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Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
A forma como é representado o numeral - 3,41%, no gráfico da reportagem, indica
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Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
Na linha 2 do texto da reportagem: “Apesar da aparente inexpressividade”, a palavra “inexpressividade” é formada pelo mesmo processo de formação de palavras que em:
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Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
De acordo com a reportagem e as tabelas que a compõem, o número maior de vítimas em acidentes de trânsito em Goiás são de pessoas que estão na faixa etária compreendida entre:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Vi ontem um bicho”, a palavra sublinhada desempenha na oração a função de:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Engolia com voracidade”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
A imagem que melhor representa o tema discutido no poema “O bicho” é:
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2547497
Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Provas:
As Diretrizes Curriculares Nacionais, tal como descrito no documento Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica do Ministério da Educação, são diretrizes que estabelecem a base comum da educação, definindo orientações sobre
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Uma pergunta que ouço com frequência é: “Você acha que os jovens estão prontos para fazer um mundo melhor?” Detesto quando me perguntam isso. Já disse antes, e reitero, que não confio em quem diz querer construir um mundo melhor, mas aqui a coisa vai mais longe.
Vou responder para você diretamente se os jovens estão prontos para fazer um mundo melhor. E, adianto, a suspeita de que minha “amostra” é viciada é uma suspeita, ela sim, viciada. O universo de jovens com quem converso hoje vai além da sala de aula imediata, devido às redes sociais, principalmente. Várias classes sociais. E mais: não precisa ser um gênio para saber o que ocupa as mentes dos mais jovens nesse mundo sem Deus em que vivemos.
Não, os jovens não estão preparados para fazer um mundo melhor. Nenhum jovem nunca esteve. Essa ideia é um fetiche de alguns poucos jovens dos anos 1960 e adjacências. Ou de artistas que fazem desse fetiche seu mercado de consumo.
Os jovens estão com medo, e com razão. Querem estágios, mas, cada vez mais, as empresas querem que eles trabalhem de graça ou, as mais “descoladas”, que eles (quase) paguem para estagiar nelas. A ideia é que eles estariam ganhando experiência e a chance, divina, de conviver com profissionais superbacanas.
Os jovens estão com medo, e com razão. Olham para o mercado de trabalho e sabem o que os espera, à medida que o capitalismo se faz chinês. Hoje você tem emprego, amanhã quem sabe. Os horários são flexíveis. Que legal! Trabalhe o tempo todo, 24/7 (24 horas por dia), via WhatsApp, Facebook, o diabo a quatro.
Os jovens estão com medo, e com razão. Não se pode confiar em vínculos afetivos duradouros. O egoísmo é a grande revolução moral moderna. Quase todo mundo é instrumental (termo chique para interesseiro). As pessoas não confiam umas nas outras porque estão mais “críticas”. Todo mundo quer serviços e direitos. Generosidade é um termo desconhecido no mundo em que os jovens habitam.
Os elementos naturais desse mundo são a demanda, a exigência, o ressentimento e a raiva. Além, claro, da intolerância para qualquer coisa fora da “cartilha do bem” que enfiam goela abaixo desses jovens nas escolas, que são mais igrejas do que outra coisa.
Os jovens estão com medo, e com razão. Olham para os mais velhos e veem um bando de gente imatura fingindo que tem 25 anos mentais. O culto do retardamento mental como forma de autonomia.
E quem adora atormentar esses coitados, cobrando deles o que é impossível entregar? Gente chata que acha que fracassou na vida e, por isso, vive sonhando com um mundo melhor, em que ele ou ela pudesse ter a felicidade que não conseguiu ter na sua vida, que já passou em alguma medida. Falam coisas como “ensinar aos jovens amar e respeitar a todos”, como se todo mundo de fato “merecesse” ser amado no mundo.
O ódio, o desencanto, a desesperança têm seu lugar no panteão de reações possíveis na vida. E você não é, necessariamente, um fracassado porque se ressente de ter sido derrotado pela máquina do mundo. A máquina do mundo tritura esperanças, projetos e corpos a cada dia mais e de modo mais veloz.
Essa velocidade é, exatamente, o que os jovens sentem na pele. Correm como podem atrás de uma promessa que jamais acontecerá: a realização da tal vida equilibrada entre “valores” que transcendem o mundo material e as escandalosas provas evidentes de que serão julgados pelos critérios mais cruéis que regem qualquer alma que vise ao lucro.
PONDÉ, Luiz Felipe. Deixemos os jovens em paz. O Popular. Goiânia, 11 set. 2017. p. 3. (Adaptado).
No sétimo parágrafo, as aspas na palavra “crítica” foram usadas para
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Configura-se como ato de improbidade administrativa:
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Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão do agente ou do terceiro, o ressarcimento dar-se-á:
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