Foram encontradas 2.131 questões.
Leia o texto a seguir:
Nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
(BRASIL/Presidência da República/Casa Civil. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Adaptado)
O conteúdo programático a que se refere a lei inclui a
Nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
(BRASIL/Presidência da República/Casa Civil. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Adaptado)
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Leia o texto a seguir:
As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino- -aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
(BRASIL/Ministério da Educação, BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História. Adaptado)
De acordo com a BNCC, a relação passado/presente citada no trecho
As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino- -aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
(BRASIL/Ministério da Educação, BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História. Adaptado)
De acordo com a BNCC, a relação passado/presente citada no trecho
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Leia o texto a seguir:
Até o período da “corrida para a África”, o pensamento racista competia com muitas ideias livremente expressas que, dentro do ambiente geral de liberalismo, disputavam entre si a aceitação da opinião pública. Somente algumas delas chegaram a tornar-se ideologias plenamente desenvolvidas, isto é, sistemas baseados numa única opinião suficientemente forte para atrair e persuadir um grupo de pessoas e bastante ampla para orientá-las nas experiências e situações da vida moderna. Somente duas ideologias sobressaíram-se e praticamente derrotaram todas as outras: a ideologia que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre raças. Ambas atraíram as massas de tal forma que puderam arrolar o apoio do Estado e se estabelecer como doutrinas nacionais oficiais.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia. das Letras, 1997. Adaptado)
O texto faz referência, respectivamente,
Até o período da “corrida para a África”, o pensamento racista competia com muitas ideias livremente expressas que, dentro do ambiente geral de liberalismo, disputavam entre si a aceitação da opinião pública. Somente algumas delas chegaram a tornar-se ideologias plenamente desenvolvidas, isto é, sistemas baseados numa única opinião suficientemente forte para atrair e persuadir um grupo de pessoas e bastante ampla para orientá-las nas experiências e situações da vida moderna. Somente duas ideologias sobressaíram-se e praticamente derrotaram todas as outras: a ideologia que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre raças. Ambas atraíram as massas de tal forma que puderam arrolar o apoio do Estado e se estabelecer como doutrinas nacionais oficiais.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia. das Letras, 1997. Adaptado)
O texto faz referência, respectivamente,
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Leia o texto a seguir:
A catástrofe do entreguerras, que de modo nenhum se devia deixar retornar, se devera em grande parte ao colapso do sistema comercial e financeiro global e à consequente fragmentação do mundo em pretensas economias ou impérios nacionais autárquicos em potencial. O sistema global fora um dia estabilizado pela hegemonia, ou pelo menos centralidade, da economia britânica e sua moeda, a libra esterlina. No entreguerras, a Grã-Bretanha e a libra não eram mais suficientemente fortes para carregar esse fardo, que agora só podia ser assumido pelos EUA e o dólar. A Grande Depressão se devera ao fracasso do livre mercado irrestrito. Daí em diante o mercado teria de ser suplementado pelo esquema de planejamento público e administração econômica, ou trabalhar dentro dele. Finalmente, por motivos sociais e políticos, não se devia permitir um retorno do desemprego em massa.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que, no pós-guerra,
A catástrofe do entreguerras, que de modo nenhum se devia deixar retornar, se devera em grande parte ao colapso do sistema comercial e financeiro global e à consequente fragmentação do mundo em pretensas economias ou impérios nacionais autárquicos em potencial. O sistema global fora um dia estabilizado pela hegemonia, ou pelo menos centralidade, da economia britânica e sua moeda, a libra esterlina. No entreguerras, a Grã-Bretanha e a libra não eram mais suficientemente fortes para carregar esse fardo, que agora só podia ser assumido pelos EUA e o dólar. A Grande Depressão se devera ao fracasso do livre mercado irrestrito. Daí em diante o mercado teria de ser suplementado pelo esquema de planejamento público e administração econômica, ou trabalhar dentro dele. Finalmente, por motivos sociais e políticos, não se devia permitir um retorno do desemprego em massa.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que, no pós-guerra,
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Leia o texto a seguir:
As sociedades da Europa beligerante começaram a vergar sob as extraordinárias pressões da guerra em massa. Baixara a onda inicial de patriotismo que se seguira à eclosão da guerra. Em 1916, o cansaço de guerra transformava-se em hostilidade surda e calada em relação a uma matança aparentemente interminável e incerta, que ninguém parecia ter vontade de acabar. Enquanto, em 1914, os adversários da guerra se sentiam desamparados e isolados, em 1916, podiam sentir que falavam pela maioria. Em todos os grandes países beligerantes, o movimento trabalhista organizado nas vastas indústrias de armamentos tornou-se um centro de militância industrial e antiguerra.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em relação à luta contra a guerra, é correto afirmar que
As sociedades da Europa beligerante começaram a vergar sob as extraordinárias pressões da guerra em massa. Baixara a onda inicial de patriotismo que se seguira à eclosão da guerra. Em 1916, o cansaço de guerra transformava-se em hostilidade surda e calada em relação a uma matança aparentemente interminável e incerta, que ninguém parecia ter vontade de acabar. Enquanto, em 1914, os adversários da guerra se sentiam desamparados e isolados, em 1916, podiam sentir que falavam pela maioria. Em todos os grandes países beligerantes, o movimento trabalhista organizado nas vastas indústrias de armamentos tornou-se um centro de militância industrial e antiguerra.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em relação à luta contra a guerra, é correto afirmar que
