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Foram encontradas 40 questões.

2823461 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Os impostos de competência dos Municípios estão previstos no art. 156 da Constituição Federal, dentre os quais se encontra o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN. Nos termos do Código Tributário do Município de Lucas do Rio Verde – Lei Complementar 46/2006, nos casos em que a base de cálculo seja o preço do serviço, considera-se o fato gerador do ISSQN ocorrido:

 

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2823460 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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A Seção IV da Lei Orgânica do Município de Lucas do Rio Verde dispõe acerca dos atos administrativos. Nesse sentido, o ato do Prefeito que define a competência dos órgãos e as atribuições dos servidores, não privativas de lei, formaliza-se mediante:

 

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2823459 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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A Lei Municipal 3.328/2022 dispõe, em seu art. 32, acerca das competências da Secretaria Municipal de Fazenda. A competência exposta no inciso XXIII do referido artigo, “promover o lançamento e arrecadação dos tributos e das receitas municipais”, configura manifestação do poder administrativo:

 

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2823458 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Consoante dispõe a Lei Municipal 3.328/2022, os entes da Administração Indireta e Descentralizada são dotados de:

 

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2823457 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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A estrutura administrativa do Município de Lucas do Rio Verde é regida pela Lei 3.328 de 2022. A referida lei dispõe, dentre outros temas, sobre os princípios que nortearão toda e qualquer atividade da Administração Municipal. Nesse sentido, ao tratar da atuação do Município através do planejamento público e do equilíbrio financeiro, para atingir maior economicidade na realização das despesas, a referida lei descreve o princípio denominado:

 

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O total de 1284 alunos de uma escola foi dividido em dois grupos. O primeiro grupo ficou com 1/4 do total e o segundo, com o restante dos alunos. Mais tarde, x alunos foram passados do segundo grupo para o primeiro grupo, de forma que o primeiro grupo ficou com metade dos alunos do segundo grupo. O valor de x equivale a:

 

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Em um processo seletivo para contratação de funcionários para certo restaurante, havia uma vaga para garçom e outra para operador de caixa. Inscreveram-se 38 candidatos para o cargo de garçom e 17 candidatos para o cargo de operador de caixa. Se o total de candidatos inscritos foi de 53, o número de candidatos que se inscreveram para ambos os cargos foi de:

 

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Roberto dá aula de música em duas turmas, A e B. Na turma A, há seis alunos que estudam violão e três que estudam contrabaixo. Na turma B, há quatro alunos que estudam violão e cinco que estudam contrabaixo. Para uma apresentação, Roberto vai escolher dois alunos, um de violão e outro de contrabaixo, sendo que deve haver um estudante de cada turma. O número máximo de maneiras distintas como Roberto pode fazer essa escolha corresponde a:

 

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TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-renda-raca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia” (9º parágrafo). No trecho, o verbo destacado indica que a nova pesquisa:

 

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TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-renda-raca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

A palavra “Paraisópolis” é acentuada pela mesma razão da palavra:

 

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