Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 02 a 08.
Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
Na frase “… traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração…” (1º parágrafo), a palavra “o”, em destaque, tem a mesma função que na alternativa:
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão em destaque está corretamente substituída, nos parênteses, de acordo com a norma-padrão.
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Leia o texto.
Leis da liderança
A responsabilidade de fazer uma equipe vencer pertence __ um líder e, segundo Sun Tzu, algumas características definem bons sistemas de comando.
Descentralização: Cada pessoa tem autoridade para atingir objetivos, exceto o que é proibido. Um bom líder comanda sua própria unidade, que, por sua vez, sabe de onde __ as instruções.
Liberdade: É importante que o líder saiba dar liberdade __ seus funcionários. O líder não pode deixar que seu poder suba __ cabeça.
(Trecho da Publicação Clássicos em Revista, A Arte da Guerra, nº 1, 2015)
As lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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A concordância e/ou a regência estão corretas na seguinte frase:
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
As palavras em destaque nas frases “… a designação arbitrária de quem vive e quem morre…” (4º parágrafo) e “Uma solução é a eventual infusão de soro…” (6º parágrafo) têm como sinônimos, respectivamente:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “como”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do texto:
• … traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. (1º parágrafo)
• Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. (3º parágrafo)
• Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração… (3º parágrafo)
Os termos em destaque estabelecem relações entre as orações, encerrando, respectivamente, sentido de
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que descreve corretamente o fato linguístico.
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
As informações do texto permitem afirmar, corretamente, que
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Holocausto animal
Muitos sobreviventes do Holocausto passaram a traçar paralelos entre o que viveram no campo de concentração e como tratamos os animais que comemos. O escritor Isaac Bashevis Singer, Nobel de Literatura de 1978, escreveu: “Em relação aos animais, todas as pessoas são nazistas; para os animais, é uma eterna Treblinka*”.
A ONG People for the Ethical Treatment of Animals passou a usar a analogia em 2006 nas suas campanhas, o que causou indignação entre líderes judeus, incluindo o Museu do Holocausto americano.
Resgataram textos de outros sobreviventes e escritores de renome para ampliar o movimento. Edgar Kupfer-Koberwitz, jornalista alemão também sobrevivente, escreveu em 1940: “Acredito que enquanto o homem tortura e mata animais, ele também torturará e matará humanos, e guerras serão travadas.
De outro sobrevivente do Holocausto, Alex Hershaft: “Os nazistas fizeram com minha família e meu povo o que fazemos com os animais que criamos para comer: a marcação ou tatuagem de números de série para identificar as vítimas, o uso de vagões de gado para transportar as vítimas para a morte, o alojamento lotado de vítimas em caixotes de madeira, a designação arbitrária de quem vive e quem morre – o cristão vive, o judeu morre; o cão vive, o porco morre”.
Marguerite Yourcenar também escreveu que todo ato de crueldade sofrido por animais é um crime contra a humanidade: “Se não aceitamos o transporte de seres humanos a campos de concentração, como aceitaríamos o ‘desumano’ transporte de animais a matadouros?”.
Vira e mexe, meu check-up aponta falta de ferro e anemia. É grave. Uma solução é a eventual infusão de soro com ferro, que mais se parece com uma frigideira vermelha líquida derretida que entra no sangue em gotas.
Me receitaram alimentos de origem animal (coração de galinha, fígado, língua de boi, peixes, frutos do mar, ovos, carnes e aves). Preciso de seu ferro e o da panela. Quero ser vegano. Difícil viver atualmente sem se sentir um abusador de animais.
*Treblinka: quarto campo de extermínio alemão onde judeus foram exterminados em câmaras de gás.
(Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S.Paulo, 10 de março de 2023. Adaptado)
Da leitura do texto, depreende-se que o autor
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Leia a charge.

O efeito de humor da charge se deve
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