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Leia o texto a seguir:
A Revolução Francesa é assim a revolução do seu tempo, e não apenas uma, embora a mais proeminente, do seu tipo. E suas origens devem portanto ser procuradas não meramente em condições gerais da Europa, mas sim na situação específica da França. Sua peculiaridade é talvez melhor ilustrada em termos internacionais. Durante todo o século XVIII, a França foi o maior rival econômico da Grã-Bretanha. Seu comércio externo, que se multiplicou quatro vezes entre 1720 e 1780, causava ansiedade; seu sistema colonial foi em certas áreas (como nas Índias Ocidentais) mais dinâmico que o britânico. Mesmo assim a França não era uma potência como a Grã-Bretanha, cuja política externa já era substancialmente determinada pelos interesses da expansão capitalista.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. Adaptado)
A razão pela qual a França não era uma potência como a Grã-Bretanha relaciona-se ao fato de que aquela
A Revolução Francesa é assim a revolução do seu tempo, e não apenas uma, embora a mais proeminente, do seu tipo. E suas origens devem portanto ser procuradas não meramente em condições gerais da Europa, mas sim na situação específica da França. Sua peculiaridade é talvez melhor ilustrada em termos internacionais. Durante todo o século XVIII, a França foi o maior rival econômico da Grã-Bretanha. Seu comércio externo, que se multiplicou quatro vezes entre 1720 e 1780, causava ansiedade; seu sistema colonial foi em certas áreas (como nas Índias Ocidentais) mais dinâmico que o britânico. Mesmo assim a França não era uma potência como a Grã-Bretanha, cuja política externa já era substancialmente determinada pelos interesses da expansão capitalista.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. Adaptado)
A razão pela qual a França não era uma potência como a Grã-Bretanha relaciona-se ao fato de que aquela
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As atividades agrárias têm-se mostrado crescentemente como fortes depredadoras dos recursos naturais. É
incontestável a necessidade crescente de produção
de alimentos que possam atender ao crescimento do
consumo pela população que cada dia mais vive em
cidades. Para suprir tais necessidades, a tendência tem
sido a de recorrer a tecnologias cada dia mais sofisticadas. Nesse processo de aperfeiçoamento técnico e
na procura de aumento da produtividade por hectare
e por trabalhador visando aumentar a lucratividade, o
ambiente natural está cada dia mais sendo alterado,
chegando em algumas áreas do Brasil e do mundo a
verdadeira degradação ambiental.
(Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado)
Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é
(Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado)
Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é
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“Os mapas temáticos podem ser construídos levando
em conta vários métodos, cada um mais apropriado às
características e forma de manifestação (em pontos, em
linhas, em áreas) dos fenômenos considerados em cada
tema [...]”.
(Marcelo Martinelli. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo: EDUSP, 2003)
Quanto à natureza dos dados, os métodos de representação de mapas temáticos podem ser agrupados em quatro categorias:
(Marcelo Martinelli. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo: EDUSP, 2003)
Quanto à natureza dos dados, os métodos de representação de mapas temáticos podem ser agrupados em quatro categorias:
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Cavalcanti (1998) propôs sete ações didáticas para a
construção de conceitos no ensino de Geografia, que resulte no confronto de representações sociais e conceitos
científicos, a saber: (1) propiciar a atividade mental e física dos alunos; (2) considerar a vivência dos alunos como
dimensão do conhecimento; (3) estabelecer situações de
interação e cooperação entre os alunos; (4) contar com a
intervenção do professor no processo de aprendizagem
dos alunos; (5) manter relação dialógica com os alunos
e entre os alunos; (6) promover autorreflexão e sociorreflexão dos alunos; (7) acompanhar e controlar resultados
da construção de conhecimentos pelos alunos. Em virtude de estarem associadas a uma determinada atitude de
ensino, essas ações não podem ser vistas isoladamente.
Pelo contrário, todas elas devem ser realizadas de modo
inter-relacionado e interdependente entre si.
(Lana de Souza Cavalcanti. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas (SP). Papirus, 1998. Adaptado)
Essas ações didáticas sustentam-se em uma abordagem
(Lana de Souza Cavalcanti. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas (SP). Papirus, 1998. Adaptado)
Essas ações didáticas sustentam-se em uma abordagem
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Considere o texto e a figura a seguir para responder à
questão:
“Quem viaja pela serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes cada vez mais frequentes: são as boçorocas (ou voçorocas), temidas pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas [...]”.
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000).
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
A ocorrência de boçorocas (ou voçorocas) sobre vertentes desprotegidas se dá
“Quem viaja pela serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes cada vez mais frequentes: são as boçorocas (ou voçorocas), temidas pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas [...]”.
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000).
(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
A ocorrência de boçorocas (ou voçorocas) sobre vertentes desprotegidas se dá
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