hemorragia varicosa aguda (HVA), qual é o plano de manejo terapêutico imediato e subsequente mais
adequado para a paciente, de acordo com as diretrizes da AASLD?
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Um paciente do sexo masculino, 50 anos, diagnosticado com colite ulcerativa há
15 anos, com envolvimento extenso (pancolite) desde o início e com histórico de inflamação moderada
a grave intermitente, apesar do tratamento com mesalazina e imunossupressores, está em maior risco
de câncer colorretal (CCR) em comparação à população geral, devido à longa duração da doença e ao
extenso envolvimento colônico. O gastroenterologista está revisando as diretrizes atuais para
estabelecer um plano de vigilância a longo prazo, que deve considerar o risco individualizado do
paciente e as melhores práticas de endoscopia e histopatologia. O paciente também expressa o desejo
de participar ativamente das decisões sobre o seu plano de rastreamento. Considerando que os
pacientes com DII permanecem em risco aumentado para CCR e morte por CCR em comparação com
a população geral, qual dos seguintes elementos, referente ao manejo da neoplasia, é abordado como
uma área central e de relevância clínica prática nas diretrizes de vigilância mais recentes?
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Uma paciente do sexo feminino, 55 anos, sem histórico conhecido de abuso de
álcool, é admitida no pronto-socorro com um quadro de dor epigástrica intensa e contínua, irradiando
para o dorso, iniciada há 24 horas. Ao exame físico inicial, apresenta-se normotensa (pressão
arterial 120/80 mmHg), com frequência cardíaca (FC) de 85 bpm e frequência respiratória (FR) de
16 rpm. Ela não preenche critérios para síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) na
admissão. Resultados laboratoriais iniciais mostram:
• Lipase sérica: 1.550 U/L (cerca de 10 vezes o limite superior da normalidade – LSN). • Nitrogênio ureico no sangue (BUN): 18 mg/dL (normal: 8-20 mg/dL). • Hematócrito (HCT): 42% (referência: 40-50%). • Teste de função hepática (TGO/TGP/Bilirrubinas): dentro dos limites normais. • Ultrassonografia abdominal: vesícula biliar e ductos biliares sem alterações, não sendo observados cálculos ou lama biliar.
Considerando que a paciente preenche os critérios para o diagnóstico de pancreatite aguda (dor compatível + lipase > 3x LSN) e que a etiologia inicial não foi estabelecida (pancreatite aguda idiopática presumida), qual é a conduta inicial combinada (investigação etiológica e ressuscitação volêmica) mais apropriada para essa paciente?
• Lipase sérica: 1.550 U/L (cerca de 10 vezes o limite superior da normalidade – LSN). • Nitrogênio ureico no sangue (BUN): 18 mg/dL (normal: 8-20 mg/dL). • Hematócrito (HCT): 42% (referência: 40-50%). • Teste de função hepática (TGO/TGP/Bilirrubinas): dentro dos limites normais. • Ultrassonografia abdominal: vesícula biliar e ductos biliares sem alterações, não sendo observados cálculos ou lama biliar.
Considerando que a paciente preenche os critérios para o diagnóstico de pancreatite aguda (dor compatível + lipase > 3x LSN) e que a etiologia inicial não foi estabelecida (pancreatite aguda idiopática presumida), qual é a conduta inicial combinada (investigação etiológica e ressuscitação volêmica) mais apropriada para essa paciente?
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Uma paciente de 38 anos, obesa, IMC de 32, comparece à clínica com queixas típicas
de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), incluindo azia e regurgitação há 6 meses. A paciente
nunca realizou endoscopia e não apresenta sintomas de alarme (como disfagia, perda de peso ou
sangramento gastrointestinal). A médica realiza uma avaliação inicial e conclui que os sintomas são
consistentes com DRGE não complicada. Considerando as diretrizes da American Society for
Gastrointestinal Endoscopy (ASGE) para o manejo e o diagnóstico inicial da DRGE, e excluindo
qualquer intervenção cirúrgica ou endoscópica, qual é a melhor conduta inicial recomendada para essa
paciente?
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Um paciente do sexo masculino, 35 anos, com diagnóstico de retocolite ulcerativa
(RCU) extensa, está em remissão clínica e endoscópica sustentada há 4 anos. Ele utiliza azatioprina
(um agente tiopurínico) como terapia de manutenção e também toma mesalazina oral. Durante uma
consulta de rotina, ele expressa preocupação com os riscos de longo prazo de seus medicamentos,
especificamente perguntando sobre a necessidade de rastreamento de câncer de pele, dado o uso
crônico de azatioprina. Ele não tem histórico pessoal ou familiar de melanoma ou câncer de pele não
melanoma (CPNM). Qual é a abordagem recomendada mais apropriada para a prevenção e
rastreamento de câncer de pele, dada a medicação de manutenção do paciente?
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