Foram encontradas 190 questões.
Sobre conotação e denotação, avaliar se as afirmativas
são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência
correspondente.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
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Paronímia é a relação entre palavras com estrutura (grafia
ou som) parecida e, apesar disso, significados diferentes.
Com base nisso, assinalar a alternativa que apresenta um
par de parônimos.
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Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa
que apresenta erro.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.
( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.
( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
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3516049
Ano: 2024
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Provas:
A respeito da classificação da receita pública, analisar os
itens.
I. Receitas Públicas Originárias, segundo a doutrina, seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública.
II. Receitas Públicas Derivadas, segundo a doutrina, seria a receita obtida pelo poder público por meio da soberania estatal.
III. A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à natureza, em Originárias e Derivadas.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Receitas Públicas Originárias, segundo a doutrina, seriam aquelas arrecadadas por meio da exploração de atividades econômicas pela Administração Pública.
II. Receitas Públicas Derivadas, segundo a doutrina, seria a receita obtida pelo poder público por meio da soberania estatal.
III. A doutrina classifica as receitas públicas, quanto à natureza, em Originárias e Derivadas.
Está CORRETO o que se afirma:
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3516048
Ano: 2024
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Provas:
A respeito da contabilização dos juros e dos encargos de
mora que incidem sobre o crédito inscrito em dívida ativa,
assinalar a alternativa CORRETA.
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3516047
Ano: 2024
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Lebon Régis-SC
Provas:
Em relação à Lei Orçamentária Anual, assinalar a
alternativa CORRETA.
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