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Foram encontradas 30 questões.

Um físico está estudando o movimento de um objeto lançado verticalmente para cima, com uma velocidade inicial conhecida. Ele sabe que a altura do objeto em relação ao solo pode ser modelada por uma equação do segundo grau, que descreve a altura em função do tempo.

A equação que modela a altura h do objeto em função do tempo t é dada por \(h(t) = −5t^2 + 20t+ 10 \), onde \(h(t)\) está em metros e t está em segundos.

Considerando a equação do segundo grau apresentada, o tempo em que o objeto atinge a altura máxima é

 

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A tabela a seguir apresenta o desempenho de quatro alunos em duas disciplinas, Matemática e Português, ao longo do trimestre.

Enunciado 3165359-1


Com base na tabela, o aluno que teve a maior média de desempenho entre as duas disciplinas foi
 

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Um professor de matemática está explicando o conceito de progressão aritmética (PA) para seus alunos. Ele apresenta uma sequência numérica onde o primeiro termo (a₁) é 3 e a razão (r) é 4.
Qual é o quinto termo (a₅) dessa sequência?
 

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Entender os conceitos de múltiplos e divisores é fundamental para explorar as relações entre os números e facilitar diversos cálculos matemáticos. Os múltiplos de um número são os resultados da multiplicação desse número por outros inteiros, enquanto os divisores são os números pelos quais um número pode ser dividido de forma exata.
Acerca do tema múltiplos e divisores, avalie as afirmações a seguir.
I. Todo número par é múltiplo de 2.
II. O número 1 é o único divisor de todos os números naturais.
III. Um número é divisível por 9 se a soma de seus algarismos for divisível por 9.
É correto o que se afirma em
 

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Analise os períodos a seguir e identifique quais estão de acordo com os preceitos gramaticais da Língua Portuguesa do Brasil, no que se refere ao uso de próclise, mesóclise e ênclise.

  1. Deveria -se evitar erros, quando já sabe-se como corrigi-los.
  2. Se deveria evitar erros, quando já se sabe como os corrigi-los.
  3. Hoje, pode-se corrigir o erro de ontem.
  4. Dever-se-ia evitar erros, quando já se sabe como os corrigir.

Quais estão corretas?

 

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Observe os períodos a seguir, quanto à concordância verbal e nominal e identifique o único que respeita os preceitos de norma culta.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
“Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?”
Ao se considerar o excerto citado, analise as palavras (ou termos) nas alternativas, sob o viés morfológico e semântico, identificando a que esteja com a classificação correta, na íntegra.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
Identifique a alternativa em que a sequência de palavras segue, respectivamente, esta ordem: oxítona, paroxítona, proparoxítona.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
De acordo com as informações do texto, analise as proposições a seguir.
I. O texto, em análise, é de autoria do físico Albert Einstein.
II. A frase clássica “errar é humano” serve de justificativa para os erros cometidos pelos indivíduos.
III. Segundo Cortella, não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar.
IV. Em suma, a resposta ao título, segundo o autor, é que não aprendemos com os erros, mas sim com a correção deles.
Quais estão corretas?
 

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3412438 Ano: 2024
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Joaçaba-SC
Provas:

Verifique o quadro com o cronograma físicofinanceiro previsto de determinada obra.

Enunciado 3909861-1

Considerando nenhum atraso no desenvolvimento de serviços, qual o valor em reais a ser desembolsado pela contratante no mês 2?

Questão Anulada

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