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Um homem de 52 anos, com histórico de etilismo crônico, apresenta dor abdominal epigástrica crônica, contínua, de forte intensidade, que piora após as refeições. Relata perda ponderal de 7 kg nos últimos 4 meses, esteatorreia e episódios ocasionais de vômitos. Exames laboratoriais evidenciam glicemia de jejum elevada e insuficiência exócrina pancreática. A tomografia computadorizada de abdome revelou calcificações difusas no pâncreas e dilatação do ducto pancreático principal (8 mm), sem massas aparentes. Após manejo inicial com enzimas pancreáticas e analgesia, a dor persiste, limitando muito as atividades do paciente.
Nesse contexto, a abordagem terapêutica mais indicada para esse paciente é
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Um homem de 45 anos, previamente hígido, procura atendimento devido a dor epigástrica intensa de início súbito, associada a náuseas. No exame físico, apresenta abdome rígido e doloroso à palpação, com sinais de irritação peritoneal. A radiografia de abdome revelou pneumoperitônio. Após estabilização inicial, foi submetido a uma videolaparoscopia, que identificou uma úlcera perfurada de 0,8 cm na pequena curvatura gástrica, sem calo fibroso.
Considerando o exposto, assinale a alternativa que indica a conduta cirúrgica mais adequada para esse caso.
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Um homem de 58 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva, inicialmente, para sólidos e, posteriormente, para líquidos, associada a perda ponderal de 9 kg nos últimos 3 meses. Após avaliação inicial, foi realizada uma endoscopia digestiva alta que revelou lesão ulcerada na junção esofagogástrica, com biópsia positiva para adenocarcinoma. A tomografia computadorizada de tórax e abdome mostrou espessamento da parede esofágica na região distal, sem evidência de linfonodomegalia ou metástases à distância. O paciente apresenta bom estado geral, sem comorbidades descompensadas.
Nesse caso, a conduta mais indicada para o manejo inicial é
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Um homem de 66 anos, com histórico de três laparotomias prévias por cirurgias abdominais há mais de 10 anos, apresenta dor abdominal difusa, náuseas, vômitos biliosos e ausência de evacuação há 48 horas. No exame físico, o abdome está distendido, com ruídos hidroaéreos metálicos. Após ressuscitação volêmica realizada no pronto atendimento, o paciente é internado para continuidade do tratamento. A radiografia simples de abdome e tomografia computadorizada (TC) do abdome estão demonstradas a seguir.

Com base no caso clínico e na radiografia apresentados, assinale a alternativa que indica a conduta mais apropriada nesse caso.
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Um homem de 58 anos, obeso (IMC 35 kg/m2 ), tabagista, com histórico de apendicectomia há 20 anos, apresenta abaulamento doloroso em região infraumbilical, notado há cerca de 6 meses, que aumentou de volume gradualmente. Ele relata dor ao esforço físico e aumento do abaulamento ao tossir. No exame físico, há uma protrusão irredutível, com dor à palpação, localizada na linha mediana. Foi solicitada tomografia computadorizada (TC) do abdome, que revelou hérnia incisional com perda de domicílio. O paciente é submetido ao reparo cirúrgico convencional (colocação do conteúdo herniário intra-abdominal e uso de tela pré-peritoneal); logo após a cirurgia, evolui com insuficiência respiratória aguda, insuficiência renal e distensão abdominal.
Com base no exposto, pode-se afirmar que o paciente apresentou, como complicação pós-operatória,
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Um homem de 75 anos, com histórico de câncer de pulmão metastático, em tratamento quimioterápico, procura atendimento devido à dispneia progressiva e dor torácica leve há duas semanas. Ele não apresenta febre ou outros sinais infecciosos. No exame físico, observa-se murmúrio vesicular diminuído e macicez à percussão no hemitórax direito. Uma toracocentese diagnóstica revela líquido de aspecto sero-hemático com pH 7,2, glicose 45 mg/dL e citologia positiva para células neoplásicas. A radiografia de tórax está demonstrada a seguir.

(Townsend Jr., C. M.; Beauchamp, R.D.; B. Evers,
M. and Mattox, K.L. Sabiston. Tratado de cirurgia.
20a edição, ed. Elsevier, 2019)
Com base no relato e na radiografia apresentados, assinale a alternativa que indica a melhor abordagem terapêutica inicial para esse paciente.
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Uma menina de 5 anos é levada ao ambulatório devido a um aumento indolor na região média do pescoço que os pais notaram há cerca de 6 meses. O aumento de volume tornou-se mais evidente após um episódio recente de infecção de vias aéreas superiores. No exame físico, observa-se uma massa móvel, situada na linha média do pescoço, que se eleva com a deglutição e ao protrair a língua. Não há sinais de inflamação no momento. Ultrassonografia cervical mostra uma lesão cística bem delimitada, sem vascularização interna.
Segundo o caso clínico apresentado, pode-se afirmar que a abordagem inicial mais adequada para esse caso é
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Um homem de 44 anos é admitido no pronto-socorro após explosão em um ambiente industrial. Ele apresenta queimaduras extensas em tórax, abdome e membros superiores, com áreas de espessura parcial e total, totalizando aproximadamente 55% da superfície corporal queimada (SCQ). O paciente está consciente, com frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 100/70 mmHg e frequência respiratória de 28 irregulares. Relata dificuldade respiratória. No exame físico, observa-se fuligem em narinas e orofaringe, rouquidão e queimaduras circulares profundas nos membros superiores.
Considerando o descrito, assinale a alternativa correta com relação à conduta inicial mais apropriada nesse caso.
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Um homem de 37 anos é admitido no pronto-socorro após acidente de moto. Ele estava sem capacete e foi encontrado inconsciente no local. À chegada, apresenta Glasgow Coma Scale (GCS) de 8, pressão arterial de 90/60 mmHg, frequência cardíaca de 140 bpm e saturação de oxigênio de 85% com máscara de O2 com reservatório. No exame físico, há enfisema subcutâneo no hemitórax direito, ausência de murmúrio vesicular à direita e desvio da traqueia para a esquerda. A radiografia de tórax portátil não está disponível no momento. Foi intubado satisfatoriamente, mas houve piora do quadro ventilatório.
A conduta mais apropriada, nesse caso, deverá ser
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Um homem de 28 anos é admitido no pronto-socorro após colisão automobilística. Ele estava sem cinto de segurança e sofreu impacto direto na cabeça. Na chegada, apresenta Glasgow Coma Scale (GCS) de 12. Seus sinais vitais são pressão arterial de 150/90 mmHg, frequência cardíaca de 75 bpm, saturação O2 de 96% e frequência respiratória de 12 irpm irregulares. No exame, observa-se anisocoria com midríase à direita e reflexo pupilar lento. Não há outras lesões aparentes.
Após as medidas iniciais na sala de emergência, qual é a conduta mais apropriada nesse cenário?
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