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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia
Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.
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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.
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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).
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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).
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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.
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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.
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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).
De acordo com as vozes verbais, a oração que pode ser classificada como de voz passiva analítica é:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia
Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.
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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.
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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).
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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).
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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.
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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.
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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).
Releia este trecho.
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“O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.”
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Como se pode perceber pelos destaques no trecho, há uma repetição da mesma expressão no decorrer do enunciado.
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Essa escolha revela um problema textual
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia
Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.
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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.
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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).
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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).
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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.
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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.
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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).
Analise as afirmativas a seguir
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I. Ipea é acrônimo de Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
II. Nos anos de 2018 e 2019, mais pessoas que estavam trabalhando no primeiro trimestre permaneceram empregadas no segundo trimestre.
III. Em 2020, os fluxos na direção da desocupação aumentaram em proporção semelhante à encontrada no biênio anterior.
IV. No comparativo dos trabalhadores ocupados e não afastados no período do primeiro trimestre de 2020, os que tiveram menor taxa de alteração de condição faziam parte do grupo do setor público informal.
V. De acordo com dados da Pnad Covid, o setor com a menor proporção de permanência na condição de ocupado entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil.
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De acordo com o texto, são verdadeiras as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia
Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.
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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.
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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).
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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).
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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.
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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.
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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).
O objetivo do texto é
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Mariana-MG
A inclusão no mercado de trabalho é o tema mais urgente para a população negra, segundo a pesquisa Consciência entre Urgências: Pautas e Potências da População Negra no Brasil, divulgada nesta semana (20 de novembro de 2019) pelo Google Brasil. [...]
A urgência da pauta tem como pano de fundo a estatística: no ano passado (2018), a população preta e parda do país ficou entre a maioria dos trabalhadores desocupados (64,2%) ou subutilizados (66,1%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A informalidade também atinge mais essa parcela dos brasileiros, que hoje representa 55,8% da população. Enquanto 34,6% de pessoas brancas se encontram em condições informais de trabalho, a informalidade atinge 47,3% de pretos e pardos.
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Disponível em: https://exame.abril.com.br/brasil/racismo-emercado-de-trabalho-os-desafios-da-populacao-negra-nobrasil/. Acesso em: 11 mar. 2022
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Os dados sobre as desigualdades a que estão sujeitas as populações pretas e pardas, apontados no trecho da reportagem, indicam
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Mariana-MG
A antecipação dos trabalhos com agressores nos centros de educação e reabilitação psicossocial é vista como benéfica por associações e ONGs de apoio a mulheres vítimas de violência. [...]
[...] outros desafios compõem esse cenário de tratamento da violência e do feminicídio no Brasil. “Tudo passa pela sensibilização por meio da educação. Eu acredito que as escolas deveriam ser obrigadas a incluir no currículo uma matéria que aborde esse assunto. A violência doméstica não é discutida no âmbito escolar como deveria ser. Recebemos adolescentes de 15 anos já sofrendo violência do namorado” [...].
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Disponível em: http://digital.otempo.com.br/leitor/#/jornais/1/ edicoes/14961. Acesso em: 11 mar. 2022.
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O trabalho de reabilitação psicossocial de agressor em caso de violência doméstica e violência contra a mulher, antes mesmo da conclusão do processo, é uma inovação da Lei Maria da Penha, aprovada em fevereiro de 2020 pelo Senado.
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Essa inovação apela para a educação, uma vez que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Mariana-MG
“A população de rua da cidade de São Paulo chegou a 24.344 pessoas em 2019 – um salto de 60% em quatro anos. Em 2015, os moradores nessa situação somavam 15,9 mil. [...]
O levantamento mostra a relação entre o salto no número de moradores de rua e a alta taxa de desemprego – que era 13,2% na cidade em 2015 e agora chega a 16,6%.
Do total de moradores, 63,9% são pretos ou pardos e 28% são brancos. Há ainda indígenas (1,7%) e pessoas da cor amarela (0,9%).
A maior parte dos que estão na rua tem entre 31 e 49 anos (46,6%), e 3,9% são crianças. [...]”
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Disponível em: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/populacao-de-rua-de-sao-paulo-cresce-60-emquatro-anos-diz-novo-censo/. Acesso em: 15 de abr. 2022.
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Considerando o levantamento sobre a população de rua da cidade de São Paulo, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Mariana-MG

CFEM é a sigla para a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a qual mede o quanto é arrecadado em impostos pelos estados produtores.
De acordo com as informações do gráfico e seus conhecimentos sobre o tema, entende-se que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Mariana-MG
“Hoje (15 de fevereiro de 2020), no chamado dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a enfermidade (sarampo), todos os postos de saúde mineiros estarão abertos para imunizar pessoas de 5 a 19 anos. A iniciativa vai até 13 de março.
[...]
“Como o estado (Minas Gerais) ficou muito tempo sem ter casos de sarampo, causou a falsa impressão na população de que a doença não voltaria e as pessoas deixaram de buscar os postos de saúde para vacinar”.
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O Tempo, 15 de fevereiro de 2020, p. 14.
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A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo, que ocorreu nos meses de fevereiro e março de 2020, justificava-se porque
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A vigilância sanitária é considerada um serviço de relevância pública, e, portanto, deve apresentar meios de comunicação efetivos.
Sobre o tema analise as afirmativas a seguir.
I. A comunicação da vigilância sanitária deve ser realizada junto aos fornecedores e distribuidores dos produtos de interesse da saúde, sem expor publicamente a situação.
II. A vigilância sanitária utiliza métodos de comunicação consumatória com objetivo de assegurar certos ganhos e satisfazer alguns interesses empresariais.
III. Cabe à vigilância sanitária a ação de regular e controlar a propaganda de bens e produtos que afetam a saúde. A comunicação da vigilância sanitária deve combinar ações de regulação com a comunicação educativa, para desempenhar o seu papel de proteção da saúde.
Estão corretas as afirmativas
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