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Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a redação escrita a partir do texto atende à norma-padrão de pontuação e de concordância da língua portuguesa.
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Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Identifica-se relação de comparação na seguinte frase do texto:
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Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Considere as seguintes frases do texto:
• ... alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia ...
• As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas.
• ... sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Os termos em destaque nas frases apresentam como sinônimos adequados ao contexto, respectivamente,
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Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Em relação à manutenção da obrigatoriedade do uso de máscaras em São Paulo, o editorial traz a opinião de que tal imposição
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Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Considere as passagens do sexto e do último parágrafos do texto, nesta ordem:
• O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras.
• Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
No contexto dos enunciados em que estão inseridos, os termos destacados estabelecem relação com sentidos, respectivamente, de
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Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Conforme o editorial, no que diz respeito à epidemia de Covid-19 no País,
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Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunizaçã
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Conforme o primeiro parágrafo do texto, a sensação de alívio que se espalha pelo Brasil no que diz respeito à epidemia de Covid-19 é
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. Existem tesouros em todo lugar: as aventuras de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrado Editora do Brasil, 2013, p. 37)
Considere as frases do segundo e do terceiro quadrinhos:
• ... um eventual desemprego no futuro por conta de uma formação deficiente no ensino fundamental.
• Se você sair do ensino fundamental com uma formação deficiente, vai ser por falta de interesse da sua parte...
O termo “por”, em destaque nas frases, expressa a noção de
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. Existem tesouros em todo lugar: as aventuras de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrado Editora do Brasil, 2013, p. 37)
Entre outros usos, empregam-se verbos no futuro do pretérito do modo indicativo como uma forma polida de se referir ao presente, em geral para expressar um desejo, uma solicitação, como é o caso da expressão verbal destacada em:
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Um centro de distribuição faz 468 entregas por dia, divididas igualmente entre seus entregadores. Em determinado dia 4, entregadores faltaram, e, para garantir as entregas do dia, cada um dos entregadores presentes fez 16 entregas a mais. O algarismo das unidades do número de entregadores desse centro é
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