Foram encontradas 323 questões.
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Itapirapuã Paulista-SP
Leia o texto abaixo para responder a questão. Observe a charge abaixo:

As formas verbais presentes na charge: sentir e avise estão conjugadas respectivamente:
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Leia o texto abaixo para responder a questão. Observe a charge abaixo:

Na oração “Se você sentir qualquer dor no coração,” a partícula se assume a função de:
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Leia o poema abaixo de Mário Quintana para responder a questão
Presença
E preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas, teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos... E preciso que a tua ausência trescale sutilmente, no ar, a trevo machucado, as folhas de alecrim desde há muito guardadas na o se sabe por quem nalgum móvel antigo... Mas e preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te, azul e luminosa, no ar. E preciso a saudade para eu sentir como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida... Mas quando surges esta o outra e múltipla e imprevista que nunca te pareces com o teu retrato... E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
Mario Quintana - In: Apontamentos de História Sobrenatural. São Paulo: Editora Globo, 2005, Pg. 96
No verso “É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,” a oração sublinhada e classificada como:
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Leia o poema abaixo de Mário Quintana para responder a questão
Presença
E preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas, teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos... E preciso que a tua ausência trescale sutilmente, no ar, a trevo machucado, as folhas de alecrim desde há muito guardadas na o se sabe por quem nalgum móvel antigo... Mas e preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te, azul e luminosa, no ar. E preciso a saudade para eu sentir como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida... Mas quando surges esta o outra e múltipla e imprevista que nunca te pareces com o teu retrato... E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
Mario Quintana - In: Apontamentos de História Sobrenatural. São Paulo: Editora Globo, 2005, Pg. 96
Leia o verso do poema: “teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento”
Em relação as vírgulas, são empregadas:
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Analise o texto abaixo e assinale a alternativa que contém a função da linguagem nele expressa:

http://textoemmovimento.blogspot.com.br
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Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas pelo mesmo motivo:
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Leia o poema a seguir para responder a questão
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso e sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
-Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
Leia e analise os versos abaixo:
Meu verso e sangue. Volúpia ardente...
De desalento... de desencanto...
-Eu faço versos como quem morre.
Os vocábulos sangue/desencanto/versos exercem a função sintática de:
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Leia o poema a seguir para responder a questão
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso e sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
-Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
Considere os versos abaixo elencados quanto a classificação morfológica dos termos sublinhados e, assinale V para a verdadeira e F para a falsa:
( ) Eu faço versos como quem chora (conjunção).
( ) Fecha o meu livro, se por agora ( advérbio).
( ) Na o tens motivo nenhum de pranto. (pronome indefinido).
( ) Assim dos lábios a vida corre, (artigo definido).
( ) Eu faço versos como quem morre. (numeral).
As assertivas são respectivamente:
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Leia o poema a seguir para responder a questão
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso e sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
-Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
As figuras de linguagem são recursos estilísticos usados na escrita ou na fala para dar a comunicação força, colorido, ênfase, beleza. Assim sendo, observe os versos abaixo, extraí dos do poema Desencanto:
“Eu faço versos como quem chora
Meu verso é sangue.
Volúpia ardente...
Tristeza esparsa...remorso vão...”
Os versos acima apresentam figuras de linguagem que são denominadas:
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Leia o poema a seguir para responder a questão
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso e sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
-Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
Manuel Bandeira foi um poeta modernista, que participou da Semana da Arte Moderna ocorrida em São Paulo, em 1922.
Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que na o expressa o significado do poema Desencanto:
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