Foram encontradas 80 questões.
A concordância nominal é estabelecida entre o núcleo de
um sintagma nominal e alguns dos termos que o
determinam. Nesse sentido, marque a opção correta.
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As regras ortográficas determinam a divisão silábica das
palavras. Nesse sentido, assinale a alternativa em que
as silabas estão separadas adequadamente.
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029
.pdf
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029
.pdf
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029
.pdf
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De acordo com o Art. 187 da Lei das S.A., a
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) deve
refletir, de forma clara e detalhada, os principais
componentes do resultado econômico de uma empresa,
incluindo receita, custos, despesas e lucro. Esses
elementos são fundamentais para a análise da saúde
financeira da empresa e para a tomada de decisões por
parte dos investidores e gestores.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) - Empresa Fictícia S.A
Ano: 2023 (em R$ mil)

Considerando a DRE da empresa Fictícia S.A. e o Art. 187 da Lei das S.A., assinale a alternativa correta.
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) - Empresa Fictícia S.A
Ano: 2023 (em R$ mil)

Considerando a DRE da empresa Fictícia S.A. e o Art. 187 da Lei das S.A., assinale a alternativa correta.
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3610272
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Machado-MG
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Machado-MG
Provas:
A Lei nº 9.430/1996 estabelece diretrizes para a
tributação e administração dos tributos federais. Diversas
Instruções Normativas da Receita Federal
complementam essa legislação, detalhando
procedimentos e regras específicas. Com base na Lei nº
9.430/1996 e nas Instruções Normativas SRF nº 459/04,
nº 480/04 e nº 971/09, assinale a alternativa correta.
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Uma auditoria interna foi realizada em um órgão público
para avaliar a conformidade dos processos de licitação
com a Lei nº 8.666/1993. Durante a auditoria, foi
identificado que um processo licitatório apresentou um
erro na estimativa do valor de referência, resultando em
uma contratação acima do preço de mercado. Com base
nas normas contidas na referida lei, assinale a alternativa
correta.
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A organização de um evento é divida em algumas
etapas. Desse modo, assinale qual é a fase da
organização que acontece na parte prática da
organização e que requer muito cuidado para que tudo
saia conforme foi planejado.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioFormatação e Apresentação
Na hipótese de em um envelope constar o
endereçamento conforme escrito na forma abaixo,
assinale a quem se destinaria a correspondência.
Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC, nº 123 CEP 70.123-123 − Curitiba. PR
Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC, nº 123 CEP 70.123-123 − Curitiba. PR
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