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Foram encontradas 60 questões.

1207833 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Em certo curso, a nota final de cada aluno é dada pela média aritmética das notas obtidas em três provas, A, B e C. Sabe-se que os termos da sequência (6 ; x ; 7,5), que representam as notas obtidas por Aline nas provas A, B e C, são diretamente proporcionais aos termos da sequência (8 ; 6 ; y), que correspondem às notas obtidas por Beatriz nas respectivas provas. Nessas condições, é correto afirmar que a diferença entre a média final de Beatriz e a de Aline é igual a
 

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1207832 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Uma grande sala retangular, cujas medidas dos lados, em metros, são iguais a x e 0,75 x, tem área de 108 m². Parte dessa sala (região Z) foi isolada para a montagem de bancadas para experimentos laboratoriais, restando uma área quadrada de lado igual a y metros, conforme mostra a figura.

enunciado 1207832-1

A área da região Z é, em m², igual a

 

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1207831 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Uma professora corrigiu um total de 70 provas de duas classes do 9o ano. Sendo x o número de provas cujas notas foram iguais ou acima da média, e y o número de provas cujas notas foram abaixo da média, e sabendo-se que a terça parte de x somada à quarta parte de y é igual a 21, é correto afirmar que a razão enunciado 1207831-1 é igual a

 

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1207830 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Um pátio escolar é dividido em uma região quadrada (Q), com área de 36 m², duas regiões retangulares congruentes (R) e duas regiões triangulares congruentes (T), conforme mostra a figura, cujas dimensões estão indicadas em metros.

enunciado 1207830-1

O perímetro desse pátio é, em metros, igual a

 

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1207829 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Uma prova de Matemática tinha apenas 4 questões objetivas. O gráfico mostra a distribuição percentual do número de questões respondidas corretamente por aluno.

enunciado 1207829-1

De acordo com os dados do gráfico, é correto afirmar que a média aritmética do número de questões que cada aluno respondeu corretamente foi igual a

 

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1207828 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Ensino laico

Levar o ensino religioso a escolas federais, estaduais e municipais, mesmo com matrícula facultativa, mostrou-se um erro do constituinte. Não se trata aqui de contestar a importância da fé para indivíduos ou para a sociedade; a questão é que as igrejas nunca precisaram do púlpito escolar para dar publicidade a suas doutrinas.

Sendo assim, resta pouco sentido em consumir tempo e recursos escassos da educação do país com algo que outras entidades já fazem com eficiência.

A introdução da disciplina no currículo criou a dificuldade de conciliá-la com o princípio da laicidade do Estado, segundo o qual este deve manter posição de neutralidade plena em relação a todos os credos – e também à descrença de parte dos cidadãos.

Ora, dado que tanto o ensino religioso quanto a laicidade são mandamentos da Constituição, o modo menos canhestro de harmonizá-los é sacrificando qualquer caráter confessional, isto é, toda associação direta do poder público com esta ou aquela fé.

Na impossibilidade de proporcionar aulas associadas a todas as preferências, afigura-se mais adequado abraçar um modelo em que se tenta abordar o fenômeno religioso no que ele tem de universal, explicando o surgimento das principais doutrinas. Às próprias igrejas caberia levar ensinamentos mais dogmáticos a seus fiéis.

Espera-se, assim, que a maior parte dos ministros que ainda não votaram o julgamento de ação direta de inconstitucionalidade que contesta o ensino religioso de caráter confessional em escolas públicas acompanhe o relator, para o qual o tratamento da disciplina na rede pública precisa ser necessariamente não confessional, isto é, desvinculado de crenças específicas.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 20.09.2017. Adaptado)

Não se trata de opor-se___________ importância da fé para indivíduos ou para a sociedade; mas o fato é que as igrejas nunca precisaram do púlpito escolar para dar publicidade________________ .

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com

 

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1207827 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Ensino laico

Levar o ensino religioso a escolas federais, estaduais e municipais, mesmo com matrícula facultativa, mostrou-se um erro do constituinte. Não se trata aqui de contestar a importância da fé para indivíduos ou para a sociedade; a questão é que as igrejas nunca precisaram do púlpito escolar para dar publicidade a suas doutrinas.

Sendo assim, resta pouco sentido em consumir tempo e recursos escassos da educação do país com algo que outras entidades já fazem com eficiência.

A introdução da disciplina no currículo criou a dificuldade de conciliá-la com o princípio da laicidade do Estado, segundo o qual este deve manter posição de neutralidade plena em relação a todos os credos – e também à descrença de parte dos cidadãos.

Ora, dado que tanto o ensino religioso quanto a laicidade são mandamentos da Constituição, o modo menos canhestro de harmonizá-los é sacrificando qualquer caráter confessional, isto é, toda associação direta do poder público com esta ou aquela fé.

Na impossibilidade de proporcionar aulas associadas a todas as preferências, afigura-se mais adequado abraçar um modelo em que se tenta abordar o fenômeno religioso no que ele tem de universal, explicando o surgimento das principais doutrinas. Às próprias igrejas caberia levar ensinamentos mais dogmáticos a seus fiéis.

Espera-se, assim, que a maior parte dos ministros que ainda não votaram o julgamento de ação direta de inconstitucionalidade que contesta o ensino religioso de caráter confessional em escolas públicas acompanhe o relator, para o qual o tratamento da disciplina na rede pública precisa ser necessariamente não confessional, isto é, desvinculado de crenças específicas.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 20.09.2017. Adaptado)

Nas passagens “o modo menos canhestro de harmonizá-los é sacrificando qualquer caráter confessional” (4º parágrafo), “afigura-se mais adequado abraçar um modelo” (5 º parágrafo) e “desvinculado de crenças específicas” (6º parágrafo), os termos em destaque significam, correta e respectivamente:
 

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1207826 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Ensino laico

Levar o ensino religioso a escolas federais, estaduais e municipais, mesmo com matrícula facultativa, mostrou-se um erro do constituinte. Não se trata aqui de contestar a importância da fé para indivíduos ou para a sociedade; a questão é que as igrejas nunca precisaram do púlpito escolar para dar publicidade a suas doutrinas.

Sendo assim, resta pouco sentido em consumir tempo e recursos escassos da educação do país com algo que outras entidades já fazem com eficiência.

A introdução da disciplina no currículo criou a dificuldade de conciliá-la com o princípio da laicidade do Estado, segundo o qual este deve manter posição de neutralidade plena em relação a todos os credos – e também à descrença de parte dos cidadãos.

Ora, dado que tanto o ensino religioso quanto a laicidade são mandamentos da Constituição, o modo menos canhestro de harmonizá-los é sacrificando qualquer caráter confessional, isto é, toda associação direta do poder público com esta ou aquela fé.

Na impossibilidade de proporcionar aulas associadas a todas as preferências, afigura-se mais adequado abraçar um modelo em que se tenta abordar o fenômeno religioso no que ele tem de universal, explicando o surgimento das principais doutrinas. Às próprias igrejas caberia levar ensinamentos mais dogmáticos a seus fiéis.

Espera-se, assim, que a maior parte dos ministros que ainda não votaram o julgamento de ação direta de inconstitucionalidade que contesta o ensino religioso de caráter confessional em escolas públicas acompanhe o relator, para o qual o tratamento da disciplina na rede pública precisa ser necessariamente não confessional, isto é, desvinculado de crenças específicas.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 20.09.2017. Adaptado)

Ao argumentar em relação ao ensino religioso nas escolas públicas, o editorial deixa claro que
 

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1207825 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criadoras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar- -me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.

Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.

O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.

(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)

No texto, é exemplo de linguagem figurada a expressão destacada em:
 

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1207824 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP
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Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criadoras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar- -me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.

Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.

O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.

(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)

Considere a passagem:

Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.

Sobre a passagem, é correto afirmar que

 

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