Foram encontradas 410 questões.
Uma abordagem funcionalista do nível sintático das línguas implica
I. realizar as análises nos limites da sentença;
II. considerar que a função comunicativa da linguagem determina o modo como a língua está estruturada;
III. compreender os processos sintáticos pelas relações que mantêm com os processos semântico e discursivo;
IV. determinar uma ordem básica para os constituintes da sentença, da qual derivam todas as demais variações.
Estão corretas as afirmativas
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Em relação à sintaxe da língua portuguesa, afirmar que a estrutura da sentença não é linear, mas hierárquica, implica reconhecer que
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Sobre os gêneros textuais, é possível afirmar que sua relevância para o processo de ensino-aprendizagem da língua materna se justifica por ser um conceito que
I. fixa a estrutura dos textos a serem analisados na escola;
II. substitui o conceito de texto no processo de reflexão sobre a língua;
III. relaciona a reflexão sobre a língua às práticas sociais de linguagem;
IV. relaciona a configuração linguística dos textos às condições extralinguísticas de sua produção.
Estão corretas as afirmativas
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Na distinção entre gêneros e tipos textuais, Luiz Antônio Marcuschi os diferencia, respectivamente, por critérios
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O enunciado em que se encontra o emprego de um elemento catafórico é
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“Não faz muito tempo, acompanhamos uma ruidosa polêmica na mídia nacional em torno do livro didático de língua portuguesa Por uma vida melhor, distribuído gratuitamente pelo MEC aos estudantes da EJA (Educação de Jovens e Adultos). A polêmica começou no dia 17 de maio de 2011, quando, no programa matinal Bom Dia Brasil da Rede Globo, o jornalista Alexandre Garcia noticiou, assumindo um tom condenatório, que o MEC estava financiando livros didáticos que fomentavam o uso do português errado. De modo previsível, o jornalista recorreu à tópica do „antigamente" para ancorar sua argumentação, afirmando que, quando estava no primeiro ano do grupo escolar e falava errado, a professora o corrigia, preparando-o „para vencer na vida", pois tinha como óbvio que „A educação liberta e torna a vida melhor, nos livra da ignorância, que é a condenação à vida difícil. Quem for nivelado por baixo terá a vida nivelada por baixo". Disse, ainda, que, no Brasil, passa-se a mão nos erros por medo de constranger o outro e faz-se o mesmo com a língua, „aprova-se a palavra errada para não constranger" o aluno.” (BARONAS, R. L.; COX, M. I. P. Para uma Vida Melhor na mídia: discurso, aforização e polêmica. Revista Linguagem em (Dis)curso, vol. 13, n. 1, 2013.).
“A escola não pode ignorar as diferenças sociolinguísticas. Os professores e, por meio deles, os alunos têm que estar bem conscientes de que existem duas ou mais maneiras de dizer a mesma coisa. E mais, que essas formas alternativas servem a propósitos comunicativos distintos e são recebidas de maneira diferenciada pela sociedade. Algumas conferem prestígio ao falante, aumentando-lhe a credibilidade e o poder de persuasão; outras contribuem para formar-lhe uma imagem negativa, diminuindo-lhe as oportunidades. Há que se ter em conta ainda que essas reações dependem das circunstâncias que cercam a interação. Os alunos que chegam à escola falando „nós cheguemu", „abrido" e „ele drome", por exemplo, têm que ser respeitados e ver valorizadas as suas peculiaridades linguístico-culturais, mas têm o direito inalienável de aprender as variantes do prestígio dessas expressões.” (BORTONIRICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2005).
Ao relacionarmos os dois excertos, é possível afirmar que
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"No Brasil, contudo, nossa história de contradições, nossas heranças coloniais ainda embaraçam a democratização da norma culta/comum/standard, em especial da norma escrita. Estamos longe de torná-la um fenômeno de amplo uso social. Primeiro, porque ainda não universalizamos a educação básica de 11 anos. Segundo, porque a educação linguística que oferecemos a nossos estudantes é ainda de baixíssima qualidade. E, por fim, não conseguimos ainda aceitar com clareza a nossa norma cult/comum/standard efetiva e nos aproveitamos, no jogo dos poderes simbólicos, da tradição que se consolidou na norma curta.” (FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008; grifos do autor.). O jogo de palavras que faz o autor, entre norma culta e norma curta, se justifica em razão de ainda ser comum, no Brasil, uma(um)
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Uma perspectiva dicotômica entre as modalidades de uso da língua, que faz parte da tradição dos estudos linguísticos, na atualidade é contestada em razão da impossibilidade de
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A descrição e o registro das unidades e categorias linguísticas de uma determinada variedade da língua em uma abordagem sincrônica, bem como a descrição e o registro dos tipos de construções possíveis com esses elementos e as suas condições de uso é uma definição para um tipo de gramática que se denomina gramática
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A definição de língua como código, segundo a linguista, é redutora porque
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