Foram encontradas 1.030 questões.
Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 20 a 22.
Paciente do sexo feminino, 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica em uso de valsartana e clortalidona, hipercolesterolemia isolada sem tratamento atual, sedentarismo e obesidade grau 1. Apresenta histórico familiar de doença aterosclerótica precoce com mãe falecida aos 48 anos de infarto agudo do miocárdio. Em acompanhamento com o ginecologista, realizou a angiotomografia de artérias coronárias, apresentada a seguir, após queixa de dor torácica aos esforços maiores há 6 meses.
Sistema coronariano de dominância direita.
Tronco da Coronária Esquerda (TCE):
O TCE origina-se do seio coronariano esquerdo e trifurca.
Lesão não calcificada com estenose superior a 80% no terço distal, englobando origem da DA, Cx e ramo intermédio.
Artéria Descendente Anterior (DA):
A DA origina dois ramos diagonais e cruza o ápice do VE.
DA ocluída no óstio, englobando origem do primeiro ramo diagonal.
Artéria Circunflexa (Cx):
Cx ocluída no óstio, englobando a origem do primeiro ramo marginal.
Segundo ramo marginal apresenta lesão não calcificada com estenose superior a 80% no óstio.
Artéria Coronária Direita (CD):
A CD origina-se do seio coronariano direito e é dominante.
CD apresenta lesões parcialmente calcificadas com estenoses inferiores a 20% nos terços proximal e médio.
Ramo DP apresenta calcificações parietais sem estenoses significativas.
Ramo VP afilado e livre de lesões.
Informações Complementares:
Ausência de ateromatose nos segmentos aórticos parcialmente visualizados.
Aorta ascendente mede 25 mm ao nível do tronco pulmonar.
Pericárdio sem alterações.
CONCLUSÃO:
O escore de cálcio é superior ao percentil 75 para idade e sexo.
A angiotomografia coronariana destaca aterosclerose obstrutiva importante, multiarterial.
Diante do caso clínico apresentado, a abordagem terapêutica seria:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 38 e 39.
Paciente idosa, 78 anos, internada na enfermaria no pós-operatório de cirurgia de prótese total de joelho, acionado código de urgência pela enfermagem, pois a paciente não apresenta responsividade aos estímulos, sem movimentos respiratórios e sem presença de pulso carotídeo a palpação.
A monitorização com pás evidenciava a derivação eletrocardiográfica apresentada a seguir:

Qual a conduta terapêutica indicada?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 38 e 39.
Paciente idosa, 78 anos, internada na enfermaria no pós-operatório de cirurgia de prótese total de joelho, acionado código de urgência pela enfermagem, pois a paciente não apresenta responsividade aos estímulos, sem movimentos respiratórios e sem presença de pulso carotídeo a palpação.
A monitorização com pás evidenciava a derivação eletrocardiográfica apresentada a seguir:

A causa mais provável associada ao quadro clínico é:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 e 32.
Paciente do sexo masculino, 57 anos, portador de dislipidemia mista e hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana 50 mg 2x/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. Atendido no pronto atendimento com queixa de dor torácica de início há 48 horas, forte intensidade, irradiação para o ombro esquerdo, com pico de dor com duração de 5-10 minutos e melhora parcial com dor residual, com início após exercícios isométricos na academia. Realizou o eletrocardiograma sem alterações sugestivas e coleta de marcadores de necrose miocárdica com troponina ultrassensível negativa.
Durante a investigação na emergência, realizou a tomografia de tórax apresentada a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta evidência, no exame complementar, de maior risco de mortalidade.
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 28 e 29.
Paciente do sexo feminino, 74 anos, sem comorbidades ou tratamento contínuos, trazida pelo SAMU após episódio de síncope em ambiente público, durante o atendimento relata história na última semana de períodos de palpitações seguidos de tontura e mal-estar, com sensação de desmaio iminente. Ao exame físico, constatou-se ritmo irregular e foi solicitado eletrocardiograma, apresentado a seguir.

A estratégia terapêutica mais indicada para essa paciente é:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 28 e 29.
Paciente do sexo feminino, 74 anos, sem comorbidades ou tratamento contínuos, trazida pelo SAMU após episódio de síncope em ambiente público, durante o atendimento relata história na última semana de períodos de palpitações seguidos de tontura e mal-estar, com sensação de desmaio iminente. Ao exame físico, constatou-se ritmo irregular e foi solicitado eletrocardiograma, apresentado a seguir.

