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1310937
Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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Em situações de trabalho, compartilhadas por duas ou mais pessoas, há atividades a serem executadas, bem como interações e sentimentos recomendados: comunicação, cooperação, respeito, amizade.
Nessa direção, em relação às relações humanas no trabalho, é incorreto afirmar:
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Dentre os seguintes objetivos atuais da educação escolar,
I. Universalização e inclusão na escola pública.
II. Alargamento das expectativas de formação na educação escolar.
III. Acompanhamento das mudanças das áreas de conhecimento.
IV. Estudos sobre teorias de currículo.
V. Demandas de uso de novas tecnologias.
VI. Organização escolar coletiva e autônoma.
assinale a opção que indica as afirmações corretas.
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Os elementos já que, entretanto e por isso possuem, respectivamente, as seguintes relações semânticas:
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Dadas as construções a seguir,
I. Receber o documento para classificação.
II. Ler o documento, identificando o assunto principal e o(s) secundário(s), de acordo com seu conteúdo.
III. Localizar o(s) assunto(s) no Código de Classificação de Documentos de Arquivo, utilizando o índice, quando necessário.
IV. Anotar o Código na terceira folha do documento.
V. Preencher a(s) folha(s) de referência para os assuntos principais.
assinale a sequência em que há violação relação às rotinas correspondentes às operações de classificação.
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Qual a função sintática das expressões “iniciar esse processo”, “dos filhos”, “para uma refeição” e “um ambiente”, respectivamente?
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A questão refere-se ao texto seguinte.
“Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...”
No período “qualquer gole de álcool é nocivo”, qual o antônimo da palavra “nocivo”?
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Mudar ou não
Ao contrário do que já foi, hoje são valorizadas as pessoas que mudam. Raul Seixas foi profético quando disse que preferia ser uma metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo. É claro que não se cobra de ninguém que seja tão maluco-beleza, mas a estagnação paga pedágio dobrado. Somos estimulados, sim, a ser metamorfoses ambulantes, se não por outro motivo, pelo menos para acompanhar as mudanças do mundo, e estas são cada vez maiores e em velocidade crescente.
(Eugênio Mussak, Revista Vida Simples).
Para o autor do texto, metamorfose quer dizer:
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1310815
Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
Provas:
Dentre as seguintes incumbências dos docentes, preconizadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de n.º 9.394/96,
I. “Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.”
II. “Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.”
III. “Zelar pela aprendizagem dos alunos.”
IV. “Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.”
V. “Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional.”
VI. “Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.”
assinale a sequência das opções que estão corretas.
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Assinale a opção que contém somente aplicativos pertencentes ao pacote Microsoft Office.
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A beleza da Índia está nas pessoas e não na arquitetura. Homens andam abraçados e as mulheres caminham em grupos, mesmo as mais pobres parecem rainhas, vestidas de seda e prata. As pessoas se ornam e se pintam. Quando se cumprimentam, cruzam as mãos na frente do peito: “Meu deus interior saúda seu deus interior.
(Revista Vida Simples).
A frase “Homens andam abraçados”, se fosse uma ação no passado, a frase seria escrita da seguinte forma:
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