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Texto 10A1-I
A Prefeitura de Joinville sancionou a Lei n.º 9.214/2022,
que institui o Programa de Valorização por Resultados na
Aprendizagem no âmbito das unidades escolares da rede pública
municipal de ensino de Joinville e implanta a gratificação por
dedicação integral aos profissionais do magistério, auxiliares de
educadores e auxiliares escolares. Esse é o maior programa de
investimento em educação já desenvolvido em Joinville. O
objetivo é que essas políticas sejam fatores de incentivo para
mais avanços na qualidade da educação pública municipal de
Joinville.
Programa de Valorização por Resultados na Aprendizagem
• A gratificação por resultados será destinada aos servidores
efetivos e temporários lotados em Centros de Educação
Infantil (CEIs), em escolas e na Secretaria Municipal de
Educação. Ela será concedida conforme o alcance dos
resultados educacionais ao fim do período letivo, em meta
que será estipulada anualmente e verificada pelo Índice de
Desenvolvimento da Educação Municipal (IDEM).
• A gratificação poderá chegar a R$ 8 mil para servidores com
funções de atuação direta no ensino e a R$ 4 mil para
servidores da equipe de apoio das unidades escolares com ou
sem funções administrativo-operacionais.
Gratificação por dedicação integral
• Profissionais do magistério e auxiliares de educadores com
dedicação de 40 horas semanais à rede municipal passarão a
receber uma gratificação mensal de R$ 400. Haverá o
pagamento do dobro desse valor aos profissionais que
atuarem com dedicação integral às escolas vulneráveis (em
que 15% ou mais de alunos matriculados pertençam a
famílias beneficiárias do Auxílio Brasil ou programa similar)
e às unidades de difícil acesso (escolas e CEIs que estejam a
15 quilômetros ou mais do marco zero do município de
Joinville, localizado na Biblioteca Pública Municipal).
Internet: <www.joinville.sc.gov.br> (com adaptações)
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Texto 10A1-I
A Prefeitura de Joinville sancionou a Lei n.º 9.214/2022,
que institui o Programa de Valorização por Resultados na
Aprendizagem no âmbito das unidades escolares da rede pública
municipal de ensino de Joinville e implanta a gratificação por
dedicação integral aos profissionais do magistério, auxiliares de
educadores e auxiliares escolares. Esse é o maior programa de
investimento em educação já desenvolvido em Joinville. O
objetivo é que essas políticas sejam fatores de incentivo para
mais avanços na qualidade da educação pública municipal de
Joinville.
Programa de Valorização por Resultados na Aprendizagem
• A gratificação por resultados será destinada aos servidores
efetivos e temporários lotados em Centros de Educação
Infantil (CEIs), em escolas e na Secretaria Municipal de
Educação. Ela será concedida conforme o alcance dos
resultados educacionais ao fim do período letivo, em meta
que será estipulada anualmente e verificada pelo Índice de
Desenvolvimento da Educação Municipal (IDEM).
• A gratificação poderá chegar a R$ 8 mil para servidores com
funções de atuação direta no ensino e a R$ 4 mil para
servidores da equipe de apoio das unidades escolares com ou
sem funções administrativo-operacionais.
Gratificação por dedicação integral
• Profissionais do magistério e auxiliares de educadores com
dedicação de 40 horas semanais à rede municipal passarão a
receber uma gratificação mensal de R$ 400. Haverá o
pagamento do dobro desse valor aos profissionais que
atuarem com dedicação integral às escolas vulneráveis (em
que 15% ou mais de alunos matriculados pertençam a
famílias beneficiárias do Auxílio Brasil ou programa similar)
e às unidades de difícil acesso (escolas e CEIs que estejam a
15 quilômetros ou mais do marco zero do município de
Joinville, localizado na Biblioteca Pública Municipal).
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A Prefeitura de Joinville sancionou a Lei n.º 9.214/2022,
que institui o Programa de Valorização por Resultados na
Aprendizagem no âmbito das unidades escolares da rede pública
municipal de ensino de Joinville e implanta a gratificação por
dedicação integral aos profissionais do magistério, auxiliares de
educadores e auxiliares escolares. Esse é o maior programa de
investimento em educação já desenvolvido em Joinville. O
objetivo é que essas políticas sejam fatores de incentivo para
mais avanços na qualidade da educação pública municipal de
Joinville.
