Foram encontradas 338 questões.
As rubricas, enquanto instrumentos avaliativos qualitativos,
assumem uma função estruturante no processo de ensinoaprendizagem, especialmente quando articuladas a princípios
formativos e à promoção de autonomia discente. Como destaca
Andrade (2000), “avaliar é, antes de tudo, um ato ético de
compromisso com a aprendizagem do outro”. A complexidade das
rubricas reside, em grande parte, na construção e na explicitação
dos critérios e descritores de desempenho que precisam estar
articulados aos objetivos educacionais e ao perfil do estudante
que se pretende formar. Assinale uma característica fundamental
das rubricas analíticas bem elaboradas, considerando os
princípios de uma avaliação formativa e emancipatória.
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No contexto da organização pedagógica das instituições
escolares, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) constitui-se
como o instrumento orientador da prática educativa, concebido
a partir de uma perspectiva coletiva, reflexiva e transformadora.
Segundo Veiga (2001), o PPP não é apenas um documento
burocrático ou técnico, mas um processo político e pedagógico
que expressa os compromissos assumidos pela escola frente
às demandas sociais, culturais e educacionais. Identifique a
alternativa que designa, de forma conceitualmente adequada,
uma característica estruturante do Projeto Político-Pedagógico
que o distingue de outras formas de planejamento institucional.
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A análise das tendências pedagógicas permite compreender os fundamentos ideológicos, epistemológicos e metodológicos que
sustentam diferentes propostas educativas ao longo da história da educação brasileira. Segundo Libâneo (2013), a concepção de
ensino adotada por determinada tendência não apenas define o papel do professor e do aluno, mas também revela os interesses
sociais e políticos que orientam a prática pedagógica. Em contextos de crescente tensionamento entre formação crítica e demandas
técnico-instrumentais, torna-se indispensável ao educador dominar as características que distinguem as tendências progressistas
das conservadoras. Desse modo, podemos considerar que:
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Instituído pela Lei nº 13.005/2014 e prorrogado pela Lei
14.934/2024, o Plano Nacional de Educação (PNE) busca,
dentre suas diretrizes, a formação para o trabalho e para a
cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se
fundamenta a sociedade. De acordo com as leis em questão, a
execução do PNE e o cumprimento de suas metas são objeto de
monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizados
por:
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei nº 9.394/1996), a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios adotarão como princípios de gestão de
suas redes de ensino:
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Em 2015, foi sancionada pela Presidente Dilma Roussef a
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, também
conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, destinada
a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o
exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa
com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
Acerca da referida lei, assinale a alternativa correta.
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3711002
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente destacou a
importância do direito à educação como instrumento direcionado
ao pleno desenvolvimento da criança e do adolescente, ao
exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho. Nesse
contexto, pode-se afirmar que
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O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA
Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que
se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar
as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no
menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.
Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles
apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que
decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas
conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.
Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário
do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com
quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da
leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é
exatamente o meu irmão”.
Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal,
fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.
Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
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O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA
Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que
se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar
as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no
menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.
Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles
apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que
decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas
conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.
Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário
do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com
quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da
leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é
exatamente o meu irmão”.
Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal,
fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.
Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
Somente a forma verbal em destaque, transposta para a segunda pessoa do plural do pretérito-mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada em
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O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA
Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que
se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar
as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no
menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.
Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles
apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que
decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas
conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.
Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário
do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com
quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da
leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é
exatamente o meu irmão”.
Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal,
fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.
Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
“Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria1: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam2.”
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