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Em pacientes portadores de estenose aórtica grave sintomática com doença oncológica terminal com expectativa de vida < 12 meses, segundo as diretrizes brasileiras de valvopatias, uma opção para melhora da qualidade de vida seria
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Qual o achado eletrocardiográfico mais comum na adaptação fisiológica da síndrome do coração de atleta?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 34 e 35.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, portadora de hipercolesterolemia isolada, sem tratamento medicamentoso atual, sem história de doença cardiovascular na família, realiza atividade física diária, IMC 21, alimentação com acompanhamento nutricional. No acompanhamento cardiológico, apresenta progressivo aumento dos níveis de LDL colesterol nos últimos 3 anos.
Na estratificação de risco, qual a meta de redução de LDL colesterol para essa paciente sem hipolipemiante?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 34 e 35.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, portadora de hipercolesterolemia isolada, sem tratamento medicamentoso atual, sem história de doença cardiovascular na família, realiza atividade física diária, IMC 21, alimentação com acompanhamento nutricional. No acompanhamento cardiológico, apresenta progressivo aumento dos níveis de LDL colesterol nos últimos 3 anos.
Segundo as atuais diretrizes brasileiras de dislipidemia, qual nível de LDL colesterol isoladamente tem indicação de início de tratamento medicamentoso?
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Paciente do sexo feminino, 72 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, com história de fibrilação atrial persistente em tratamento atual com varfarina 5 mg 1 comprimido 3x/semana + 1/2 comprimido 4x/semana, metformina 1 000 mg 2x/dia, ramipril 5 mg/dia.
Uma abordagem terapêutica, preconizada em diretrizes atuais, para prevenção de eventos tromboembólicos seria:
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 31 e 32.
Paciente do sexo masculino, 57 anos, portador de dislipidemia mista e hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana 50 mg 2x/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. Atendido no pronto atendimento com queixa de dor torácica de início há 48 horas, forte intensidade, irradiação para o ombro esquerdo, com pico de dor com duração de 5-10 minutos e melhora parcial com dor residual, com início após exercícios isométricos na academia. Realizou o eletrocardiograma sem alterações sugestivas e coleta de marcadores de necrose miocárdica com troponina ultrassensível negativa.
Durante a investigação na emergência, realizou a tomografia de tórax apresentada a seguir.

O tratamento preconizado para esse paciente é:
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Em pacientes portadores de hipertensão arterial qual fator de risco isolado leva a maior diminuição dos níveis pressóricos?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 25 a 27.
Paciente, sexo feminino, com 75 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica de longa data sem aderência adequada ao tratamento, procura o pronto-socorro sempre com queixa de dispneia progressiva e intolerância a exercícios. Encaminhada para o retorno com o cardiologista, apresentava a persistência da queixa, ao exame físico apresentava pressão arterial 155 x 87 mmHg, frequência cardíaca 82 bpm e pressão venosa jugular de 12 cmH2O, com edema de membros inferiores +/4+ e presença de discretos estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. Realizou uma radiografia de tórax com presença de edema intersticial, eletrocardiograma com presença de bloqueio de ramo direito e ecocardiograma recente mostra tamanho normal do ventrículo esquerdo, FE 65%, regurgitação mitral leve, átrio esquerdo dilatado e relação E/e’ 16.
É correto afirmar, para esse paciente, que
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 25 a 27.
Paciente, sexo feminino, com 75 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica de longa data sem aderência adequada ao tratamento, procura o pronto-socorro sempre com queixa de dispneia progressiva e intolerância a exercícios. Encaminhada para o retorno com o cardiologista, apresentava a persistência da queixa, ao exame físico apresentava pressão arterial 155 x 87 mmHg, frequência cardíaca 82 bpm e pressão venosa jugular de 12 cmH2O, com edema de membros inferiores +/4+ e presença de discretos estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. Realizou uma radiografia de tórax com presença de edema intersticial, eletrocardiograma com presença de bloqueio de ramo direito e ecocardiograma recente mostra tamanho normal do ventrículo esquerdo, FE 65%, regurgitação mitral leve, átrio esquerdo dilatado e relação E/e’ 16.
Qual tratamento apresenta evidência científica de redução de mortalidade e hospitalização para esse perfil de pacientes?
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Considere o caso clínico a seguir para responder às questões de números 25 a 27.
Paciente, sexo feminino, com 75 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica de longa data sem aderência adequada ao tratamento, procura o pronto-socorro sempre com queixa de dispneia progressiva e intolerância a exercícios. Encaminhada para o retorno com o cardiologista, apresentava a persistência da queixa, ao exame físico apresentava pressão arterial 155 x 87 mmHg, frequência cardíaca 82 bpm e pressão venosa jugular de 12 cmH2O, com edema de membros inferiores +/4+ e presença de discretos estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões. Realizou uma radiografia de tórax com presença de edema intersticial, eletrocardiograma com presença de bloqueio de ramo direito e ecocardiograma recente mostra tamanho normal do ventrículo esquerdo, FE 65%, regurgitação mitral leve, átrio esquerdo dilatado e relação E/e’ 16.
O diagnóstico associado ao caso é:
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