Programa de Valorização por Resultados na Aprendizagem
• A gratificação por resultados será destinada aos servidores
efetivos e temporários lotados em Centros de Educação
Infantil (CEIs), em escolas e na Secretaria Municipal de
Educação. Ela será concedida conforme o alcance dos
resultados educacionais ao fim do período letivo, em meta
que será estipulada anualmente e verificada pelo Índice de
Desenvolvimento da Educação Municipal (IDEM).
• A gratificação poderá chegar a R$ 8 mil para servidores com
funções de atuação direta no ensino e a R$ 4 mil para
servidores da equipe de apoio das unidades escolares com ou
sem funções administrativo-operacionais.
Gratificação por dedicação integral
• Profissionais do magistério e auxiliares de educadores com
dedicação de 40 horas semanais à rede municipal passarão a
receber uma gratificação mensal de R$ 400. Haverá o
pagamento do dobro desse valor aos profissionais que
atuarem com dedicação integral às escolas vulneráveis (em
que 15% ou mais de alunos matriculados pertençam a
famílias beneficiárias do Auxílio Brasil ou programa similar)
e às unidades de difícil acesso (escolas e CEIs que estejam a
15 quilômetros ou mais do marco zero do município de
Joinville, localizado na Biblioteca Pública Municipal).
Internet: <www.joinville.sc.gov.br> (com adaptações)
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Texto CB1A1
Vivemos em um contexto de profundas mudanças
societárias que refletem diretamente na vida dos indivíduos e
presenciamos uma desigualdade social cada vez mais acentuada.
É justamente nessa conjuntura de profundas mudanças sociais, de
mutações do mundo do trabalho e acirramento da questão social
que necessitamos compreender o sistema educacional e suas
implicações no cotidiano escolar, permeado de conflitos oriundos
dos diferentes sujeitos que o compõem.
As novas configurações da sociedade no sistema
capitalista — que repercutem diretamente nos mais diferentes
espaços da vida cotidiana — são, na realidade, reflexos do
agravamento da questão social: a produção social é cada vez
mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social,
enquanto a apropriação de seus frutos se mantém privada,
monopolizada por apenas uma parte da sociedade.
A educação é um processo que se desenvolve
historicamente, num tempo dinâmico e num espaço que sofre
transformações constantes, tendo como característica a
preocupação com a formação do ser humano em sua plenitude,
com a perspectiva de transformar a sociedade em benefício de
seus sujeitos. Entendendo-se a educação como componente de
um contexto histórico-social, o trabalho dos diferentes
profissionais nesse espaço sócio-ocupacional deve ser realizado
com uma visão totalizadora da realidade social, a partir de uma
concepção crítica das questões inerentes ao processo educacional
e, consequentemente, à vida humana.
Ora, se a educação deve ser compreendida dentro de um
contexto histórico-social, as diferentes áreas e profissões cuja
atuação se desenvolve na efetivação dessa política social
necessitam de estratégias de ação com o objetivo de estimular o
processo de conscientização dos indivíduos numa perspectiva
transformadora da realidade.
A educação em sua forma emancipadora pode ser vista
como um instrumento de luta pelos direitos do cidadão,
contribuindo para a formação de um sujeito crítico e consciente,
um ser humano apto ao questionamento e à tomada de decisões.
Assim, a escola seria o espaço capaz de produzir uma formação
ampla para o indivíduo, auxiliando-o na construção do
conhecimento e da convivência humana e social, política e
cultural.
Cirlene Aparecida H. S. Oliveira. O significado do trabalho interdisciplinar na escola.
In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação.
1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p. 238–239 (com adaptações)
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Texto CB1A1
Vivemos em um contexto de profundas mudanças
societárias que refletem diretamente na vida dos indivíduos e
presenciamos uma desigualdade social cada vez mais acentuada.
É justamente nessa conjuntura de profundas mudanças sociais, de
mutações do mundo do trabalho e acirramento da questão social
que necessitamos compreender o sistema educacional e suas
implicações no cotidiano escolar, permeado de conflitos oriundos
dos diferentes sujeitos que o compõem.
As novas configurações da sociedade no sistema
capitalista — que repercutem diretamente nos mais diferentes
espaços da vida cotidiana — são, na realidade, reflexos do
agravamento da questão social: a produção social é cada vez
mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social,
enquanto a apropriação de seus frutos se mantém privada,
monopolizada por apenas uma parte da sociedade.
