Foram encontradas 40 questões.
Em uma feira de ciências, Pedro comprou 2 cadernos e 1
caneta por um total de R$ 11,00. Em outra barraca,
Mariana adquiriu 3 cadernos e 2 canetas do mesmo tipo
dos comprados por Pedro, pagando R$ 19,00. Os preços
dos produtos são constantes em todas as compras, e a
organização precisa identificar o valor de cada item
separadamente para controle financeiro. Quanto custou
cada item?
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Uma caixa em formato de paralelepípedo retângulo será
utilizada para armazenar materiais. As medidas internas
são 5 metros de comprimento, 4 metros de largura e 3
metros de altura. Para fins de logística, é necessário
calcular o volume total disponível no interior da caixa.
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Em um relatório técnico, a numeração das etapas de um
procedimento segue uma sequência numérica específica
para facilitar o acompanhamento do progresso das
atividades. Os valores registrados até o momento são 2,
6, 12 e 20, mantendo uma regularidade que permite
prever os próximos termos. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A sequência cresce de 4 em 4 a cada termo.
(__)O quinto termo da sequência é 35.
(__)A diferença entre termos consecutivos aumenta de 2 em 2.
(__)O quarto termo da sequência é obtido somando-se 8 ao terceiro.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
(__)A sequência cresce de 4 em 4 a cada termo.
(__)O quinto termo da sequência é 35.
(__)A diferença entre termos consecutivos aumenta de 2 em 2.
(__)O quarto termo da sequência é obtido somando-se 8 ao terceiro.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Uma equipe com 4 técnicos consegue organizar 240
arquivos em 6 dias, trabalhando 5 horas por dia, com o
mesmo ritmo. Para atender a uma nova demanda,
deseja-se saber quantos arquivos serão organizados por
6 técnicos em 4 dias, mantendo-se 10 horas diárias de
trabalho.
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Uma empresa precisa dividir igualmente 84 unidades de
um material A e 126 unidades de um material B em
pacotes, sem que sobre qualquer unidade e usando o
maior número possível de unidades em cada pacote.
Para isso, é necessário determinar o máximo divisor
comum entre os dois números apresentados.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à colocação pronominal presente na forma destacada, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
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Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
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As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à classe gramatical do termo destacado, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
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