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“Concluímos que é a relação que se estabelece entre dois textos, quando um deles faz referência a elementos existentes no outro. Esses elementos podem dizer respeito ao conteúdo, à forma, ou mesmo à forma e ao conteúdo.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Macaíba-RN
Sabendo-se que a historiografia literária compreende o estudo e a descrição das diferentes escolas e movimentos literários, pode-se afirmar que o estudo de obras literárias deve considerar, além de aspectos textuais, suas condições de produção, que indicam principalmente:
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Texto para responder a questão.
O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
“Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação.” (4º§) Acerca da concordância destacada está correto o seguinte comentário:
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Texto para responder a questão.
O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
No terceiro parágrafo do texto, é empregado como recurso discursivo que fortalece a credibilidade textual:
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Texto para responder a questão.
O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
A expressão destacada no trecho “no entanto esses planos tiveram de ser ‘engavetados’ em função da pandemia do novo coronavírus” expressa o mesmo sentido produzido por todos os vocábulos do grupo indicado em:
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Texto para responder a questão.
O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
A fim de validar a afirmativa conclusiva de que várias preocupações surgiram em decorrência da referida pandemia para o sistema de ensino, o discurso textual apresenta:
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O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
O primeiro período do texto apresenta em seu fechamento:
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O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
Suponha que você estivesse realizando a revisão gramatical do texto apresentado e que em “devido às proporções de disseminação alcançadas” e “o risco à contaminação” o acento grave não tivesse sido colocado, ficando os trechos assim: “devido as proporções de disseminação alcançadas” e “o risco a contaminação”. Para registrar tal incorreção, você indicaria o fato como um erro de:
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Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
De acordo com o texto, pode-se afirmar, de forma coerente, que:
I. Pode-se reconhecer que mudanças necessárias podem ocorrer sem que haja um planejamento prévio com objetivos traçados.
II. Muito embora a OMS (Organização Mundial de Saúde) tenha classificado como pandemia a COVID-19, há um grande desafio a ser enfrentado pela saúde pública.
III. Diante de uma situação emergencial que envolve grande parte da sociedade é possível reconhecer a necessidade e o envolvimento de autoridades constituídas para traçar novas possibilidades.
Completa(m) corretamente o enunciado
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Texto para responder a questão.
O ensino de Língua Portuguesa amparado pela tecnologia em tempos de pandemia
Diante do atual cenário de pandemia ocasionado pelo coronavírus (COVID-19), no qual a escola vive à mercê desse vírus ameaçador da saúde pública, repensar sua prática e buscar novas estratégias são ações extremamente necessárias para que a instituição exerça o seu real significado – conceber a possibilidade de o aluno aprender, entender seu papel e transformar o mundo à sua volta (FREIRE, 2008). Dessa forma, para efetivação dessa função é necessário que o professor se reconfigure para atender às mudanças que esta pandemia tem causado em todo o mundo.
No início do ano letivo de 2020, todas as escolas passaram por seus planejamentos, como habitualmente acontece todo início de ano, tendo que elaborar seus planos anuais, no entanto esses planos tiveram de ser “engavetados” em função da pandemia do novo coronavírus, tendo as escolas de todo Brasil sido fechadas para preservar a saúde de estudantes e funcionários.
A Organização Mundial de Saúde classificou a doença como pandemia devido às proporções de disseminação alcançadas e, no momento, não há vacinas ou tratamentos específicos para COVID-19. Esta pandemia representa um desafio na saúde pública que requer um esforço urgente e colaborativo em todos os setores sociais para reduzir o risco à contaminação e a perda de vidas da população. Como medidas de prevenção foi estabelecido o distanciamento social e, consequentemente, as atividades escolares foram suspensas (WHO, 2020).
Essa medida causou um grande impacto, pois a maior parte dos docentes não estavam preparados e nem capacitados para tamanha transformação. Com a incerteza em relação ao retorno para as salas de aula, secretários municipais de educação de todo o país discutiram alternativas para conseguir cumprir o calendário escolar previsto para 2020. Nesse sentido, como propostas alternativas a esta condição foi incentivado o monitoramento virtual por professores com a tutela da família para dar continuidade ao conteúdo dos planos de estudo através do Ensino Remoto Emergencial (FIOCRUZ, 2020).
No que compete às disciplinas, muitas preocupações surgem em como ministrar determinados conteúdos, qual ou quais ferramentas tecnológicas e metodológicas seriam utilizadas, como seria o alcance aos alunos, a preocupação com a linguagem, logo são muitas as preocupações e inquietações que fizeram e fazem parte desse processo. E, em se tratando da disciplina de Língua Portuguesa, das aulas e conteúdos da língua materna, vêm à tona lembranças das regras que compõem a gramática e fazem parte da fonologia, morfologia, sintaxe; enfim, de um conjunto de regras que assustam muitos dos nossos alunos e falantes de nossa língua que afirmam: “Nunca aprendi português”; quando na verdade queriam dizer que nunca aprenderam as regras que constituem a gramática normativa. O que já era difícil no ensino presencial, no ensino remoto fica um pouco mais complicado, em virtude da pouca participação e interação dos alunos presentes nas aulas on-line.
Com o ensino remoto, é imprescindível a alteração na forma anfêmera de ensino, uma vez que o cenário foi modificado e tanto professores quanto alunos saíram de suas “zonas de conforto” e adentraram os espaços digitais. O mundo virtual abriu as portas a esses novos sujeitos que até então pensavam que sabiam manusear alguma máquina e/ou pouquíssimos aplicativos disponíveis na palma de sua mão. Para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse, foi necessário que os professores inovassem suas práticas em um curto espaço de tempo. Com isso, cursos foram realizados, oficinas foram executadas, suas casas foram transformadas em salas de aulas e tudo isso, concomitantemente, de modo que o processo não parasse.
Assim, estes novos recursos digitais têm estimulado propostas de ensino menos centradas no professor e mais voltadas para a interação e o diálogo (BRAGA, 2009) e, portanto, discutir uma proposta de ensino de língua materna ligada às tecnologias digitais é, sem dúvida, algo interessante e instigador, entretanto, o que fazemos hoje, está longe de ser o ideal, mas é o possível diante da falta de um retorno presencial verdadeiramente seguro.
(LEITE, Kadygyda Lamara De França et al. O ensino remoto e a disciplina de língua portuguesa: como dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem. Anais VII CONEDU – Edição Online. Campina Grande: Realize Editora, 2020. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/ visualizar/69014. Adaptado.)
Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um segmento com o mesmo tipo de linguagem, predominantemente denotativa, utilizado no texto:
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