A educação é um processo que se desenvolve
historicamente, num tempo dinâmico e num espaço que sofre
transformações constantes, tendo como característica a
preocupação com a formação do ser humano em sua plenitude,
com a perspectiva de transformar a sociedade em benefício de
seus sujeitos. Entendendo-se a educação como componente de
um contexto histórico-social, o trabalho dos diferentes
profissionais nesse espaço sócio-ocupacional deve ser realizado
com uma visão totalizadora da realidade social, a partir de uma
concepção crítica das questões inerentes ao processo educacional
e, consequentemente, à vida humana.
Ora, se a educação deve ser compreendida dentro de um
contexto histórico-social, as diferentes áreas e profissões cuja
atuação se desenvolve na efetivação dessa política social
necessitam de estratégias de ação com o objetivo de estimular o
processo de conscientização dos indivíduos numa perspectiva
transformadora da realidade.
A educação em sua forma emancipadora pode ser vista
como um instrumento de luta pelos direitos do cidadão,
contribuindo para a formação de um sujeito crítico e consciente,
um ser humano apto ao questionamento e à tomada de decisões.
Assim, a escola seria o espaço capaz de produzir uma formação
ampla para o indivíduo, auxiliando-o na construção do
conhecimento e da convivência humana e social, política e
cultural.
Cirlene Aparecida H. S. Oliveira. O significado do trabalho interdisciplinar na escola.
In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação.
1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p. 238–239 (com adaptações)
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Texto CB1A1
Vivemos em um contexto de profundas mudanças
societárias que refletem diretamente na vida dos indivíduos e
presenciamos uma desigualdade social cada vez mais acentuada.
É justamente nessa conjuntura de profundas mudanças sociais, de
mutações do mundo do trabalho e acirramento da questão social
que necessitamos compreender o sistema educacional e suas
implicações no cotidiano escolar, permeado de conflitos oriundos
dos diferentes sujeitos que o compõem.
As novas configurações da sociedade no sistema
capitalista — que repercutem diretamente nos mais diferentes
espaços da vida cotidiana — são, na realidade, reflexos do
agravamento da questão social: a produção social é cada vez
mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social,
enquanto a apropriação de seus frutos se mantém privada,
monopolizada por apenas uma parte da sociedade.
A educação é um processo que se desenvolve
historicamente, num tempo dinâmico e num espaço que sofre
transformações constantes, tendo como característica a
preocupação com a formação do ser humano em sua plenitude,
com a perspectiva de transformar a sociedade em benefício de
seus sujeitos. Entendendo-se a educação como componente de
um contexto histórico-social, o trabalho dos diferentes
profissionais nesse espaço sócio-ocupacional deve ser realizado
com uma visão totalizadora da realidade social, a partir de uma
concepção crítica das questões inerentes ao processo educacional
e, consequentemente, à vida humana.
Ora, se a educação deve ser compreendida dentro de um
contexto histórico-social, as diferentes áreas e profissões cuja
atuação se desenvolve na efetivação dessa política social
necessitam de estratégias de ação com o objetivo de estimular o
processo de conscientização dos indivíduos numa perspectiva
transformadora da realidade.
A educação em sua forma emancipadora pode ser vista
como um instrumento de luta pelos direitos do cidadão,
contribuindo para a formação de um sujeito crítico e consciente,
um ser humano apto ao questionamento e à tomada de decisões.
Assim, a escola seria o espaço capaz de produzir uma formação
ampla para o indivíduo, auxiliando-o na construção do
conhecimento e da convivência humana e social, política e
cultural.
Cirlene Aparecida H. S. Oliveira. O significado do trabalho interdisciplinar na escola.
In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação.
1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p. 238–239 (com adaptações)
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Vivemos em um contexto de profundas mudanças
societárias que refletem diretamente na vida dos indivíduos e
presenciamos uma desigualdade social cada vez mais acentuada.
É justamente nessa conjuntura de profundas mudanças sociais, de
mutações do mundo do trabalho e acirramento da questão social
que necessitamos compreender o sistema educacional e suas
implicações no cotidiano escolar, permeado de conflitos oriundos
dos diferentes sujeitos que o compõem.
As novas configurações da sociedade no sistema
capitalista — que repercutem diretamente nos mais diferentes
espaços da vida cotidiana — são, na realidade, reflexos do
agravamento da questão social: a produção social é cada vez
mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social,
enquanto a apropriação de seus frutos se mantém privada,
monopolizada por apenas uma parte da sociedade.
