Magna Concursos

Foram encontradas 332 questões.

2412983 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
Texto I
Segredo forçado
Existe um pacto de silêncio familiar.
Profissionais afirmam que vítimas resistem a denunciar violência por medo de represálias.
As psicólogas S., 38 e K., 44 olham a paisagem de lajes a céu aberto e de crianças empinando pipa de um dos bairros mais violentos da zona leste de São Paulo, onde os homicídios são a causa número um de morte dos mais jovens. Entreolham-se e riem quando a reportagem pergunta sobre a possibilidade de quebrar sigilos e denunciar casos em que pacientes estão sob risco – ou situações nas quais são eles os agressores.
S. explica como funciona: são várias consultas até que o paciente relate a violência sofrida. E tantas outras até que ele se convença de que aquilo é uma violência e exige providências. Na primeira conversa sobre levar o caso a alguma autoridade, alguns somem. Outros pedem que a psicóloga fique em silêncio. E aí começa a negociação.
Ambas trabalham em um posto de saúde que integra uma rede de serviços de prevenção e combate à violência, existente desde o ano passado. Em novembro de 2003, a prefeitura criou o Programa de Informações sobre Vítimas de Violência no Município de São Paulo, que obriga as unidades de saúde a notificar todos os casos para a construção de um banco de dados que fomente ações do Executivo.
Na regulamentação do programa, ficou instituído que as fichas sobre violência contra menores de 18 anos devem ser encaminhadas aos conselhos tutelares e ao Ministério Público.
“Existe um pacto de silêncio familiar”, afirma K., que tenta desvendar um suposto caso de abuso sexual. A família não dá informações.
Outro caso sob acompanhamento de ambas é o de um menino de 7 anos que supostamente foi abusado pelo pai. A mãe, no entanto, teme represálias se denunciar o marido.
Para o psicólogo e psicanalista Paulo Endo, 39, pesquisador da USP na área de violência, o dever da quebra de sigilo poderá inviabilizar o tratamento de agressores. “Nesse sentido, o sigilo é imprescindível.”
O tema está em debate. Se aprovada a quebra de sigilo, os conselhos de psicologia, tribunais da categoria, decidirão diante das denúncias.
(São Paulo, 05/09/2004, Folha de São Paulo – Cotidiano)
Texto II
Psicóloga que diz “curar” gay vai a julgamento em conselho
Conselho Federal de Psicologia decide no dia 31 se cassa licença de Rozângela Alves Justino. Resolução veta tratar questão como doença e recrimina indicação de tratamento; se o registro for perdido, será a 1ª condenação do tipo no país.
Vinícius Queiroz Galvão
Enviado Especial ao Rio
O Conselho Federal de Psicologia julga, no fim deste mês, a cassação do registro profissional de Rozângela Alves Justino por oferecer terapia para que gays e lésbicas deixem a homossexualidade. Se perder a licença, será a primeira condenação desse tipo no Brasil.
Resolução do próprio conselho proíbe há dez anos os psicólogos de lidarem a homossexualidade como doença e recrimina a indicação de qualquer tipo de “tratamento” ou “cura”.
Rozângela, que afirma ter “atendido e curado centenas” de pacientes gays em 21 anos, diz ver a homossexualidade como “doença” e que algumas pessoas têm atração pelo mesmo sexo “porque foram abusadas na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso”.
Numa consulta em que a reportagem, incógnita, se passava por paciente, Rozângela, que se diz evangélica, recomenda orientação religiosa na igreja.
“Tenho minha experiência religiosa que eu não nego. Tudo que faço fora do consultório é permeado pelo religioso. Sinto-me direcionada por Deus para ajudar as pessoas que estão homossexuais”, afirma.
A cassação de Rozângela, que atende no centro do Rio, foi pedida por associações gays e endossada por 71 psicólogos de diferentes conselhos regionais.
(São Paulo, 14/07/2009, Folha de São Paulo – Cotidiano)
A reportagem anterior apresenta o caso que ganhou a mídia nacional e que de acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo em vigor, prevê como possíveis penalidades aplicáveis, na forma dos dispositivos legais ou regimentais, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412957 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Seja a estrutura treliçada sujeita as cargas indicadas (em kN), conforme a figura. Se a tensão admissível de tração das barras é de 10,5 kgf/mm2 e de compressão de 15 kgf/mm2, a menor seção transversal possível para as barras é:
Enunciado 2689432-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412911 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Com relação às ideias expressas no texto, assinale a afirmativa correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412888 Ano: 2011
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
São cuidados com o veículo, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412771 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
Considere os seguintes aplicativos:
I. NetSupport Manager.
II. LogMein.
III. LimeWire.
IV. UltraVNC.
V. CCleaner.
VI. Teamviewer.
VII. DeskView.
Com o expressivo crescimento das redes de computadores, torna-se cada vez mais frequente a necessidade do acesso a distância a computadores. São considerados softwares de acesso remoto apenas as alternativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412750 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
Segurança da informação é a proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo ou organização. O conceito de Segurança da Informática ou Segurança de Computadores está intimamente relacionado ao de Segurança da Informação, incluindo não apenas a segurança dos dados/informação, mas também a dos sistemas em si.” Os principais atributos que orientam a análise, o planejamento e a implementação da segurança para um grupo de informações que se deseja proteger são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412721 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
A orçamentação da despesa pública passará pelo processo de elaboração da Lei de Orçamento Anual, de estudo e aprovação, obedecido o Plano Plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.” De acordo com a Portaria Interministerial 42/99, nas leis orçamentárias e nos balanços, as ações do governo serão identificadas em termos de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412719 Ano: 2011
Disciplina: Direito Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
No que se refere à transmissão das obrigações, analise:
I. A cessão do crédito não tem eficácia em relação ao devedor, senão quando a este notificada; mas considera-se notificado o devedor que, de forma pública ou particular, se declarou ciente da cessão feita.
II. Na cessão por título oneroso, o cedente, ainda que não se responsabilize, fica responsável ao cessionário pela existência do crédito ao tempo em que lhe cedeu; a mesma responsabilidade lhe cabe nas cessões por título gratuito, se tiver procedido de má-fé.
III. O crédito, mesmo penhorado, pode ser transferido pelo credor que tiver conhecimento da penhora.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412681 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
As principais razões do surgimento e da consolidação da Escola Clássica podem ser resumidas pelos seguintes eventos, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2412653 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Provas:
Numa economia de troca pura, com dois bens X e Y e dois indivíduos A e B, o indivíduo A tem 4 unidades do bem X e 1 unidade do bem Y. O indivíduo B tem 4 unidades de X e 2 unidades de Y. As suas funções de utilidade são representadas por: UA(X, Y) = XY e UB(X, Y) = XY. Os bens X e Y não sofreram o efeito de tributos. Diante desse contexto, é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas