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Entender os conceitos de múltiplos e divisores é fundamental para explorar as relações entre os números e facilitar diversos cálculos matemáticos. Os múltiplos de um número são os resultados da multiplicação desse número por outros inteiros, enquanto os divisores são os números pelos quais um número pode ser dividido de forma exata.
Acerca do tema múltiplos e divisores, avalie as afirmações a seguir.
I. Todo número par é múltiplo de 2.
II. O número 1 é o único divisor de todos os números naturais.
III. Um número é divisível por 9 se a soma de seus algarismos for divisível por 9.
É correto o que se afirma em
 

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Analise os períodos a seguir e identifique quais estão de acordo com os preceitos gramaticais da Língua Portuguesa do Brasil, no que se refere ao uso de próclise, mesóclise e ênclise.

  1. Deveria -se evitar erros, quando já sabe-se como corrigi-los.
  2. Se deveria evitar erros, quando já se sabe como os corrigi-los.
  3. Hoje, pode-se corrigir o erro de ontem.
  4. Dever-se-ia evitar erros, quando já se sabe como os corrigir.

Quais estão corretas?

 

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Observe os períodos a seguir, quanto à concordância verbal e nominal e identifique o único que respeita os preceitos de norma culta.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
“Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?”
Ao se considerar o excerto citado, analise as palavras (ou termos) nas alternativas, sob o viés morfológico e semântico, identificando a que esteja com a classificação correta, na íntegra.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
Identifique a alternativa em que a sequência de palavras segue, respectivamente, esta ordem: oxítona, paroxítona, proparoxítona.
 

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“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz
bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
De acordo com as informações do texto, analise as proposições a seguir.
I. O texto, em análise, é de autoria do físico Albert Einstein.
II. A frase clássica “errar é humano” serve de justificativa para os erros cometidos pelos indivíduos.
III. Segundo Cortella, não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar.
IV. Em suma, a resposta ao título, segundo o autor, é que não aprendemos com os erros, mas sim com a correção deles.
Quais estão corretas?
 

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3165351 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Joaçaba-SC
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Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Ensino Fundamental é estruturado em cinco grandes áreas do conhecimento, conforme destacado no Parecer CNE/CEB n.º 11/2010. Essas áreas não apenas delineiam o currículo escolar, mas também promovem uma interconexão dinâmica entre os diversos componentes curriculares. Esse arranjo não se limita a compartimentalizar o conhecimento, mas busca fomentar uma abordagem integrada, onde os saberes dialogam e se complementam, proporcionando uma compreensão mais ampla e contextualizada para os estudantes.
Cada componente curricular é cuidadosamente delineado com um conjunto de habilidades específicas. Essas habilidades são intrinsecamente conectadas a uma variedade de objetos de conhecimento, compreendendo não apenas conteúdos, mas também conceitos e processos fundamentais para a construção do saber.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a Base. Brasília, MEC/SEB, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo- integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 19 mar. 2024.

Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os conteúdos, conceitos e processos fundamentais, relacionados a diferentes objetos de conhecimento, em cada componente curricular, estão organizados em
 

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3165350 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Joaçaba-SC
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que reflete os fundamentos pedagógicos essenciais para orientar a prática educativa nas escolas brasileiras. Ela representa um marco importante no campo da educação, fornecendo diretrizes claras e abrangentes para a elaboração e implementação dos currículos escolares em todo o país.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a Base. Brasília, MEC/SEB, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo- integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 19 mar. 2024.

De acordo com os fundamentos pedagógicos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), qual é o principal foco das decisões pedagógicas?
 

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3165349 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Joaçaba-SC
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De acordo com a LDB, os conteúdos curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências. Nesse sentido, a LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas dos conteúdos mínimos a serem ensinados. Essas são duas noções fundantes da BNCC.
O currículo escolar desempenha um papel central na organização e condução do processo educativo, influenciando diretamente o que é ensinado e aprendido nas escolas. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que estabelece os conhecimentos, competências e habilidades que todos os estudantes brasileiros têm o direito de desenvolver ao longo de sua trajetória escolar, fornecendo diretrizes para a elaboração dos currículos das escolas públicas e privadas de todo o país.
A LDB (artigo 9º inciso IV) define dois conceitos decisivos para todo o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular. O segundo se refere ao foco do currículo. Ao afirmar que os conteúdos curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas dos conteúdos mínimos a serem ensinados. A relação entre o que é básico-comum e o que é diverso é retomada no Artigo 26 da LDB 9394/96.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a Base. Brasília, MEC/SEB, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo- integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 19 mar. 2024.


Considerando a organização curricular, conforme definido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a BNCC, assinale a opção correta.
 

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3165348 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Joaçaba-SC
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As tecnologias de informação e comunicação (TICs) desempenham um papel fundamental no contexto educacional contemporâneo, sendo reconhecidas como ferramentas essenciais para promover uma educação mais inclusiva, dinâmica e alinhada com as demandas do século XXI. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento orientador das práticas pedagógicas no Brasil, reconhece a importância das TICs e as integra como elementos essenciais em diferentes áreas do conhecimento.
Na BNCC, as TICs são abordadas de forma transversal, permeando todas as disciplinas e competências específicas. Destaca-se a necessidade de compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética. Essa abordagem visa não apenas o domínio técnico das ferramentas, mas também o desenvolvimento de habilidades para utilizá-las de forma consciente e responsável.
Em relação às competências específicas, a BNCC estabelece diretrizes para o uso das TICs em diversas áreas do conhecimento. Por exemplo, na área de Linguagens, as TICs são vistas como instrumentos para a comunicação por meio de diferentes linguagens e mídias, bem como para a produção de conhecimento e o desenvolvimento de projetos autorais e coletivos. Na Matemática, as TICs são recursos essenciais para modelar e resolver problemas, validando estratégias e resultados. Nas Ciências da Natureza, as TICs são utilizadas para acessar, disseminar informações e produzir conhecimentos de forma crítica e reflexiva. Já nas Ciências Humanas, as TICs são empregadas no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal, relacionado a aspectos como localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a Base. Brasília, MEC/SEB, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo- integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 19 mar. 2024.

Considerando as competências previstas na BNCC em relação ao uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs), pode-se afirmar que
 

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