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A Constituição Federal orienta todo o ordenamento
jurídico brasileiro. Entre os princípios que regem a República
Federativa do Brasil em suas relações internacionais está:
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2936850
Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Itabuna-BA
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Itabuna-BA
Provas:
- Organização dos PoderesPoder LegislativoDeputados e SenadoresImpeachment e Crimes Comuns e de Responsabilidade
- Organização dos PoderesPoder Executivo
São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da
República que atentem contra a Constituição Federal.
Considerando-se as disposições constitucionais, assinalar a
alternativa CORRETA:
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Considerando-se um retângulo ABCD em que AB = 10cm
e BC = 6cm. Sabe-se que o lado AB é paralelo e está distante
de 2cm do eixo Y. Sendo assim, assinalar a alternativa que
apresenta o volume do sólido gerado pela revolução desse
retângulo em torno desse eixo:


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Assinalar a alternativa que indica CORRETAMENTE a
fórmula para o cálculo da probabilidade de ocorrer o evento
A, dado que o evento B já ocorreu:
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Ana é uma garota que mede 1,50m de altura e que
adora fotografar. Certo dia, ela fotografou o topo de uma
torre cuja distância inclinada até Ana era de 400m. Para essa
fotografia, ela inclinou sua câmera em 30° em relação ao
horizonte. Qual a altura total dessa torre?
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Sejam x e y dois números inteiros positivos, tais que
MMC(x,y) = 504, MDC(x,y) = 24 e y = 72. Nessas condições,
qual o valor de x?
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Um ditado popular afirma que “Se há fumaça, então há
fogo.”. Considerando-se a lógica sentencial, o conectivo
lógico empregado nessa construção é a:
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Você é um número
Se você não tomar cuidado, vira número até para si
mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce,
classificam-no com um número. O registro civil é um
número. Seu título de eleitor é um número.
Profissionalmente falando você também é. Para ser
motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um
número. Seu prédio, seu telefone, seu número de
apartamento — tudo é número.
Se abre crediário, para eles você é um número. Se
tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um
número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem
o número da cadeira.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência,
também é solicitado por um número. Se faz viagem de
passeio ou de negócio, também recebe um número. Para
tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações,
também recebe um. É claro que você é um número de
recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo.
No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui
personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem
um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o
protesto. E vai ver meu protesto também é número.
Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de
Pernambuco uma mulher estava com o filho doente,
desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha
número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a
criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós
somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um
número. Numa pulseira com placa metálica, se não me
engano.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem
número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está
nos deixando secos como um número seco, como um osso
branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8.
Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos
e oitenta e sete. Estou me classificando como um número?
Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida
não ter número e não escapei. O que faz com que
precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou
tem?
(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
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Você é um número
Se você não tomar cuidado, vira número até para si
mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce,
classificam-no com um número. O registro civil é um
número. Seu título de eleitor é um número.
Profissionalmente falando você também é. Para ser
motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um
número. Seu prédio, seu telefone, seu número de
apartamento — tudo é número.
Se abre crediário, para eles você é um número. Se
tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um
número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem
o número da cadeira.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência,
também é solicitado por um número. Se faz viagem de
passeio ou de negócio, também recebe um número. Para
tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações,
também recebe um. É claro que você é um número de
recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo.
No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui
personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem
um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o
protesto. E vai ver meu protesto também é número.
Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de
Pernambuco uma mulher estava com o filho doente,
desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha
número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a
criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós
somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um
número. Numa pulseira com placa metálica, se não me
engano.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem
número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está
nos deixando secos como um número seco, como um osso
branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8.
Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos
e oitenta e sete. Estou me classificando como um número?
Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida
não ter número e não escapei. O que faz com que
precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou
tem?
(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
I. Em “Vou fazer bife à parmegiana”, o que justifica o emprego do sinal indicativo da crase é que está subentendida a palavra “maneira”.
II. Diante de nomes próprios femininos, deve-se utilizar, obrigatoriamente, o acento indicativo da crase: “Entreguei a correspondência à Maria”.
III. Em “A autora à qual nos dirigimos é muito simpática”, o emprego do sinal indicativo da crase se justifica pelo fato de que o verbo “dirigir-se” requer a preposição “a”, e a palavra “autora” é feminina, o que cria a condição básica para a existência de crase: fusão entre “a” preposição e “a” artigo feminino.
IV. Em “Fiquei cara à cara com o assassino”, o emprego do sinal indicativo da crase se justifica por se tratar de uma expressão formada por palavras (femininas) repetidas.
Estão CORRETOS:
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Você é um número
Se você não tomar cuidado, vira número até para si
mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce,
classificam-no com um número. O registro civil é um
número. Seu título de eleitor é um número.
Profissionalmente falando você também é. Para ser
motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um
número. Seu prédio, seu telefone, seu número de
apartamento — tudo é número.
Se abre crediário, para eles você é um número. Se
tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um
número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem
o número da cadeira.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência,
também é solicitado por um número. Se faz viagem de
passeio ou de negócio, também recebe um número. Para
tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações,
também recebe um. É claro que você é um número de
recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo.
No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui
personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem
um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o
protesto. E vai ver meu protesto também é número.
Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de
Pernambuco uma mulher estava com o filho doente,
desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha
número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a
criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós
somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um
número. Numa pulseira com placa metálica, se não me
engano.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem
número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está
nos deixando secos como um número seco, como um osso
branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8.
Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos
e oitenta e sete. Estou me classificando como um número?
Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida
não ter número e não escapei. O que faz com que
precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou
tem?
(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade.
I. Trata-se de uma forma verbal na 1ª pessoa do plural.
II. O verbo encontra-se no tempo presente do modo indicativo.
III. Caso a forma verbal fosse flexionada para a 2ª pessoa do singular, mantendo-se o mesmo tempo e modo verbais, resultaria em “precisasses”.
Está(ão) CORRETO(S):
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