Foram encontradas 159 questões.
TEXTO I
RAIS 2018 – Profissionais com deficiência seguem à
margem no acesso ao trabalho
Apenas 1% dos empregos com garantias trabalhistas e previdenciárias
são atribuídos a pessoas com alguma deficiência
Por Lucas Borba
A Lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de
Cotas, representou um marco nacional para a inclusão de pessoas
com deficiência no mundo do trabalho. Além da visibilidade que o
decreto passou a gerar sobre esses profissionais, empresas
começaram a rever não apenas seus processos de recrutamento
e seleção, mas também suas políticas e práticas internas de
acessibilidade.
Completados 28 anos de implementação da lei, porém, a
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgada pelo
Ministério da Economia, relativa a 2018, demonstra quão
resistente o mercado ainda permanece ao segmento. Segundo o
relatório, entre os 46,6 milhões de empregos formais, somente
486.756 estavam direcionados a pessoas com deficiência. Em
relação a 2017, houve um crescimento de 10,3%.
Além disso, o tipo de deficiência como critério para a
seleção continua em evidência. Pessoas com deficiência física
estão na liderança, com 47,3% das contratações, seguida pela
auditiva, 18,1%, visual, com 15,3%, e intelectual, com 8,9%. Por
último, estão reabilitados pelo INSS, com 8,5% das efetivações, e
pessoas com deficiências múltiplas, com 1,9%. A escolaridade
também representa um fator determinante, com 69,5% das
contratações incidindo sobre profissionais com deficiência que
têm Ensino Médio completo ou mais, e sobre analfabetos, apenas
0,7%.
No que se refere à distribuição por setores, a indústria de
transformação e o setor de comércio e serviços absorvem 85,5%
dos empregos formais. Dentre o total de empregados pelo setor
privado, foram aproveitados 1% dos profissionais com deficiência,
enquanto que a administração pública federal, estadual e
municipal representa somente 0,4% dos cargos ocupados por
servidores com deficiência.
Já no quesito remuneração, a maior média é a de
reabilitados pelo INSS, com R$ 3.154,40. A seguir, pessoas com
deficiência física, com R$ 2.968,52, visual, com R$ 2.956,64,
auditiva, com R$ 2.807,68, múltipla, com R$ 2.628,41, e
intelectual, com R$ 1.417,40.
Disponível em https://www.camarainclusao.com.br/sem-categoria/rais-2018-
profissionais-com-deficiencia-seguem-a-margem-no-acesso-ao-trabalho/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
RAIS 2018 – Profissionais com deficiência seguem à
margem no acesso ao trabalho
Apenas 1% dos empregos com garantias trabalhistas e previdenciárias
são atribuídos a pessoas com alguma deficiência
Por Lucas Borba
A Lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de
Cotas, representou um marco nacional para a inclusão de pessoas
com deficiência no mundo do trabalho. Além da visibilidade que o
decreto passou a gerar sobre esses profissionais, empresas
começaram a rever não apenas seus processos de recrutamento
e seleção, mas também suas políticas e práticas internas de
acessibilidade.
Completados 28 anos de implementação da lei, porém, a
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgada pelo
Ministério da Economia, relativa a 2018, demonstra quão
resistente o mercado ainda permanece ao segmento. Segundo o
relatório, entre os 46,6 milhões de empregos formais, somente
486.756 estavam direcionados a pessoas com deficiência. Em
relação a 2017, houve um crescimento de 10,3%.
Além disso, o tipo de deficiência como critério para a
seleção continua em evidência. Pessoas com deficiência física
estão na liderança, com 47,3% das contratações, seguida pela
auditiva, 18,1%, visual, com 15,3%, e intelectual, com 8,9%. Por
último, estão reabilitados pelo INSS, com 8,5% das efetivações, e
pessoas com deficiências múltiplas, com 1,9%. A escolaridade
também representa um fator determinante, com 69,5% das
contratações incidindo sobre profissionais com deficiência que
têm Ensino Médio completo ou mais, e sobre analfabetos, apenas
0,7%.
No que se refere à distribuição por setores, a indústria de
transformação e o setor de comércio e serviços absorvem 85,5%
dos empregos formais. Dentre o total de empregados pelo setor
privado, foram aproveitados 1% dos profissionais com deficiência,
enquanto que a administração pública federal, estadual e
municipal representa somente 0,4% dos cargos ocupados por
servidores com deficiência.
Já no quesito remuneração, a maior média é a de
reabilitados pelo INSS, com R$ 3.154,40. A seguir, pessoas com
deficiência física, com R$ 2.968,52, visual, com R$ 2.956,64,
auditiva, com R$ 2.807,68, múltipla, com R$ 2.628,41, e
intelectual, com R$ 1.417,40.
Disponível em https://www.camarainclusao.com.br/sem-categoria/rais-2018-
profissionais-com-deficiencia-seguem-a-margem-no-acesso-ao-trabalho/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
RAIS 2018 – Profissionais com deficiência seguem à
margem no acesso ao trabalho
Apenas 1% dos empregos com garantias trabalhistas e previdenciárias
são atribuídos a pessoas com alguma deficiência
Por Lucas Borba
A Lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de
Cotas, representou um marco nacional para a inclusão de pessoas
com deficiência no mundo do trabalho. Além da visibilidade que o
decreto passou a gerar sobre esses profissionais, empresas
começaram a rever não apenas seus processos de recrutamento
e seleção, mas também suas políticas e práticas internas de
acessibilidade.
Completados 28 anos de implementação da lei, porém, a
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgada pelo
Ministério da Economia, relativa a 2018, demonstra quão
resistente o mercado ainda permanece ao segmento. Segundo o
relatório, entre os 46,6 milhões de empregos formais, somente
486.756 estavam direcionados a pessoas com deficiência. Em
relação a 2017, houve um crescimento de 10,3%.
Além disso, o tipo de deficiência como critério para a
seleção continua em evidência. Pessoas com deficiência física
estão na liderança, com 47,3% das contratações, seguida pela
auditiva, 18,1%, visual, com 15,3%, e intelectual, com 8,9%. Por
último, estão reabilitados pelo INSS, com 8,5% das efetivações, e
pessoas com deficiências múltiplas, com 1,9%. A escolaridade
também representa um fator determinante, com 69,5% das
contratações incidindo sobre profissionais com deficiência que
têm Ensino Médio completo ou mais, e sobre analfabetos, apenas
0,7%.
No que se refere à distribuição por setores, a indústria de
transformação e o setor de comércio e serviços absorvem 85,5%
dos empregos formais. Dentre o total de empregados pelo setor
privado, foram aproveitados 1% dos profissionais com deficiência,
enquanto que a administração pública federal, estadual e
municipal representa somente 0,4% dos cargos ocupados por
servidores com deficiência.
Já no quesito remuneração, a maior média é a de
reabilitados pelo INSS, com R$ 3.154,40. A seguir, pessoas com
deficiência física, com R$ 2.968,52, visual, com R$ 2.956,64,
auditiva, com R$ 2.807,68, múltipla, com R$ 2.628,41, e
intelectual, com R$ 1.417,40.
Disponível em https://www.camarainclusao.com.br/sem-categoria/rais-2018-
profissionais-com-deficiencia-seguem-a-margem-no-acesso-ao-trabalho/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
RAIS 2018 – Profissionais com deficiência seguem à
margem no acesso ao trabalho
Apenas 1% dos empregos com garantias trabalhistas e previdenciárias
são atribuídos a pessoas com alguma deficiência
Por Lucas Borba
A Lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de
Cotas, representou um marco nacional para a inclusão de pessoas
com deficiência no mundo do trabalho. Além da visibilidade que o
decreto passou a gerar sobre esses profissionais, empresas
começaram a rever não apenas seus processos de recrutamento
e seleção, mas também suas políticas e práticas internas de
acessibilidade.
Completados 28 anos de implementação da lei, porém, a
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgada pelo
Ministério da Economia, relativa a 2018, demonstra quão
resistente o mercado ainda permanece ao segmento. Segundo o
relatório, entre os 46,6 milhões de empregos formais, somente
486.756 estavam direcionados a pessoas com deficiência. Em
relação a 2017, houve um crescimento de 10,3%.
