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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS
Por José Pio Martins
Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
Revista Humanitas. Nº 177
− agosto de 2024 (adaptado)
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QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS
Por José Pio Martins
Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
Revista Humanitas. Nº 177
− agosto de 2024 (adaptado)
Sobre estes eventos, é correto afirmar que
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QUATRO SÉCULOS DE MUDANÇAS
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Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
Revista Humanitas. Nº 177
− agosto de 2024 (adaptado)
"O mundo floresceu em riquezas sob a genialidade humana, mas também gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a estupidez dessa mesma humanidade."
Assinale a única alternativa que pode substituir este período no texto, por manter equivalência com ele e não alterar o sentido em que está empregado.
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Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
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mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
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Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
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Nos últimos 323 anos, desde o início do século 18, o
mundo passou pelas maiores transformações de todos
os tempos. O século 18 foi o mais revolucionário, o 19 foi
o mais inventivo, o 20 foi o mais violento, e o 21 deve ser
o de maiores transformações. Anteriormente ao século
18, houve a Revolução Inglesa, com ápice em 1688, que
impôs o fim da soberania dos reis e passou a perseguir a
ordem liberal, a economia capitalista e o regime político
fundado na democracia. No ano de 1776, consolidou-se
a Revolução Americana, que libertou os Estados Unidos
do jugo da Inglaterra e, em 1789, o mundo viu a
Revolução Francesa completar três eventos históricos
suficientes para considerar o século 18 como o mais
revolucionário.
Na sequência, o mundo adentrou o século 19,
consolidando a Revolução Industrial, que, entre 1815 e
1840, produziu transformações econômicas iniciadas
com a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de
ferro e o navio a vapor. Entre 1750 e 1840 houve a
consagração da Revolução Industrial, que foi ampliada
pela segunda revolução tecnológica moderna, com a
invenção do motor a combustão interna, os veículos
automotores, a indústria do petróleo, a água tratada
encanada, o telefone e, principalmente, a maior de todas
as invenções: a eletricidade; e o século 19 mereceu o
título de o mais inventivo.
Seguindo, entramos no século 20, que, embora tenha
sido um tempo de inovações e tecnologias disruptivas,
foi o século mais sanguinário. Milhões de vidas humanas
foram exterminadas em guerras e revoluções políticas. O
conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos
na gestão de Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, Zbigniew
Brzezinski (1928-2017), publicou o relatório As
Megamortes, no qual ele listou 243 conflitos militares no
século 20, que resultaram em 187 milhões de mortes.
Esse número foi revisado para 237 milhões de mortes,
pois inicialmente constavam 20 milhões de mortes no
período de Mao Tsé-Tung de 1949 a 1976, dado este
alterado para 70 milhões de mortes na China comunista
de Mao. Apesar de violento, o século 20 foi inventivo
com o rádio (1920), o avião a jato (1939), o computador
(1945), o telefone celular (1973), a internet (1989) e
outros tantos mais.
E chegamos ao século 21, atualmente em sua terceira
década, e vemos a aceleração da quarta revolução
tecnológica moderna em setores como biotecnologia,
inteligência artificial, farmacologia, máquinas inteligentes,
robôs cognitivos, metamateriais, cura de doenças etc.
Ele caminha para ser o século de maiores
transformações, inclusive na área demográfica, que pode
levar a população mundial aos 9,4 bilhões de habitantes até 2050 e ver esse número cair para pouco mais da
metade em 2100, ficando em torno de 4,7 bilhões. 0
assunto é complexo, mas o fato é que esses quatro
últimos séculos dividiram-se em maravilhas cientificas
criadoras de alegria e bem-estar, de um lado, e
sofrimento e sangue, de outro lado. O mundo floresceu
em riquezas sob a genialidade humana, mas também
gerou enormes guetos de pobreza e morte sob a
estupidez dessa mesma humanidade.
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De acordo com o Art. 187 da Lei das S.A., a
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) deve
refletir, de forma clara e detalhada, os principais
componentes do resultado econômico de uma empresa,
incluindo receita, custos, despesas e lucro. Esses
elementos são fundamentais para a análise da saúde
financeira da empresa e para a tomada de decisões por
parte dos investidores e gestores.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) - Empresa Fictícia S.A
Ano: 2023 (em R$ mil)

Considerando a DRE da empresa Fictícia S.A. e o Art. 187 da Lei das S.A., assinale a alternativa correta.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) - Empresa Fictícia S.A
Ano: 2023 (em R$ mil)

Considerando a DRE da empresa Fictícia S.A. e o Art. 187 da Lei das S.A., assinale a alternativa correta.
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3610272
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Machado-MG
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Machado-MG
Provas:
A Lei nº 9.430/1996 estabelece diretrizes para a
tributação e administração dos tributos federais. Diversas
Instruções Normativas da Receita Federal
complementam essa legislação, detalhando
procedimentos e regras específicas. Com base na Lei nº
9.430/1996 e nas Instruções Normativas SRF nº 459/04,
nº 480/04 e nº 971/09, assinale a alternativa correta.
Provas
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Uma auditoria interna foi realizada em um órgão público
para avaliar a conformidade dos processos de licitação
com a Lei nº 8.666/1993. Durante a auditoria, foi
identificado que um processo licitatório apresentou um
erro na estimativa do valor de referência, resultando em
uma contratação acima do preço de mercado. Com base
nas normas contidas na referida lei, assinale a alternativa
correta.
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