A educação é um processo que se desenvolve
historicamente, num tempo dinâmico e num espaço que sofre
transformações constantes, tendo como característica a
preocupação com a formação do ser humano em sua plenitude,
com a perspectiva de transformar a sociedade em benefício de
seus sujeitos. Entendendo-se a educação como componente de
um contexto histórico-social, o trabalho dos diferentes
profissionais nesse espaço sócio-ocupacional deve ser realizado
com uma visão totalizadora da realidade social, a partir de uma
concepção crítica das questões inerentes ao processo educacional
e, consequentemente, à vida humana.
Ora, se a educação deve ser compreendida dentro de um
contexto histórico-social, as diferentes áreas e profissões cuja
atuação se desenvolve na efetivação dessa política social
necessitam de estratégias de ação com o objetivo de estimular o
processo de conscientização dos indivíduos numa perspectiva
transformadora da realidade.
A educação em sua forma emancipadora pode ser vista
como um instrumento de luta pelos direitos do cidadão,
contribuindo para a formação de um sujeito crítico e consciente,
um ser humano apto ao questionamento e à tomada de decisões.
Assim, a escola seria o espaço capaz de produzir uma formação
ampla para o indivíduo, auxiliando-o na construção do
conhecimento e da convivência humana e social, política e
cultural.
Cirlene Aparecida H. S. Oliveira. O significado do trabalho interdisciplinar na escola.
In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação.
1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p. 238–239 (com adaptações)
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Texto CB1A1
Vivemos em um contexto de profundas mudanças
societárias que refletem diretamente na vida dos indivíduos e
presenciamos uma desigualdade social cada vez mais acentuada.
É justamente nessa conjuntura de profundas mudanças sociais, de
mutações do mundo do trabalho e acirramento da questão social
que necessitamos compreender o sistema educacional e suas
implicações no cotidiano escolar, permeado de conflitos oriundos
dos diferentes sujeitos que o compõem.
As novas configurações da sociedade no sistema
capitalista — que repercutem diretamente nos mais diferentes
espaços da vida cotidiana — são, na realidade, reflexos do
agravamento da questão social: a produção social é cada vez
mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social,
enquanto a apropriação de seus frutos se mantém privada,
monopolizada por apenas uma parte da sociedade.
A educação é um processo que se desenvolve
historicamente, num tempo dinâmico e num espaço que sofre
transformações constantes, tendo como característica a
preocupação com a formação do ser humano em sua plenitude,
com a perspectiva de transformar a sociedade em benefício de
seus sujeitos. Entendendo-se a educação como componente de
um contexto histórico-social, o trabalho dos diferentes
profissionais nesse espaço sócio-ocupacional deve ser realizado
com uma visão totalizadora da realidade social, a partir de uma
concepção crítica das questões inerentes ao processo educacional
e, consequentemente, à vida humana.
Ora, se a educação deve ser compreendida dentro de um
contexto histórico-social, as diferentes áreas e profissões cuja
atuação se desenvolve na efetivação dessa política social
necessitam de estratégias de ação com o objetivo de estimular o
processo de conscientização dos indivíduos numa perspectiva
transformadora da realidade.
A educação em sua forma emancipadora pode ser vista
como um instrumento de luta pelos direitos do cidadão,
contribuindo para a formação de um sujeito crítico e consciente,
um ser humano apto ao questionamento e à tomada de decisões.
Assim, a escola seria o espaço capaz de produzir uma formação
ampla para o indivíduo, auxiliando-o na construção do
conhecimento e da convivência humana e social, política e
cultural.
Cirlene Aparecida H. S. Oliveira. O significado do trabalho interdisciplinar na escola.
In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação.
1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p. 238–239 (com adaptações)
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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Texto CB2A1
A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita
com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas
últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto
do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo,
por meio de projetos de formação continuada de professores da
rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN).
A experiência com o livro, instrumento da cultura humana
a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da
apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que
permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de
qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a
constituição do futuro leitor.
Conceber a humanização na infância por meio da
literatura é saber que cada um se torna humano também a partir
dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero
humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou
não materiais, cujas características impulsionam o
desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a
função de tais objetos — fator fundamental na experimentação
dos pequenos.
Assim, as crianças podem construir para a leitura um
sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial
de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do
processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar
para formar para si as qualidades humanas em suas máximas
possibilidades.
Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os
livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler
procurando compreender as informações em textos verbais ou
imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às
crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso
que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações
externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na
sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses
de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua
identidade como leitor.
Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba
por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para
compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de
experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus
primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a
ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura
um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura,
com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a
procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela
própria lê.
Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora
pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o
ensino da leitura literária e para a formação de leitores
autônomos.
Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária
e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação
de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos
da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
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