Foram encontradas 630 questões.
Uma caixa em formato de paralelepípedo retângulo será
utilizada para armazenar materiais. As medidas internas
são 5 metros de comprimento, 4 metros de largura e 3
metros de altura. Para fins de logística, é necessário
calcular o volume total disponível no interior da caixa.
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Em um relatório técnico, a numeração das etapas de um
procedimento segue uma sequência numérica específica
para facilitar o acompanhamento do progresso das
atividades. Os valores registrados até o momento são 2,
6, 12 e 20, mantendo uma regularidade que permite
prever os próximos termos. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A sequência cresce de 4 em 4 a cada termo.
(__)O quinto termo da sequência é 35.
(__)A diferença entre termos consecutivos aumenta de 2 em 2.
(__)O quarto termo da sequência é obtido somando-se 8 ao terceiro.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
(__)A sequência cresce de 4 em 4 a cada termo.
(__)O quinto termo da sequência é 35.
(__)A diferença entre termos consecutivos aumenta de 2 em 2.
(__)O quarto termo da sequência é obtido somando-se 8 ao terceiro.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Uma equipe com 4 técnicos consegue organizar 240
arquivos em 6 dias, trabalhando 5 horas por dia, com o
mesmo ritmo. Para atender a uma nova demanda,
deseja-se saber quantos arquivos serão organizados por
6 técnicos em 4 dias, mantendo-se 10 horas diárias de
trabalho.
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Uma empresa precisa dividir igualmente 84 unidades de
um material A e 126 unidades de um material B em
pacotes, sem que sobre qualquer unidade e usando o
maior número possível de unidades em cada pacote.
Para isso, é necessário determinar o máximo divisor
comum entre os dois números apresentados.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à colocação pronominal presente na forma destacada, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
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As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à classe gramatical do termo destacado, assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
A avaliação clínica da insuficiência cardíaca com fração
de ejeção preservada (ICFEp) envolve critérios diagnósticos rigorosos. Acerca da fisiopatologia e do
diagnóstico das cardiomiopatias, registre V, para as
afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O diagnóstico de ICFEp requer a presença de sintomas de insuficiência cardíaca, fração de ejeção do ventrículo esquerdo igual ou superior a 50% e evidências de disfunção diastólica ou aumento das pressões de enchimento.
(__)O uso de peptídeos natriuréticos (BNP ou NT-proBNP) elevados possui alto valor preditivo positivo para o diagnóstico de insuficiência cardíaca, sendo o único critério necessário para iniciar a terapêutica com sacubitril-valsartana.
(__)Na Estenose Aórtica importante, o desdobramento fixo da segunda bulha (B2) é o achado auscultatório característico, acompanhado de pulso parvus et tardus e sopro holossistólico em foco mitral com irradiação axilar.
(__)A Cardiomiopatia Hipertrófica é uma doença genética caracterizada por hipertrofia ventricular esquerda não explicada por condições de sobrecarga, sendo uma causa importante de morte súbita em atletas jovens.
(__)O bloqueio de ramo esquerdo novo ao eletrocardiograma, em paciente com dor precordial típica, deve ser interpretado como um equivalente de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)O diagnóstico de ICFEp requer a presença de sintomas de insuficiência cardíaca, fração de ejeção do ventrículo esquerdo igual ou superior a 50% e evidências de disfunção diastólica ou aumento das pressões de enchimento.
(__)O uso de peptídeos natriuréticos (BNP ou NT-proBNP) elevados possui alto valor preditivo positivo para o diagnóstico de insuficiência cardíaca, sendo o único critério necessário para iniciar a terapêutica com sacubitril-valsartana.
(__)Na Estenose Aórtica importante, o desdobramento fixo da segunda bulha (B2) é o achado auscultatório característico, acompanhado de pulso parvus et tardus e sopro holossistólico em foco mitral com irradiação axilar.
(__)A Cardiomiopatia Hipertrófica é uma doença genética caracterizada por hipertrofia ventricular esquerda não explicada por condições de sobrecarga, sendo uma causa importante de morte súbita em atletas jovens.
(__)O bloqueio de ramo esquerdo novo ao eletrocardiograma, em paciente com dor precordial típica, deve ser interpretado como um equivalente de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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