Foram encontradas 40 questões.
“A instrumentalidade é uma propriedade e/ou capacidade que a profissão vai adquirindo na medida em que concretiza objetivos. Ela possibilita que os profissionais objetivem sua intencionalidade em respostas profissionais.” Em relação à instrumentalidade do trabalho e o serviço social, analise as afirmativas a seguir.
I. É por meio desta capacidade, adquirida no exercício profissional, que os assistentes sociais modificam, transformam, alteram as condições objetivas e subjetivas e as relações interpessoais e sociais existentes num determinado nível da realidade social: no nível do cotidiano.
II. A instrumentalidade é condição necessária de todo trabalho social, porém, é irrelevante enquanto categoria constitutiva e em relação ao modo de ser de todo trabalho.
III. Todo trabalho social e seus ramos de especialização como o serviço social possui instrumentalidade, a qual é construída e reconstruída na trajetória das profissões pelos seus agentes.
IV. A instrumentalidade é seletiva e apenas alguns ramos específicos do serviço social possuem instrumentalidade.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Analise as frases a seguir.
I. Eles foram obrigados a comprar um carro.
II. Nem sempre estamos atentos a paisagem que nos cerca.
III. A educação deve ser prioridade a vida de todos.
II. Nem sempre estamos atentos a paisagem que nos cerca.
III. A educação deve ser prioridade a vida de todos.
Nas frases anteriores, o uso do acento indicativo de crase é obrigatório apenas na(s) alternativa(s)
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“A lógica liberal funda-se na procura do interesse próprio pelos indivíduos, portanto, seu desejo supostamente natural de melhorar as condições de existência tende a maximizar o bem-estar coletivo. Os indivíduos, nessa perspectiva, são conduzidos por uma mão invisível – o mercado – a promover um fim que não fazia parte de sua intenção inicial. A ‘loucura das leis humanas’ não pode interferir nas leis naturais da economia, da qual o Estado deve apenas fornecer a base legal para que o mercado livre possa maximizar os ‘benefícios aos homens’. Trata-se, portanto, de um Estado mínimo, sob forte controle dos indivíduos que compõem a sociedade civil, na qual se localiza a virtude.”
Em relação às funções do Estado, de acordo com a lógica liberal supracitada, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A defesa contra os inimigos externos.
( ) A proteção de todo o indivíduo de ofensas dirigidas por outros indivíduos.
( ) A de promover políticas sociais de proteção e bem-estar coletivo e de exercício pleno da cidadania.
( ) Provimento de obras públicas, que não possam ser executadas pela iniciativa privada.
( ) A proteção de todo o indivíduo de ofensas dirigidas por outros indivíduos.
( ) A de promover políticas sociais de proteção e bem-estar coletivo e de exercício pleno da cidadania.
( ) Provimento de obras públicas, que não possam ser executadas pela iniciativa privada.
A sequência está correta em
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Pedalando de segunda a sexta-feira, um grupo de seis ciclistas percorre, no total, 500 km (somando-se o trajeto percorrido por cada ciclista). Dessa forma, para alcançar o total de 900 km percorridos, o número de ciclistas necessários, pedalando de terça a domingo e mantendo-se a mesma carga horária diária e velocidade média, será
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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Em todas as frases a seguir, as palavras sublinhadas possuem o mesmo valor semântico, EXCETO:
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A Lei nº 8.662/1993 estabeleceu o livre exercício da profissão de assistente social em todo o território nacional e as condições a serem observadas estabelecidas nesta respectiva Lei. Assinale a alternativa que descreve de forma INCORRETA uma das atribuições privativas do assistente social, segundo a legislação supracitada.
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2504774
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Leia a afirmação a seguir e responda à questão.
“Mesmo [as economias emergentes] representando ainda mais de dois terços do crescimento global este ano, há uma diversidade tremenda dentro desse grupo. Por exemplo: a Índia é um ponto positivo; a China está desacelerando, mas com crescimento mais sustentável; a África Subsaariana continua com desempenho forte; a Rússia, por outro lado, está vivenciando dificuldades econômicas; o Brasil também está estagnando; e muitas partes do Oriente Médio estão sofrendo com problemas políticos e econômicos.”
A afirmação anterior foi feita uma semana antes da divulgação do relatório de projeções para o crescimento econômico mundial efetuada pela diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), a francesa:
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Em uma viagem, um carro gasta 27 horas para ir de uma cidade A para a cidade B. Sabe-se que a distância entre essas cidades é 2.160 km e que, mantendo-se a mesma velocidade média e partindo da cidade B, esse carro chega à cidade C em 4,7 horas. Logo, a distância entre as cidades B e C é, em km:
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Atualmente, o trabalho de assistentes sociais, psicólogos e pedagogos constitui as principais profissões atuantes no SUAS e requer interface com as políticas da saúde, previdência, educação, trabalho, lazer, meio ambiente, comunicação social, segurança e habitação. Assinale a alternativa que descreve, de forma correta, a perspectiva de resultado da interface de trabalho discorrida no contexto anterior.
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Na conta bancária de Júlio foram feitas quatro movimentações: primeiramente três depósitos e, por fim, um saque. Sabe-se que os depósitos formam, na ordem de sua ocorrência, uma progressão aritmética crescente e que, após o saque, sua conta ficou com R$ 200,00 a mais do que havia inicialmente. Considerando que o valor do saque foi R$ 700,00, então o valor do segundo depósito foi
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