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Foram encontradas 50 questões.

3557221 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Itapecerica Serra-SP
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a palavra em destaque é classificada gramaticalmente como pronome demonstrativo.

 

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3557220 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Itapecerica Serra-SP
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Assinale a alternativa em que se verifica a forma pluralizada incorreta da palavra dada.

 

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3557219 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Itapecerica Serra-SP
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A palavra a seguir que apresenta dígrafo é:

 

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3557218 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Itapecerica Serra-SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

buracos-de-minhoca-e-possivel-que-existam-atalhos-no-espaco-tempo.ghtml>

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

As palavras “geometria” e “espaço-tempo” são formadas, respectivamente, pelos processos de:

 

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3557217 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Itapecerica Serra-SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

buracos-de-minhoca-e-possivel-que-existam-atalhos-no-espaco-tempo.ghtml>

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

A expressão “muito distantes”, que ocorre no excerto indicado, funciona como um:

 

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3557216 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

buracos-de-minhoca-e-possivel-que-existam-atalhos-no-espaco-tempo.ghtml>

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O significado da locução “via de regra”, que ocorre no excerto indicado, corresponde àquele expresso por:

 

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3557215 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

buracos-de-minhoca-e-possivel-que-existam-atalhos-no-espaco-tempo.ghtml>

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

No excerto indicado, a conjunção “mas” é empregada como um mecanismo de coesão textual. Uma expressão que mantém sua função textual e seu significado é:

 

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3557214 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

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Considere o excerto: “A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português).”

No contexto apresentado, em termos de significado, a palavra ‘seminal’ remete a:

 

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3557213 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

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De acordo com o texto, o caráter repulsivo da matéria exótica decorre de:

 

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3557212 Ano: 2024
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Buracos de minhoca: é possível que existam “atalhos” no espaço-tempo?

Via de regra, é a ciência que inspira as mentes criativas do cinema e da literatura a criarem seus roteiros maravilhosos de ficção. Mas, na década de 1980, ocorreu o movimento contrário. O criador da história também era cientista, claro.

O ano era 1985 e o astrônomo Carl Sagan, criador da aclamada série Cosmos, estava escrevendo seu único livro de ficção científica, Contato, que 12 anos depois viraria um filme. A trama fala sobre possíveis contatos com extraterrestres. Na história, Elli recebe instruções vindas de uma civilização avançada, orientando-a na construção de uma máquina revolucionária capaz de viajar pelo hiperespaço, através de um buraco de minhoca. A ideia foi inspirada diretamente por uma conversa entre Sagan e seu colega, o físico Kip Thorne — que em 2017 levou o prêmio Nobel de Física pela detecção das ondas gravitacionais. Sagan pediu a Thorne que investigasse se de fato a ideia do tal “atalho no espaço-tempo” descrito no livro estaria cientificamente correta.

Matéria exótica

A conversa deu origem a um artigo seminal sobre os wormholes (buracos de minhoca, em português). Intitulado Wormholes in spacetime and their use for interstellar travel: A tool for teaching general relativity (“Buracos de minhoca no espaço-tempo e seu uso para viagem interestelar: Uma ferramenta para ensinar relatividade geral”, em livre tradução), o trabalho mostra todo o formalismo matemático da Relatividade Geral de Einstein, tendo como solução a geometria de um túnel no espaço-tempo ligando duas regiões remotas do Universo.

Thorne e seu colaborador Michael Morris mostraram que, para a “garganta” do buraco de minhoca permanecer aberta, ele deve ser preenchido com matéria exótica, isto é, matéria com massa negativa. Isso violaria inclusive algumas condições de conservação de energia.

Sabemos desde a Lei da Gravitação Universal de Newton que a gravidade é uma força exclusivamente atrativa e diretamente proporcional à massa dos corpos. Sendo assim, matéria exótica teria, entre outras coisas, um certo caráter “repulsivo”. Ou seja, a conclusão na época é que pela Relatividade Geral seria impossível obter um buraco de minhoca que pudesse respeitar as leis da natureza. A menos que a Relatividade Geral precise de alguma correção. E esse é o ponto em que, desde o artigo proposto por Carl Sagan, há uma verdadeira corrida na astrofísica para apresentar teorias alternativas que corrijam ou complementem a Relatividade Geral.

A meta é encontrar uma solução para um buraco de minhoca que seja atravessável sem que para isso ele precise ser preenchido com matéria exótica. Mesmo buracos de minhoca em nível quântico. Nunca detectados, mas previstos nessas soluções de correção da Relatividade Geral, os buracos de minhoca, se existirem de fato, podem ser nossa única alternativa para viagens interestelares.

As “dobras” e “túneis” na geometria do espaço-tempo podem ser os atalhos para atingir sistemas e estrelas muito, muito distantes. A questão ainda permanece em aberto, e pode abrir caminho para uma nova teoria pós-teoria da relatividade. O futuro dirá.

Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/02/

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Quanto à existência dos buracos de minhoca, é correto afirmar que:

 

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