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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Mafra-SC
De acordo com a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências, é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
A garantia de prioridade compreende:
1. primazia de receber proteção e socorro somente em situações com risco de morte.
2. proibição de precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.
3. preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.
4. destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
5. preterição de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Leia o texto.
As peneiras da sabedoria
Meio dia em ponto!
Mais uma jornada de trabalho terminara.
Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob uma frondosa árvore para seu merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu ajudante predileto, que lhe diz:
— Mestre Hiram… Vou lhe contar o que disseram do rapaz que chegou ontem para trabalhar…
Hiram, com sua infinita sabedoria, responde:
— Calma, meu ajudante predileto… Antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas “Três Peneiras da Sabedoria?”.
— Peneiras da Sabedoria? Não me foram mostradas, respondeu o ajudante predileto!
— Sim, meu rapaz! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outra pessoa, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto:
— Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito o ajudante respondeu:
— Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram…
Hiram continua:
— Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e chegou à segunda, que é a peneira da BONDADE. E eu te pergunto:
— É alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
— De maneira alguma Mestre Hiram… Claro que não!
— Então a tua informação acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu na terceira e última: a da NECESSIDADE. Então eu te faço a derradeira pergunta:
— Achas mesmo necessário passar adiante essa informação sobre teu colega e companheiro?
— Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade…
— Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.
— Entendi, poderoso Mestre Hiram. Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
— Lembre-se: Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo!
As três verdades de Sócrates. https://andragogiabrasil.com.br/
Leia o texto de um anúncio de salão de beleza.
“Quem ama o próprio cabelo só corta no salão Bill. É o corte mais bonito e mais barato do Brasil. Treis reais o masculino, era dois, mas já subiu. Salão Bill: cortes mascolinos, 3,00 e femeninos 5,00.”
José Eduardo Rodrigues. O Brasil das Placas. São Paulo; Panda Books, 2007- adaptado
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto.
As peneiras da sabedoria
Meio dia em ponto!
Mais uma jornada de trabalho terminara.
Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob uma frondosa árvore para seu merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu ajudante predileto, que lhe diz:
— Mestre Hiram… Vou lhe contar o que disseram do rapaz que chegou ontem para trabalhar…
Hiram, com sua infinita sabedoria, responde:
— Calma, meu ajudante predileto… Antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas “Três Peneiras da Sabedoria?”.
— Peneiras da Sabedoria? Não me foram mostradas, respondeu o ajudante predileto!
— Sim, meu rapaz! Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outra pessoa, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto:
— Tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito o ajudante respondeu:
— Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram…
Hiram continua:
— Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e chegou à segunda, que é a peneira da BONDADE. E eu te pergunto:
— É alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
— De maneira alguma Mestre Hiram… Claro que não!
— Então a tua informação acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu na terceira e última: a da NECESSIDADE. Então eu te faço a derradeira pergunta:
— Achas mesmo necessário passar adiante essa informação sobre teu colega e companheiro?
— Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade…
— Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra. Não sobrou nada para contar.
— Entendi, poderoso Mestre Hiram. Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
— Lembre-se: Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo!
As três verdades de Sócrates. https://andragogiabrasil.com.br/
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas.
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SUS corre risco de colapso
O Sistema Único de Saúde (SUS) e a rede de saúde complementar passarão por um teste decisivo nos próximos meses. O crescimento do número de casos confirmados de Covid-19 pressionará a estrutura de atendimento existente e vai repercutir principalmente no uso de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Especialistas advertem que o avanço da infecção e o aumento de casos graves podem causar um colapso no sistema por falta de leitos. O SUS padece, dia após dia, de problemas específicos no atendimento, na gestão de equipamentos e de pessoal e, mais recentemente, de problemas orçamentários: o aporte financeiro do Ministério da Saúde previsto para 2020 é de R$ 136 bilhões, menor do que no ano passado, que foi de 147 bilhões. Agora, a demanda causada pelo coronavírus vai se somar aos problemas existentes porque as pessoas continuarão tendo outras doenças.
O momento mais difícil da Covid-19 é quando ela causa debilidade respiratória grave, chamada de hipoxemia, que exige o uso de respiradores artificiais no paciente. É como se o pulmão estivesse plastificado. Há necessidade de internação e isolamento respiratório porque o principal mecanismo de transmissão acontece por gotículas e é significativo o risco de contaminação de outros pacientes e dos profissionais de saúde. É algo que requer adequação da capacidade física dos locais de atendimento, além de eficiência na gestão de leitos de UTI existentes. Adiar cirurgias não emergenciais é fundamental para liberar espaço para doentes da Covid-19.
O País dispõe de cerca de 55 mil leitos de UTI, metade do SUS e metade da saúde suplementar. O problema é que apenas 25% da população têm acesso à saúde suplementar, que fica com a metade dos leitos. Os outros 75% dos pacientes, que utilizam o SUS, ficam com a outra metade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde indicam que deve haver de um a três leitos para cada dez mil habitantes. Considerando todos os leitos de UTI do Brasil, há mais ou menos dois leitos para cada dez mil habitantes. Embora, em situação de normalidade o país esteja dentro da recomendação da OMS, a estrutura disponível não está dimensionada para suportar os efeitos de uma pandemia. Em São Paulo, o governo já anunciou a instalação de 1,4 mil leitos adicionais e outros estados também estão reforçando sua estrutura de atendimento. Mesmo assim, há o forte temor de que faltem camas de UTI. As regiões Norte e Nordeste podem ficar desassistidas. A taxa de ocupação média nas UTIs privadas é de cerca de 80%. Já nos hospitais públicos, essa taxa é de impressionantes 95%, segundo a Associação Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Disponível em: <https://istoe.com.br/sus-corre-risco-de-colapso/>.