O diagnóstico mais provável associado ao caso é:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 20 a 22.
Paciente do sexo feminino, 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica em uso de valsartana e clortalidona, hipercolesterolemia isolada sem tratamento atual, sedentarismo e obesidade grau 1. Apresenta histórico familiar de doença aterosclerótica precoce com mãe falecida aos 48 anos de infarto agudo do miocárdio. Em acompanhamento com o ginecologista, realizou a angiotomografia de artérias coronárias, apresentada a seguir, após queixa de dor torácica aos esforços maiores há 6 meses.
Sistema coronariano de dominância direita.
Tronco da Coronária Esquerda (TCE):
O TCE origina-se do seio coronariano esquerdo e trifurca.
Lesão não calcificada com estenose superior a 80% no terço distal, englobando origem da DA, Cx e ramo intermédio.
Artéria Descendente Anterior (DA):
A DA origina dois ramos diagonais e cruza o ápice do VE.
DA ocluída no óstio, englobando origem do primeiro ramo diagonal.
Artéria Circunflexa (Cx):
Cx ocluída no óstio, englobando a origem do primeiro ramo marginal.
Segundo ramo marginal apresenta lesão não calcificada com estenose superior a 80% no óstio.
Artéria Coronária Direita (CD):
A CD origina-se do seio coronariano direito e é dominante.
CD apresenta lesões parcialmente calcificadas com estenoses inferiores a 20% nos terços proximal e médio.
Ramo DP apresenta calcificações parietais sem estenoses significativas.
Ramo VP afilado e livre de lesões.
Informações Complementares:
Ausência de ateromatose nos segmentos aórticos parcialmente visualizados.
Aorta ascendente mede 25 mm ao nível do tronco pulmonar.
Pericárdio sem alterações.
CONCLUSÃO:
O escore de cálcio é superior ao percentil 75 para idade e sexo.
A angiotomografia coronariana destaca aterosclerose obstrutiva importante, multiarterial.
Assinale a alternativa que, segundo as diretrizes, apresenta qual critério de alto risco é encontrado no exame complementar.
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 16 e 17.
Paciente 69 anos, sexo feminino, encaminhada para a cardiologia por histórico de hipertensão de difícil controle e de intolerância gastrointestinal a várias medicações anti-hipertensivas, por náuseas, vômitos, sudorese e lipotimia.
Solicitado a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA), com resultado a seguir:
Parâmetros | PAS | PAD |
Média (mmHg) | 117 | 60 |
FC Média (bpm) | 66 | |
Pressão de pulso (mmHg) | 57 | |
Carga Pressórica (%) | 29% | 0% |
PA – Clínica | 204 | 85 |
Reação de Alarme | 87 | 25 |
Médias – Manhã | 127 | 62 |
Médias – Noite | 107 | 58 |
Diferença MN | 20 | 5 |
PA máx da manhã | 158 | 77 |
Variabilidade | 19.3 | 6.3 |
VPA Manhã | 19.7 | 6.6 |
VPA noite | 12.5 | 5.0 |
Primeira menos segunda | 7 | –3 |
Medidas Válidas: 24 (100% de sucesso)
Todas as medidas | ||||||
Data | Hora | PAS | PAD | PP | PAM | FC |
07/12 | 16:24 | 206 | 86 | 166 | 120 | 63 |
16:25 | 202 | 83 | 162 | 119 | 61 | |
08/12 | 08:15 | 119 | 58 | 99 | 61 | 64 |
08:32 | 104 | 57 | 88 | 47 | 62 | |
08:35 | 102 | 72 | 92 | 30 | 94 | |
19:06 | 111 | 57 | 93 | 54 | 71 | |
19:07 | 106 | 71 | 94 | 35 | 98 | |
19:14 | 113 | 58 | 95 | 55 | 68 | |
09/12 | 07:54 | 120 | 60 | 100 | 60 | 62 |
08:06 | 105 | 53 | 88 | 53 | 60 | |
08:09 | 104 | 58 | 89 | 46 | 59 | |
20:02 | 132 | 61 | 108 | 71 | 63 | |
20:12 | 115 | 53 | 94 | 62 | 61 | |
20:19 | 121 | 60 | 101 | 61 | 60 | |
10/12 | 08:13 | 158 | 63 | 126 | 95 | 64 |
08:17 | 147 | 65 | 120 | 82 | 63 | |
08:22 | 148 | 66 | 121 | 82 | 63 | |
20:00 | 108 | 53 | 90 | 55 | 65 | |
20:06 | 109 | 53 | 90 | 56 | 64 | |
20:12 | 103 | 52 | 86 | 51 | 63 | |
11/12 | 01:45 | 139 | 56 | 111 | 83 | 58 |
02:01 | 149 | 77 | 125 | 72 | 57 | |
02:05 | 130 | 62 | 107 | 68 | 69 | |
19:46 | 91 | 56 | 79 | 35 | 69 | |
19:50 | 90 | 57 | 79 | 33 | 68 | |
19:51 | 88 | 60 | 79 | 28 | 68 | |
Assinale a alternativa que, diante da suspeita diagnóstica, apresenta quais são as orientações das diretrizes nacionais e internacionais para melhor abordagem terapêutica.
