Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

3921981 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Ipira/SC.

Entre as atribuições do Presidente da Câmara estão aquelas que garantem o bom funcionamento do Poder Legislativo, a observância das normas internas e a publicidade dos atos oficiais. De acordo com a Lei Orgânica, compete ao Presidente da Câmara _______ a Câmara em juízo e fora dele, _______ e disciplinar os trabalhos legislativos e _______ o Regimento Interno.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921980 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Ipira/SC.
Dentre as atribuições pertencentes à Câmara, com a sanção do Prefeito, estão, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921979 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Ipira/SC.
Todos têm direito a receber dos órgãos públicos municipais, informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo em geral, que deverão ser prestadas no prazo de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921978 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:
A história sobre a Usina da Cascata evidencia a transição do uso de fontes de energia rudimentares para sistemas mais estruturados de fornecimento de energia. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921977 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.

Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...

Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.

Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.

Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco”, o sujeito da forma verbal “alternam-se” é classificado como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921976 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.

Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...

Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.

Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.

Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No período “A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia”, a oração destacada “que atende no antiquário” desempenha, na estrutura sintática, a função de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921975 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.

Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...

Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.

Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.

Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco”, o termo “esmaecidas” contribui para a criação de uma atmosfera simbólica no texto. Nesse contexto, o vocábulo expressa a ideia de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921974 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.

Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...

Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.

Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.

Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Ao citar a saudação do povo Na’vi — “eu vejo você”, do filme Avatar —, a autora estabelece uma relação entre o olhar que reconhece a existência do outro e a raridade dessa atitude na contemporaneidade. Nessa passagem, o texto sugere que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921973 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.

Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...

Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.

Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.

Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

O texto reflete sobre o modo como o valor simbólico dos objetos e das pessoas é atribuído socialmente, contrapondo a lógica da funcionalidade à da afetividade. Nesse contexto, a autora estabelece uma analogia entre o uso decorativo dos objetos e o modo como os indivíduos são percebidos na sociedade contemporânea. Assinale a alternativa que melhor expressa o sentido implícito dessa analogia.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3921972 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Ipira-SC
Provas:
Um valor inicial de R$ 20.000,00 passou a ser, depois de um reajuste, R$ 20.378,00; outro valor inicial de R$ 35.000,00, depois de um reajuste, passou a ser R$ 30.341,50; um terceiro valor inicial de R$ 40.000,00, depois de um reajuste, passou a ser R$ 36.448,00; e um quarto e último valor inicial de R$ 45.000,00, depois de um reajuste, passou a ser R$ 51.682,50. Considerando os números que representam as taxas percentuais de reajuste dos quatro valores iniciais acima mencionados, qual das alternativas traz o produto entre (i) a diferença do maior para o menor desses números e (ii) a soma dos outros dois números, não considerados para a diferença citada, arredondado para duas casas decimais? (Os números que representam as taxas devem ser considerados positivos, independentemente de ser reajuste acrescentando ou reduzindo o valor inicial).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas