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Foram encontradas 200 questões.

1310233 Ano: 2009
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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Segundo o analista de logística Marcos Paulo Farias “a empresa moderna exige rapidez e otimização do processo de movimentação de materiais, interna e externamente, que se inicia desde o recebimento de matéria-prima até a entrega do produto final ao cliente.”

Em tal contexto, o recebimento de materiais

 

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1310224 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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Além de um arquivo organizado, são importantes em uma secretaria os serviços de registro, pois
I. dirimem dúvidas.
II. atestam expedição de documentos.
III. atestam recebimento de documentos.
IV. permitem consulta rápida.
Qual é a opção que melhor complementa a afirmação?
 

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1310221 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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No Windows Explorer (WE), é possível visualizar a data da última modificação de um arquivo
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam A) o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que B) ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que C) atrapalham situações que favorecem D) esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles E) fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Em qual opção o pronome relativo que não tem função de sujeito?
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Vivia longe dos homens, só se dava bem com os animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava nas relações com as pessoas a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações e onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
(Graciliano Ramos, Vidas secas).
Em geral, o texto de Graciliano Ramos
 

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1310195 Ano: 2009
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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Maria investiu um determinado capital ao longo de 2 anos a uma taxa de juros de 2% ao mês. Sabendo-se que Mário resgatou ao final de dois anos a importância de R$ 11.840,00, podemos afirmar que o capital inicial investido por Mário foi de
 

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1310151 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Roleta-russa, agora no ar
São Paulo – São Paulo acrescenta continuamente requintes à roleta-russa em que se transformou a vida na cidade. Antes, o paulista já sabia que, se escapasse de assalto, poderia cair em um sequestro (relâmpago ou duradouro, que a roleta-russa é sofisticada).
Se não fosse sequestrado, teria o carro roubado. Se ficasse com o carro, afundaria em algum dos alagamentos bíblicos do cotidiano. Se não naufragasse, ficaria preso em um congestionamento cinematográfico. E, se nada disso ocorresse, ainda haveria na agulha a bala de cair no buraco do metrô e ter o cadáver resgatado apenas uma semana ou dez dias depois. Soma-se agora à roleta-russa até o ato de fugir dela ao deixar a cidade por via aérea. Sempre há o risco de levar para ir ao Rio ou a Salvador o mesmo tempo que cidadãos normais tardam para ir de Nova York a Londres (ou até Tóquio).
O caos aéreo serviu para acentuar outra característica dos paulistas (na verdade, comum a 99% dos brasileiros): em vez de enfrentar o problema, tratam de acomodar-se a ele. No lugar de drásticos protestos contra o apagão dos voos, o brasileiro faz estoque de livros, de iPods ou de “games” para celular – e aguenta o tranco na roleta-russa dos aeroportos.
Já já alguém vai escrever o manual de autoajuda: “Como passar o dia em Congonhas e ser feliz”. Nem em aeroporto do interior do Haiti admite-se que a chuva possa ser motivo para interrupção dos voos. Aqui, aceita-se tranquilamente medir o volume de água na pista para autorizar ou não voos no mais movimentado aeroporto da pátria esculhambada.
Coisa de comédia, que, no entanto, se incorporou aos usos e costumes do país, como se fosse parte da paisagem. Como as favelas, as balas perdidas, os assaltos, os sequestros, a educação em frangalhos, a saúde profundamente doente, os políticos corruptos...
(ROSSI, Clóvis. Folha de S.Paulo. 20 mar. 2007)
Dadas as inferências seguintes sobre o texto,
I. A existência de possibilidades que indicam alternância leva a inferir que sempre acontecerá alguma fatalidade para o paulista.
II. O paulista é vencido pelos problemas apontados no texto.
III. A referência a recursos bibliográficos e eletrônicos indica que a vida do brasileiro é puro lazer.
IV. Deduz-se da leitura que o paulista é o indivíduo mais acomodado do mundo.
verifica-se que
 

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1310149 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
“Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...”
No período “Tomate previne isso, cebola previne aquilo”, o verbo “prevenir” tem o sentido de
 

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1310129 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Marechal Deodoro-AL
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Qual opção abaixo contém a senha considerada mais segura para ser usada?
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Vivia longe dos homens, só se dava bem com os animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava nas relações com as pessoas a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações e onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
(Graciliano Ramos, Vidas secas).
O que há de efetivo na forma de articular as palavras para a personagem de Graciliano Ramos?
 

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