Acesso em: 03 abr. 2020. Publicado: 20 mar. 2020. [Adaptado].
Preencha os espaços em branco com a preposição adequada, fazendo as contrações (de + o = do; em + a = na etc.) ou a crase (a + a = à; a + as = às) eventualmente necessárias.
- Ele prefere ficar sem o carro .................. ter que humilhar-se pedindo favores aos filhos.
- A comissária avisou os passageiros .................. o perigo iminente.
- Nosso trabalho visa .................. a integração dos diversos grupos de apoio aos moradores de rua.
- O poeta Afonso das Lavaredas sempre residiu ................ a Rua Demóstenes Torres, 967.
- O Chefe da Guarda Municipal sempre preferiu gravar as mensagens em áudio ................ digitá-las.
- Informe .................. os alunos da Ala C que o portão norte ficará fechado para reformas.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
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Desenvolvimento dos Municípios
do Planalto Norte Catarinense
A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.
Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.
De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.
As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.
Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.
Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.
O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.
Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são formados por derivação sufixal.
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No contexto da História das Artes, é correto afirmar que a pintura grega teve sua maior expressão:
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Desenvolvimento dos Municípios
do Planalto Norte Catarinense
A economia dos municípios que compõem o Planalto Norte Catarinense é vinculada aos três setores, mas com predominância no primeiro e segundo setores econômicos: agricultura e indústria. As atividades industriais são voltadas ao beneficiamento da madeireira e processamento de erva-mate, responsáveis pela maior parcela da movimentação econômica regional.
Ainda, sobre o desenvolvimento das relações culturais e o desenvolvimento do Planalto Norte Catarinense, há que se inserir a Guerra do Contestado. O conflito do Contestado, não apenas a guerra, é um acontecimento importante para a retratação das relações culturais do Planalto Norte Catarinense.
De 1912 a 1916, ocorreram, na fronteira norte do Estado de Santa Catarina (divisa com o Estado do Paraná), numa área em litígio, os fatos mais sangrentos da história desta terra. Foram várias as causas desse conflito armado. Na mesma época e lugar, ocorreram o movimento messiânico de grandes proporções; a disputa pela posse de terras aliada à questão dos limites interestaduais; e a competição econômica pela exploração de riquezas naturais abundantes no território.
As bases desse conflito se estruturaram ao redor de uma legião de fanáticos religiosos composta por agregados das fazendas dos coronéis; por ex-operários demitidos quando da conclusão da construção de uma estrada de ferro; por “sem-terras”, ex-posseiros varridos dos seus lotes; por ervateiros sem erva para colher; por dezenas de pequenos proprietários expulsos de seus pinheirais; e por pessoas que perderam sua propriedade e negócios. Essas pessoas (predominantemente caboclos), fora das leis da economia agropastoril, viviam onde ocorreu o conflito do Contestado, tida como uma “terra de ninguém” e marcada pela persistência da rixa de 150 anos entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa rixa se discutia se os limites geográficos deveriam ou não ser demarcados pela margem esquerda dos rios Negro e Iguaçu. Remanescente deste conflito há a referência à devoção aos monges nominados por “São João Maria” ou “Monge João Maria” que, somados à prática de recorrer às ervas medicinais e às benzedeiras para tratar doenças, são elementos presentes na identidade cultural do território.
Após 1916, quando os vários acertos decorrentes desse conflito terminaram no acordo que fixou o município de Mafra como sendo do estado de Santa Catarina, outra estrutura agrária se formou em boa parte do Planalto Norte do Contestado pela partilha das terras dos posseiros sem que se tocasse nas terras dos coronéis e outras terras griladas ao longo dos anos seguintes.
Mesmo assim e após um centenário da Guerra do Contestado, as relações que envolvem o direito a terra, sob o ponto de vista constitucional, não chegaram às ex-terras contestadas. Milhares de trabalhadores rurais ainda sobrevivem da parceria, do aluguel da terra e sem sua posse. Isso sem considerar que milhares de hectares de terras regionais são de empresários rurais que podem ser correlacionados aos ex-coronéis do Contestado.
O cultivo da erva-mate foi predominante na região até a década de 1930, mas a sua crise ocorre quando seus consumidores, Argentina e Uruguai, começaram a produzir a erva que consumiam. Assim, parte da população substituiu a produção ervateira para dedicar-se à extração e industrialização da madeira e a agropecuária.
Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area11/area 1 1 -artigo.16pdf>. Acesso em 02 abr. 2020. [Fragmento adaptado].
Quanto ao gênero textual, o texto 1 é:
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Em Artes Visuais, é correto afirmar que o elemento compositivo considerado mais simples recebe o nome de:
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No ensino de Música, o estudo da essência específica das impressões sonoras é conhecido como:
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Analise as afirmativas abaixo que tratam do uso do requerimento na administração pública.
- O requerimento é o documento que deve ser empregado para se solicitar informações.
- O requerimento é o documento que deve ser empregado para realizar a exposição de motivos de projeto de lei.
- O requerimento é o documento que deve ser empregado para justificar uma dispensa de licitação.
- O requerimento é o documento que deve ser empregado para responder a um pedido de informações do Ministério Público.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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