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 16 e 17.
Paciente 69 anos, sexo feminino, encaminhada para a cardiologia por histórico de hipertensão de difícil controle e de intolerância gastrointestinal a várias medicações anti-hipertensivas, por náuseas, vômitos, sudorese e lipotimia.
Solicitado a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA), com resultado a seguir:
Parâmetros | PAS | PAD |
Média (mmHg) | 117 | 60 |
FC Média (bpm) | 66 | |
Pressão de pulso (mmHg) | 57 | |
Carga Pressórica (%) | 29% | 0% |
PA – Clínica | 204 | 85 |
Reação de Alarme | 87 | 25 |
Médias – Manhã | 127 | 62 |
Médias – Noite | 107 | 58 |
Diferença MN | 20 | 5 |
PA máx da manhã | 158 | 77 |
Variabilidade | 19.3 | 6.3 |
VPA Manhã | 19.7 | 6.6 |
VPA noite | 12.5 | 5.0 |
Primeira menos segunda | 7 | –3 |
Medidas Válidas: 24 (100% de sucesso)
Todas as medidas | ||||||
Data | Hora | PAS | PAD | PP | PAM | FC |
07/12 | 16:24 | 206 | 86 | 166 | 120 | 63 |
16:25 | 202 | 83 | 162 | 119 | 61 | |
08/12 | 08:15 | 119 | 58 | 99 | 61 | 64 |
08:32 | 104 | 57 | 88 | 47 | 62 | |
08:35 | 102 | 72 | 92 | 30 | 94 | |
19:06 | 111 | 57 | 93 | 54 | 71 | |
19:07 | 106 | 71 | 94 | 35 | 98 | |
19:14 | 113 | 58 | 95 | 55 | 68 | |
09/12 | 07:54 | 120 | 60 | 100 | 60 | 62 |
08:06 | 105 | 53 | 88 | 53 | 60 | |
08:09 | 104 | 58 | 89 | 46 | 59 | |
20:02 | 132 | 61 | 108 | 71 | 63 | |
20:12 | 115 | 53 | 94 | 62 | 61 | |
20:19 | 121 | 60 | 101 | 61 | 60 | |
10/12 | 08:13 | 158 | 63 | 126 | 95 | 64 |
08:17 | 147 | 65 | 120 | 82 | 63 | |
08:22 | 148 | 66 | 121 | 82 | 63 | |
20:00 | 108 | 53 | 90 | 55 | 65 | |
20:06 | 109 | 53 | 90 | 56 | 64 | |
20:12 | 103 | 52 | 86 | 51 | 63 | |
11/12 | 01:45 | 139 | 56 | 111 | 83 | 58 |
02:01 | 149 | 77 | 125 | 72 | 57 | |
02:05 | 130 | 62 | 107 | 68 | 69 | |
19:46 | 91 | 56 | 79 | 35 | 69 | |
19:50 | 90 | 57 | 79 | 33 | 68 | |
19:51 | 88 | 60 | 79 | 28 | 68 | |
Diante das medidas pressóricas observadas na MRPA, a hipótese diagnóstica compatível ao quadro clínico é:
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Considere o seguinte caso para responder às questões de números 38 e 39.
R.C.T., 52 anos, realizou mamografia digital bilateral de rotina, que revelou, em quadrante supero medial de mama direita, nódulo irregular, mal definido, medindo 1,3 cm. A ultrassonografia revelou nódulo sólido, verticalizado, com sombra acústica posterior.
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