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Foram encontradas 30 questões.

1310824 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Sobre o protocolo TCP/IP, é incorreto afirmar:
 

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1310640 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A SQL permite o uso de alguns mecanismos úteis para diferentes objetivos. Um dos mecanismos usados nos sistemas de bancos de dados são os gatilhos (triggers). Selecione a opção que define este mecanismo.
 

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1310498 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI para geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da linha branca, que encerraria , foi prorrogada por mais três meses.
A partir de 1º de novembro de 2009 entrou em vigor uma nova tabela cujas alíquotas passam a ser estabelecidas com base:
 

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1310441 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Existem três noções básicas empregadas pelo modelo E-R: conjunto de entidades, conjunto de relacionamento e os atributos. Um conjunto de entidades é um conjunto que abrange entidades do mesmo tipo que compartilham as mesmas propriedades: os atributos. Esses (os atributos) podem ser caracterizados pelos seus tipos. Assinale a alternativa que apresenta todos os tipos de atributos identificados no modelo E-R:
 

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1310386 Ano: 2009
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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O painel de controle do Windows XP oferece diversas opções de serviço, exceto:
 

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1310110 Ano: 2009
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Assinale qual das alternativas abaixo não faz parte das definições dos ciclos de vida do projeto.
 

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1309966 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares” pode-se afirmar que o autor:
 

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1493976 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A média aritmética de três números a, b e c é 4. A média ponderada entre eles, considerando pesos de 3, 3 e 4, respectivamente, para a, b e c é 4,2. Sabendo que a é igual a 2, y e z valem:
Questão Anulada

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1493933 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos.” as vírgulas estão sendo utilizadas para:
Questão Anulada

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1497415 Ano: 2009
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Assinale a única alternativa falsa sobre processo de gerenciamento de projetos.
Questão Anulada e Desatualizada

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