Além disso, o tipo de deficiência como critério para a
seleção continua em evidência. Pessoas com deficiência física
estão na liderança, com 47,3% das contratações, seguida pela
auditiva, 18,1%, visual, com 15,3%, e intelectual, com 8,9%. Por
último, estão reabilitados pelo INSS, com 8,5% das efetivações, e
pessoas com deficiências múltiplas, com 1,9%. A escolaridade
também representa um fator determinante, com 69,5% das
contratações incidindo sobre profissionais com deficiência que
têm Ensino Médio completo ou mais, e sobre analfabetos, apenas
0,7%.
No que se refere à distribuição por setores, a indústria de
transformação e o setor de comércio e serviços absorvem 85,5%
dos empregos formais. Dentre o total de empregados pelo setor
privado, foram aproveitados 1% dos profissionais com deficiência,
enquanto que a administração pública federal, estadual e
municipal representa somente 0,4% dos cargos ocupados por
servidores com deficiência.
Já no quesito remuneração, a maior média é a de
reabilitados pelo INSS, com R$ 3.154,40. A seguir, pessoas com
deficiência física, com R$ 2.968,52, visual, com R$ 2.956,64,
auditiva, com R$ 2.807,68, múltipla, com R$ 2.628,41, e
intelectual, com R$ 1.417,40.
Disponível em https://www.camarainclusao.com.br/sem-categoria/rais-2018-
profissionais-com-deficiencia-seguem-a-margem-no-acesso-ao-trabalho/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o excerto escrito por F. Fernandes:
“A primeira parte conduz a uma conclusão negativa. Não se pode falar em ‘crise’ da democracia no Brasil, a menos que se pretenda, com isso, sugerir que as tendências em processo, de constituição da ordem social-democrática, estejam sendo neutralizadas ou contrariadas socialmente. A segunda parte conduz a uma conclusão positiva. As conclusões propriamente políticas para intensificar o desenvolvimento da democracia no Brasil existem, na realidade, embora devam ser apropriadas restritamente e aconselhem com certa prudência na focalização das potencialidades dinâmicas de alteração imediata ou a curto prazo da ordem social vigente.”
Fonte: FERNANDES, Florestan. Mudanças sociais no Brasil. Global, 2008, p. 112-113.
A crise democrática no Brasil é um importante tema de estudo pelos intérpretes brasileiros. Sobre o tema, é correto afirmar que
“A primeira parte conduz a uma conclusão negativa. Não se pode falar em ‘crise’ da democracia no Brasil, a menos que se pretenda, com isso, sugerir que as tendências em processo, de constituição da ordem social-democrática, estejam sendo neutralizadas ou contrariadas socialmente. A segunda parte conduz a uma conclusão positiva. As conclusões propriamente políticas para intensificar o desenvolvimento da democracia no Brasil existem, na realidade, embora devam ser apropriadas restritamente e aconselhem com certa prudência na focalização das potencialidades dinâmicas de alteração imediata ou a curto prazo da ordem social vigente.”
Fonte: FERNANDES, Florestan. Mudanças sociais no Brasil. Global, 2008, p. 112-113.
A crise democrática no Brasil é um importante tema de estudo pelos intérpretes brasileiros. Sobre o tema, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a base de cálculo do IPTU, assinale a assertiva
incorreta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para habilitar-se nas categorias “D” e “E” ou para conduzir
veículo de emergência, o candidato deverá preencher os
seguintes requisitos:
A) Estar habilitado no mí
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As categorias da Carteira Nacional de Habilitação são
previstas no Código Brasileiro de Trânsito e se relacionam à
capacidade de cada veículo. No que se refere às categorias
de habilitação, assinale a afirmativa incorreta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para tirar a habilitação para conduzir veículo automotor e
elétrico o motorista deverá ser submetido a exames que
deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade executivos
do Estado ou Distrito Federal, devendo o condutor preencher
os seguintes requisitos:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container