Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

Durante uma experiência em um laboratório, constatou-se que o crescimento de uma colônia de bactérias era exponencial e obedecia à função N (t) = !$ 200.2^{0,5t} !$ sendo N (t) o número de bactérias no instante t. Se o experimento teve início em t = 0, decorridas 10 horas haverá um total de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Somos livres ou determinados?
Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. p. 236-241. (Adaptado).
No trecho “que não é constrangida a fazer o que não deseja”, a palavra “constrangida” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Somos livres ou determinados?
Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. p. 236-241. (Adaptado).
Na frase “Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade”, o termo destacado exerce a função sintática de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Somos livres ou determinados?
Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. p. 236-241. (Adaptado).
Na frase “enfatizou-se a liberdade humana absoluta”, a partícula “se” indica
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Somos livres ou determinados?
Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. p. 236-241. (Adaptado).
Com relação à progressão temática do texto, verifica-se que o segundo e o terceiro parágrafos desenvolvem ideias que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Somos livres ou determinados?
Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. p. 236-241. (Adaptado).
De acordo com o texto, verifica-se o seguinte:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2547527 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Um servidor público, em uma situação em que flagra outro servidor público de sua mesma repartição recebendo propina de uma empresa em troca de vantagem para essa empresa em uma relação com o Poder Público, deverá:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2547526 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
É exemplo de uma relação ilícita entre uma empresa e o Poder Público:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2547525 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
O trabalho do servidor público deverá ser norteado
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2547524 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
O servidor público, no exercício das suas funções, deverá trabalhar em prol do benefício
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas