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Foram encontradas 999 questões.

1726192 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A imagem a seguir é do holandês Albert Eckhout que, no século XVII, pintou aspectos da vida e personagens americanos da região do atual Nordeste brasileiro.

enunciado 1726192-1

Essa obra de arte:

 

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1726191 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Na Idade Média a evolução dos colégios mostrou que, se no início o senso comum aceitava sem dificuldades a mistura das idades, chegou um momento em que surgiu uma repugnância nesse sentido, de início a favor das crianças menores. No entanto, essa separação não se aplicou com o fito de distinguir as crianças dos adultos num regime realmente infanto-juvenil. Desejava-se:

 

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1726190 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A Idade Média Central (Séc. XII-XIV) presenciou uma distribuição fundiária sensivelmente diferente da época carolíngia. Nesse contexto a concentração de terras:

 

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1726189 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

“Hoje, temos um marco que nos permite trazer essas discussões para o ensino da Geografia, que é a Lei n° 10.639. Essa Lei é tratada na Parte 1, ‘A Lei n° 10.639 e o ensino de Geografia’. Ela coloca na ordem do dia – de diferentes maneiras – que o mundo da educação tem que refletir sobre essas questões, tem que refletir sobre a forma como as relações raciais são tratadas dentro de conteúdos programáticos e, também, de práticas pedagógicas. Ela nos provoca, portanto, a inserir novos conteúdos, mas, sobretudo, a rever conteúdos e práticas pedagógicas.”

(SANTOS, R. E. dos (org.). Diversidade, espaço e relações étnicoraciais: o negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 115-136.)

Uma forma de estabelecer novos e necessários olhares consiste na ruptura com as estigmatizações socioespaciais, que instituem papeis sociais restritos aos negros e limitadas visões sobre seus lugares, e na explicitação da diversidade de ocupações e funções que são e podem ser exercidas na sociedade por eles.

A partir do que foi explicitado, uma prática pedagógica afinada com a revisão de conteúdos e formas de apresentar a África consiste em:

 

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1726188 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

“Os geógrafos têm majoritariamente se apropriado das imagens ‘para contar’, exercendo um tipo de performance em que as representações mostradas normalmente corroboram a narrativa do expositor. Ao mostrar uma foto ou um mapa de uma determinada região, o professor geralmente ‘sugere sua presença’ na sala de aula, contando como ‘é’ o Nordeste, a China ou o Oriente Médio. Dificilmente essas imagens são utilizadas ‘para descobrir’ as seletividades existentes na sua produção ou na sua recepção pelos alunos.” (NOVAES, A. R. Uma Geografia Visual? Contribuições para o uso de imagens na difusão do conhecimento geográfico. In: Espaço e Cultua, UERJ. Rio de Janeiro, n° 30, p. 6-22, jul/dez 2011.)

A partir da crítica acima apontada, uma maneira renovada de trabalhar a Geografia em sala de aula através de imagens é encontrada em:

 

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1726187 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

Leia os gráficos a seguir:

Enunciado 1726187-1

Fonte: Retrato das desigualdades de gênero e raça – !$ 4^a !$ edição

Enunciado 1726187-2

Fonte: Retrato das desigualdades de gênero e raça – !$ 4^a !$ edição

Enunciado 1726187-3

Fonte: IPEA. Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça. 2009. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/retrato/

A linguagem visual tem grande impacto na capacidade de aprendizagem de crianças e jovens. A partir da interpretação dos gráficos acima, pode-se constatar que:

I Mulheres e homens negros são menos absorvidos no mercado de trabalho do que mulheres e homens brancos.

II As mulheres no geral, sobretudo as negras, apresentam-se em situação de maior vulnerabilidade, tanto no que tange à taxa de desemprego, quanto às remunerações inferiores às dos homens.

III As desigualdades de gênero e raça são estruturantes da desigualdade social brasileira e podem ser ainda mais problematizadas a partir de aspectos qualitativos a respeito da ocupação por setor da economia e dos tipos de trabalho realizados por cada grupo.

IV O estudo geográfico pode contribuir para a espacialização das informações sobre o território brasileiro, visualizando discrepâncias inter-regionais na distribuição de renda e absorção no mercado de trabalho por gênero e raça.

V A situação de maior absorção de homens tanto brancos quanto negros no mercado de trabalho pode relativizar as lutas e bandeiras de movimentos negros e feministas.

Dos itens acima, estão corretos, apenas:

 

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1726186 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

Os deslocamentos populacionais e a mobilidade espacial são temas fundamentais para o estudo da Geografia na atualidade. As afirmativas a seguir apresentam justificativas a essa relevância:

I Migração não é apenas deslocamento humano, mas também irradiação geográfica de um dado sistema econômico e de uma dada estrutura social.

II Migrações são respostas e representam, em grande parte dos casos, o abandono não desejado da rede tradicional de relações longamente tecidas através de gerações, ainda que haja esforços para mantê-las.

III Migrações forçadas são respostas e representam, em grande parte dos casos, a entrada já como perdedor em outra arena de competições cujas regras ainda têm de se aprender.

IV Migrações são respostas e representam, em grande parte dos casos, uma ruptura cultural com todas as suas sequelas e todos os seus reflexos.

Das afirmativas consideradas:

 

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1726185 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

“Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: ‘Veja!’ - e, ao falar, aponta.

O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu.

Seu mundo se expande.

Ele fica mais rico interiormente

E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.”

“Já li muitos livros sobre psicologia da educação,

sociologia da educação, filosofia da educação – mas, por

mais que me esforce, não consigo me lembrar de

qualquer referência à educação do olhar ou à

importância do olhar na educação, em qualquer deles.”

“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...

“É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo.”

“Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.”

"As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver um mundo melhor"

" Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem...

O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido”

(Rubem Alves)

A respeito da riqueza do trabalho de campo como prática pedagógica na Geografia, afirma-se que:

I Há uma pedagogia no olhar que se basta a partir do empirismo do local e das abstrações realizadas pelos alunos, não carecendo de articulação a uma formação teórica e conceitual.

II O trabalho de campo deve ser entendido como um objetivo em si mesmo e não como um meio.

III Revela as diversas posssibilidades de recortar, analisar e conceituar o espaço, de acordo com as questões, metas e objetivos definidos.

IV Deve basear-se na totalidade do espaço, enquanto dinâmica e processo, sem esquecer os arranjos específicos que tornam cada lugar, cidade, bairro ou região uma articulação particular de fatores físicos e humanos em um mundo fragmentado, porém cada vez mais articulado.

As práticas e compreensões adequadas a respeito das finalidades didáticas através do trabalho de campo em Geografia correspondem apenas às afirmativas:

 

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1726183 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

Partindo do consenso de que o nível escalar é sempre pensado em termos de lógica zonal de organização do espaço, enfatizam-se recortes em termos de superfícies ou áreas, que podem gerar diversas maneiras de regionalizar o espaço. Superando as visões tradicionais, Rogério Haesbaert (2010) propõe que, no atual estágio do processo de globalização e de mundialização da economia capitalista, o estudo regional deve ser vinculado:

 

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1726182 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ

Trabalhar com o lúdico em sala de aula proporciona ganhos significativos na relação ensino/aprendizagem. Alguns jogos fazem parte das novas tecnologias que podem ser aplicadas ao ensino de Geografia na era da informação, como por exemplo aqueles que proporcionam a experiência de cada aluno ser prefeito por um dia e construir sua própria cidade. É claro que algumas questões são fundamentais de serem pensadas, como por exemplo: Quem produz e habita as cidades? Como pensá-las e planejá-las a partir de visões de mundo divergentes?

Partindo da realidade da escola pública municipal e do ponto de vista de alunos com deficiência física, suas principais urgências e prioridades de escolhas, articuladas em um jogo em que se podem tomar decisões políticas, tendem a ser:

 

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