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Os cavalos brancos de Napoleão
A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de
certa convivência, ganhando intimidade, que começaram
a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e
da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo
estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre,
pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos
– não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse
apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem
se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão
não os recebesse.
Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava
consigo um sobrenome tradicional e as demais condições
não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua
vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado
à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições,
todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos
julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar
um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o
filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais
visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam
criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa,
promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente
e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo
lar, não era de admirar que fosse advogado competente.
Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado,
dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas,
vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que,
enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele
não soubesse.
Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as
nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais
exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu
nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou
touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira
visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a
simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato
de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao
lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens.
Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a
reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse
não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.
Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu
uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito
de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os
animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas
passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma
pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos.
Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar.
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos
poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples
constatação.
(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017.
Adaptado)
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Os cavalos brancos de Napoleão
A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de
certa convivência, ganhando intimidade, que começaram
a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e
da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo
estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre,
pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos
– não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse
apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem
se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão
não os recebesse.
Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava
consigo um sobrenome tradicional e as demais condições
não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua
vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado
à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições,
todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos
julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar
um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o
filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais
visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam
criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa,
promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente
e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo
lar, não era de admirar que fosse advogado competente.
Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado,
dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas,
vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que,
enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele
não soubesse.
Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as
nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais
exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu
nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou
touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira
visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a
simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato
de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao
lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens.
Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a
reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse
não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.
Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu
uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito
de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os
animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas
passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma
pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos.
Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar.
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos
poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples
constatação.
(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017.
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A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de
certa convivência, ganhando intimidade, que começaram
a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e
da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo
estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre,
pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos
– não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse
apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem
se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão
não os recebesse.
Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava
consigo um sobrenome tradicional e as demais condições
não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua
vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado
à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições,
todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos
julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar
um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o
filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais
visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam
criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa,
promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente
e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo
lar, não era de admirar que fosse advogado competente.
Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado,
dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas,
vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que,
enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele
não soubesse.
Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as
nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais
exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu
nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou
touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira
visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a
simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato
de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao
lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens.
Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a
reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse
não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.
Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu
uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito
de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os
animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas
passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma
pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos.
Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar.
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos
poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples
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(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017.
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A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de
certa convivência, ganhando intimidade, que começaram
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da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo
estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre,
pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos
– não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse
apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem
se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão
não os recebesse.
Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava
consigo um sobrenome tradicional e as demais condições
não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua
vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado
à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições,
todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos
julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar
um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o
filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais
visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam
criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa,
promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente
e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo
lar, não era de admirar que fosse advogado competente.
Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado,
dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas,
vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que,
enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele
não soubesse.
Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as
nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais
exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu
nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou
touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira
visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a
simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato
de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao
lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens.
Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a
reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse
não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.
Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu
uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito
de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os
animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas
passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma
pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos.
Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar.
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos
poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples
constatação.
(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017.
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Os cavalos brancos de Napoleão
A princípio os cavalos eram mansos. Foi só depois de
certa convivência, ganhando intimidade, que começaram
a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e
da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo
estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre,
pois convenhamos, ver cavalos – e ainda por cima brancos
– não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse
apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem
se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão
não os recebesse.
Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava
consigo um sobrenome tradicional e as demais condições
não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua
vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado
à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições,
todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos
julgamentos. Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar
um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o
filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais
visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam
criados mais íntimos, sempre concordando com a esposa,
promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente
e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo
lar, não era de admirar que fosse advogado competente.
Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado,
dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas,
vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que,
enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele
não soubesse.
Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as
nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos – ainda mais
exatamente, brancos – talvez tivesse mesmo a ver com seu
nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? Ou
touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira
visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a
simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato
de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao
lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens.
Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a
reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse
não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.
Como ele insistisse, afastou os óculos ray-bans e deu
uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito
de cavalos. Tranquilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os
animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas
passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma
pureza tão grandes – equinidade absoluta nos movimentos.
Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar.
Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos
poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples
constatação.
(Caio Fernando Abreu, O essencial da década de 1970, 2017.
Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4020861
Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Em conformidade com a Lei de Licitações e Contratos
Administrativos, o leilão poderá ser cometido a leiloeiro
oficial ou a servidor designado pela autoridade competente da Administração, e o regulamento deverá dispor
sobre seus procedimentos operacionais. Especificamente para esta modalidade, o critério de julgamento das propostas adotado será o
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A auditoria interna deve avaliar a necessidade de emissão de _______________ na hipótese de constatar impropriedades/ irregularidades/ ilegalidades que necessitem ________________ da administração da entidade e que não
possam aguardar o .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto, de acordo com a respectiva
norma de auditoria interna.
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Questão presente nas seguintes provas
4020859
Ano: 2026
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Considere as informações a seguir, extraídas da execução orçamentária de um ente público, em reais:
A partir exclusivamente dos dados apresentados e da classificação da receita pública, o valor da receita orçamentária é
A partir exclusivamente dos dados apresentados e da classificação da receita pública, o valor da receita orçamentária é
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4020858
Ano: 2026
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
De acordo com as Normas Gerais de Direito Financeiro
para elaboração e controle dos orçamentos e balanços,
compete aos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a exata observância
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4020857
Ano: 2026
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Considere as seguintes informações, relativas à uma
determinada prefeitura municipal:
- Em 05.01.2024, empenhou o valor correspondente à aquisição de material de consumo;
- Em 10.01.2024, efetuou o pagamento de parte da dívida pública no valor de R$ 485.110,00;
- Em 12.01.2024, arrecadou de tributos lançados no valor de R$ 880.000,00;
- O valor do principal amortizado é R$ 440.000,00;
- Os juros da dívida correspondem à diferença, ou seja, R$ 45.110,00.
A partir exclusivamente das informações apresentadas, pode-se classificar as despesas com amortização do principal da dívida, juros da dívida amortizada e arrecadação de tributos, respectivamente, como
- Em 05.01.2024, empenhou o valor correspondente à aquisição de material de consumo;
- Em 10.01.2024, efetuou o pagamento de parte da dívida pública no valor de R$ 485.110,00;
- Em 12.01.2024, arrecadou de tributos lançados no valor de R$ 880.000,00;
- O valor do principal amortizado é R$ 440.000,00;
- Os juros da dívida correspondem à diferença, ou seja, R$ 45.110,00.
A partir exclusivamente das informações apresentadas, pode-se classificar as despesas com amortização do principal da dívida, juros da dívida amortizada e arrecadação de tributos, respectivamente, como
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