Foram encontradas 414 questões.
No Microsoft Word, qual é o caminho CORRETO para
acessar rapidamente a ferramenta de verificação
ortográfica e gramatical do texto?
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No Microsoft Excel, a função SOMA é usada para
somar valores numéricos em células. Qual das
alternativas apresenta a sintaxe correta dessa
função?
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3738619
Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Japaratinga-AL
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Japaratinga-AL
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Qual das afirmativas abaixo está correta sobre
malware e vírus?
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3738618
Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Japaratinga-AL
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Japaratinga-AL
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O que caracteriza um ataque de ransomware?
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MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul,
vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em
Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a
capacidade de sequestro de carbono dos manguezais
brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de
três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a
Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de
hectares, os manguezais brasileiros constituem a
segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral
nacional, considerando variáveis climáticas,
geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a
dinâmica de armazenamento de carbono,
majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%).
O projeto também analisa o impacto antrópico regional
sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a
expansão da carcinicultura e a conversão para
pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente
a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um
índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de
estabilização do carbono nos sedimentos e identificar
estratégias para integrar os manguezais ao mercado de
créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica,
esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à
degradação decorrente da alteração no uso da terra, o
que compromete sua função como sumidouro de
carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto
adaptado).
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MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul,
vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em
Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a
capacidade de sequestro de carbono dos manguezais
brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de
três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a
Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de
hectares, os manguezais brasileiros constituem a
segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral
nacional, considerando variáveis climáticas,
geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a
dinâmica de armazenamento de carbono,
majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%).
O projeto também analisa o impacto antrópico regional
sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a
expansão da carcinicultura e a conversão para
pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente
a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um
índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de
estabilização do carbono nos sedimentos e identificar
estratégias para integrar os manguezais ao mercado de
créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica,
esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à
degradação decorrente da alteração no uso da terra, o
que compromete sua função como sumidouro de
carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto
adaptado).
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul,
vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em
Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a
capacidade de sequestro de carbono dos manguezais
brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de
três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a
Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de
hectares, os manguezais brasileiros constituem a
segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral
nacional, considerando variáveis climáticas,
geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a
dinâmica de armazenamento de carbono,
majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%).
O projeto também analisa o impacto antrópico regional
sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a
expansão da carcinicultura e a conversão para
pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente
a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um
índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de
estabilização do carbono nos sedimentos e identificar
estratégias para integrar os manguezais ao mercado de
créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica,
esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à
degradação decorrente da alteração no uso da terra, o
que compromete sua função como sumidouro de
carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto
adaptado).
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MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul,
vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em
Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a
capacidade de sequestro de carbono dos manguezais
brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de
três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a
Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de
hectares, os manguezais brasileiros constituem a
segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral
nacional, considerando variáveis climáticas,
geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a
dinâmica de armazenamento de carbono,
majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%).
O projeto também analisa o impacto antrópico regional
sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a
expansão da carcinicultura e a conversão para
pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente
a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um
índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de
estabilização do carbono nos sedimentos e identificar
estratégias para integrar os manguezais ao mercado de
créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica,
esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à
degradação decorrente da alteração no uso da terra, o
que compromete sua função como sumidouro de
carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto
adaptado).
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MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul, vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a capacidade de sequestro de carbono dos manguezais brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de hectares, os manguezais brasileiros constituem a segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral nacional, considerando variáveis climáticas, geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a dinâmica de armazenamento de carbono, majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%). O projeto também analisa o impacto antrópico regional sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a expansão da carcinicultura e a conversão para pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de estabilização do carbono nos sedimentos e identificar estratégias para integrar os manguezais ao mercado de créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica, esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à degradação decorrente da alteração no uso da terra, o que compromete sua função como sumidouro de carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto adaptado).
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MANGUEZAIS
O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul,
vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em
Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a
capacidade de sequestro de carbono dos manguezais
brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de
três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a
Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de
hectares, os manguezais brasileiros constituem a
segunda maior extensão global desse tipo de floresta.
A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral
nacional, considerando variáveis climáticas,
geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a
dinâmica de armazenamento de carbono,
majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%).
O projeto também analisa o impacto antrópico regional
sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a
expansão da carcinicultura e a conversão para
pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente
a concentrações elevadas de CO2.
Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um
índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de
estabilização do carbono nos sedimentos e identificar
estratégias para integrar os manguezais ao mercado de
créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica,
esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à
degradação decorrente da alteração no uso da terra, o
que compromete sua função como sumidouro de
carbono.
Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto
adaptado).
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