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A questão envolvendo a aceitação ou não do homossexualismo está na pauta da sociedade em diversos países, inclusive no Brasil. Mas, nos Estados Unidos, ficou em evidência internacional em função do suicídio do adolescente transgênero Leelah Alcorn, de 17 anos, em dezembro de 2014, devido ao fato de seus pais não aceitarem sua vontade de assumir uma identidade feminina, ter gerado forte comoção e uma petição on-line com mais de 120 mil assinaturas solicitando que o presidente da maior nação econômica do Planeta se posicionasse sobre este problema. Diante da situação, qual foi a resposta de Barack Obama, que foi amplamente divulgada e discutida em todo o Planeta?
 

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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
A alternativa em que a palavra sublinhada tem seu sinônimo corretamente indicado é:
 

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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“Cuiabá recebe até sábado (11 de abril de 2014) o 1º Fórum de Políticas Públicas para Esporte e Lazer dos Povos Indígenas. Durante toda a semana, índios de todo o país discutem programas e ações que valorizem o esporte e que integrem os povos tradicionais nas modalidades de alto rendimento. Nessa terça-feira (7 de abril de 2014), uma manifestação marcou a chegada dos cerca de 300 indígenas que participam do evento. Eles fizeram uma passeata no entorno da Universidade Federal de Mato Grosso contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que transfere para o Congresso Nacional a prerrogativa de demarcar terras indígenas, função que é exercida pelo Poder
Executivo.”
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.b
/geral/noticia/2015-04/forum-de-politicas-publicas-para-esporte-e-lazer-dos-povos-indigenas.)
Atualmente o Brasil possui, segundo o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – quase 900 mil índios que ocupam mais de 700 áreas indígenas, construindo a seguinte realidade:
I. Embora já tivessem sido em maioria no país, na época inicial da colonização, hoje não chegam a 1% da população brasileira.
II. A maior concentração está na região Norte, mas o estado do Mato Grosso, no Centro-Oeste, é o que possui a maior população indígena do Brasil.
III. Os maiores problemas enfrentados pelos povos indígenas são as invasões de suas terras por fazendeiros, posseiros, madeireiros ou garimpeiros para exploração econômica de suas riquezas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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“A primeira referência ao direito do índio e à posse da terra e ao respeito de seus costumes foi feita no início do século XX, sob a iniciativa do mais famoso indigenista do Brasil, o marechal que implantou o Serviço de Proteção ao Índio (SPI) que foi substituído algumas décadas depois pelo organismo indigenista oficial do estado do Brasil que atende pela sigla de .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Em “Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante,...”, a expressão sublinhada estabelece com o período anterior uma relação de
 

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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“Os países estavam reunidos há vários dias em Lausanne, na Suíça, para esboçar os princípios de um acordo. A comunidade internacional quer frear o programa nuclear iraniano e controlar de perto para garantir que Teerã não fabricará armas nucleares e bomba atômica. O impasse entre o Irã e o Ocidente acerca do tema já dura quase 12 anos.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/potencias-e-ira-definem-diminuicao-de-capacidade-nuclear-diz-agencia.html.)
Nesse longo período de impasse, o Brasil, enquanto ocupava uma vaga temporária no Conselho de Segurança da ONU, juntamente com a Turquia, tentou mediar um acordo para por fim ao impasse de mais de uma década, fechando um pacto de troca de combustível nuclear com o Irã com o objetivo de acalmar as preocupações internacionais sobre as ambições atômicas da República Islâmica. A iniciativa diplomática foi considerada insuficiente pelas potências e não evitou que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse uma nova rodada de sanções contra o Irã nos dias seguintes ao anúncio do acordo mediado por Brasil e Turquia. Na época, o Brasil era governado por:
 

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2504199 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Provas:
“A Constituição Federal de 1988 traz uma nova concepção para a assistência social brasileira. Incluída no âmbito da seguridade social e regulamentada pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, em dezembro de 1993, como política social pública, a assistência social inicia seu trânsito para um campo novo: o campo dos direitos, da universalização dos acessos e da responsabilidade estatal. A LOAS cria uma nova matriz para a política de assistência social, inserindo-a no sistema do bem-estar social brasileiro concebido como campo da seguridade social, configurando o triângulo juntamente com a saúde e a previdência social. A inserção na seguridade social aponta, também, para seu caráter de política de proteção social articulada a outras políticas do campo social, voltadas à garantia de direitos e de condições dignas de vida.” Em relação às seguranças que a proteção social, contida no contexto anterior deve garantir, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) De convívio ou de vivência familiar.
( ) De propriedade patrimonial.
( ) De sobrevivência (de rendimento e de autonomia).
( ) De acolhida.
A sequência está correta em
 

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Sobre os direitos adquiridos pelos índios brasileiros na atual Constituição Federal, é INCORRETO afirmar que

Questão Anulada

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Encontra-se no Congresso Nacional para aprovações do texto e possíveis modificações, o projeto que trata da gestão, exploração e pesquisa do patrimônio genético do país. Entre os principais pontos do texto, estão a regulamentação de pesquisa com plantas e animais vivos, o estímulo ao desenvolvimento de novos produtos fármacos e cosméticos e a compensação a comunidades locais e tradicionais que colaborem com as indústrias com seus conhecimentos históricos sobre fauna e flora. O projeto recebeu a denominação de:
Questão Anulada

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Em uma escola infantil, seis amigos pretendem dividir entre si 18 peças de brinquedo sendo seis quadrados, seis triângulos e seis círculos. Após a distribuição, sabe-se que:
• Carlinhos ficou com quatro peças sendo um quadrado, um triângulo e dois círculos;
Fabinho ficou com cinco peças sendo dois quadrados, dois círculos e um triângulo;
• Marcelinho ficou com quatro peças incluindo um círculo e um quadrado;
• Luizinho ficou com cinco peças, das quais somente um quadrado;
• Pedrinho ficou com três peças, mas nenhum círculo; e,
• Alvinho ficou com uma peça de cada tipo.
Tendo em vista as afirmativas apresentadas anteriormente, conclui-se que:
Questão Anulada

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