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Foram encontradas 30 questões.

1310625 Ano: 2009
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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“O orçamento público é um documento legal (porque é aprovado por lei, votado pelo legislativo: câmara municipal no município, assembléia legislativa no Estado e Congresso Nacional para a União), contendo previsão de receitas e de despesas que serão realizadas por um governo (Prefeitura, Governo Estadual ou Governo Federal) em um prazo determinado.” Sobre o orçamento público é incorreto afirmar:
 

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1310498 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI para geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da linha branca, que encerraria , foi prorrogada por mais três meses.
A partir de 1º de novembro de 2009 entrou em vigor uma nova tabela cujas alíquotas passam a ser estabelecidas com base:
 

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1310481 Ano: 2009
Disciplina: Administração Pública
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Partindo do princípio de que Administração é o processo de coordenação do trabalho dos membros da organização que é necessário desempenhar para que os seus objetivos sejam alcançados, de uma forma eficiente e eficaz, analise as afirmativas a seguir:
I- A Administração é um processo porque consiste num fluxo de atividades ou funções interligadas desempenhadas por gestores visando a alcançar os objetivos da organização.
II- A Administração usa a coordenação para garantir que partes interdependentes funcionem como um todo, visando a alcançar a coerência entre os processos e os objetivos organizacionais.
III- A Administração consiste em quatro funções independentes.
IV- A Eficácia consiste na preocupação com a realização dos objetivos.
V- A Eficiência consiste no grau de realização dos objetivos.
VI- A Eficiência é a capacidade de realização de atividades da organização minimizando a utilização dos seus recursos.
Assinale:
 

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1310258 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Os gestores desempenham diferentes papéis na organização, que podem ser agrupados em três categorias: interpessoais, informacionais e decisórias. Associe os elementos da primeira coluna aos da segunda e assinale a alternativa que contém a correta associação.
Categoria
( 1 ) Interpessoal
( 2 ) Decisório
( 3 ) Informacional
Papéis
a) Empreendedor
b) Solucionador de Conflitos
c) Líder
d) Porta-Voz
f) Símbolo
g) Negociador
h) Disseminador
i) Elemento de ligação
 

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1310222 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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No tocante ao Controle Financeiro das organizações, o Orçamento é:
 

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1310140 Ano: 2009
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Sobre os desafios colocados cotidianamente aos administradores públicos municipais, leia as assertivas a abaixo e, na sequência, assinale a alternativa correta:
I- É preciso que o administrador público municipal concilie as necessidades públicas, entendidas basicamente, como a prestação de serviços públicos, com os orçamentos limitados.
II- O administrador público municipal deve exercer e conciliar as necessidades públicas com os orçamentos sem abandonar o respeito à pluralidade de normas jurídicas e com o objetivo único de alcançar, com eficiência, o bemestar da população.
III- Os impactos gerados pelas alterações tecnológicas e problemas de ordem global afetam apenas os municípios localizados na esfera urbana, não interessando aos administradores públicos dos municípios da esfera rural.
IV- Os administradores públicos municipais têm procurado criar externalidades visando tornar os municípios interessantes para os investimentos empresariais.
V- A administração Pública Municipal é uma ferramenta- chave para a resolução dos problemas da população.
VI- Cabe aos agentes municipais, seguindo os preceitos constitucionais esculpido no artigo 37 da Constituição Federal, criar novas condições para o seu desenvolvimento, em especial, com a implantação de políticas públicas e planos diretores.
 

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1309992 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Frente à mudança organizacional, algumas pessoas acabam se mostrando reativas. Essa resistência às mudanças pode se dar na esfera individual e na organizacional. Sobre a resistência à mudança, analise as afirmações a seguir:
I- As fontes da resistência individual são o hábito, a segurança, fatores econômicos, medo do desconhecido, etc. Já a resistência organizacional é embasada na inércia estrutural, foco limitado de mudança, inércia do grupo, ameaça à especialização, etc.
II- As fontes da resistência individual são a inércia estrutural, foco limitado de mudança, inércia do grupo, ameaça à especialização, etc. Já a resistência organizacional é embasada no hábito, na segurança, em fatores econômicos, medo, etc.
III- A resistência à mudança é uma característica “natural” dos indivíduos e grupos humanos. É graças às resistências que as organizações mantêm certa estrutura e estabilidade.
IV- A resistência à mudança é uma característica dos indivíduos incompetentes, acomodados e que têm medo de novidades.
V- O clima organizacional pode ser modificado, mas as culturas organizacionais, não.
Estão corretas, apenas, as afirmativas:
 

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1309966 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares” pode-se afirmar que o autor:
 

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1493976 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A média aritmética de três números a, b e c é 4. A média ponderada entre eles, considerando pesos de 3, 3 e 4, respectivamente, para a, b e c é 4,2. Sabendo que a é igual a 2, y e z valem:
Questão Anulada

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1493933 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos.” as vírgulas estão sendo utilizadas para:
Questão Anulada

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