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(Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado)
Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é
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(Marcelo Martinelli. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo: EDUSP, 2003)
Quanto à natureza dos dados, os métodos de representação de mapas temáticos podem ser agrupados em quatro categorias:
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(Lana de Souza Cavalcanti. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas (SP). Papirus, 1998. Adaptado)
Essas ações didáticas sustentam-se em uma abordagem
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“Quem viaja pela serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes cada vez mais frequentes: são as boçorocas (ou voçorocas), temidas pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas [...]”.
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000).
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
A ocorrência de boçorocas (ou voçorocas) sobre vertentes desprotegidas se dá
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Considere os textos a seguir:
Texto I
Os mapas mentais são representações construídas inicialmente a partir da percepção individual e subjetiva dos lugares vividos, experienciados, portanto partem de uma dada realidade. Esses mapas representam muito mais do que pontos de referência para facilitar a localização e a orientação espacial. Eles contêm saberes sobre os lugares que só quem vive neles ponde ter e revelar. Logo, os mapas mentais configuram-se como um recurso didático de extrema importância para os geógrafos e professores de Geografia, uma vez que os dados neles representados, independentemente da exatidão, revelam o lugar tal qual ele é.
(Amélia Regina Batista Nogueira. Mapa mental: recurso didático para estudar o lugar. In:, Nídia Pontuschka; Ariovaldo Umbelino de Oliveira (Org.) Geografia em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2002. Adaptado)
Texto II

(Alyne Rodrigues Cândido Lopes. In: Revista Brasileira de Educação em Geografia, Campinas, v. 8, n. 16, p. 391-410, jul./dez., 2018. Disponível em: https://www.revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/view/572. Acesso em: 18.04.25)
O Texto I remete ao entendimento de que os mapas mentais possibilitam trabalhar o lugar de vivência do aluno (sendo este produto e processo da relação local-global) com os conteúdos da Geografia. Nesse sentido, o mapa mental do Texto II, tendo como referência a legenda, possibilita ao professor trabalhar
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Texto I
“Cabe ao professor de qualquer disciplina motivar o aluno a encarar os estudos como uma tarefa significativa e interessante. Se o aluno apresenta dificuldades de ler, analisar e redigir textos, é importante a orientação docente. O argumento comumente utilizado de que “não somos professores de Língua Portuguesa” não se justifica. Em qualquer disciplina, também em Geografia, é possível orientar os alunos para a melhor maneira de estudar um texto, desenvolvendo a capacidade de lidar com essa forma de comunicação e ampliando a possibilidade de compreender a realidade social com maior profundidade. [...] Saber ler e analisar um texto ou documento é requisito indispensável para o estudante em todas as disciplinas escolares [...]”.
(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007)
Texto II
“Um texto constitui, portanto, uma mensagem codificada, e sua leitura implica a decodificação da mensagem pela compreensão e acompanhamento do raciocínio do autor. A finalidade da análise textual é aprender a ler, a familiarizar-se com os termos técnicos, os conceitos, as ideias e saber como elas se relacionam, assim como buscar hierarquizar o conteúdo do texto, identificar e acompanhar o raciocínio do autor, suas conclusões e as bases que as sustentam”.
(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007).
A crítica presente no Texto I remete ao entendimento de que a leitura deve ser trabalhada no espaço escolar por todas as disciplinas, com o intuito de ajudar o aluno a desenvolver a capacidade de análise e compreensão do texto. Considerando-se a finalidade da análise textual abordada no Texto II, as autoras propõem a integração entre literatura e Geografia, pois entendem que é pela leitura que se conhecem e aprendem os conteúdos de ensino. Nesse sentido, sugerem um roteiro para que seja realizada a análise temática de um texto literário, estruturado em:
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(Nídia Pontuschka;,Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei CACETE. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)
O texto faz referência a uma metodologia de ensino denominada
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(Francisco Capuano SCARLATO. In: ROSS, Jurandyr Luciano Sanches (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Devemos considerar que os movimentos migratórios, o ato de emigrar, são causados por fatores de
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(https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/ noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega- -ao-menor-patamar-desde-1977. Aceso em: 17 .04. 24)
Ao analisar o gráfico de registros de nascimentos ocorridos no Brasil – 2000 a 2022, de acordo com a idade das mães, os dados evidenciam que, em 2022, houve
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Texto I
Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Texto II
A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata.
(José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado)
O Texto II completa a ideia do Texto I, fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de
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