Foram encontradas 260 questões.
Considere o relato a seguir para responder às questões de números 56 e 57.
A equipe de saúde da família foi informada de que D.A., 84 anos, sexo masculino, havia recebido alta hospitalar após cirurgia para correção de fratura de fêmur, decorrente de queda no domicílio, sendo elegível para inclusão no programa de assistência domiciliar. Frente a essa situação, a enfermeira realizou visita domiciliar com o objetivo de identificar as necessidades e singularidades do usuário e da família como subsídios para a elaboração de um plano de cuidados. Nessa oportunidade, observou que, no domicílio de D.A., residiam mais sete familiares e constatou que o usuário estava lúcido e, devido às circunstâncias, apresentava-se dependente nos quesitos banho, vestir, transferência e banheiro. Ao realizar o exame físico, observou a presença de áreas hiperemiadas na região sacra (RS) e perda parcial da espessura da derme, apresentando uma úlcera superficial com leito da ferida vermelho-rosa, sem esfacelo, em região do calcanhar direito (C). Ao final da visita, fez as orientações necessárias e deu início à elaboração do genograma apresentado a seguir.

No que diz respeito às lesões cutâneas apresentadas, assinale a alternativa que apresenta o tipo de cobertura a ser utilizada para realização de curativo em cada região afetada.
Provas
Marcos comprou 4 unidades de um produto A e 2 unidades de um produto B, e Mônica, 10 unidades do produto A e 8 unidades do produto B, sendo que Mônica comprou o produto A no mesmo preço unitário pago por Marcos, e o mesmo ocorreu para o produto B.
Sabendo-se que o valor total da compra feita por Marcos foi de R$ 830,00 e que o valor total da compra feita por Mônica foi de R$ 2.360,00, pode-se concluir corretamente que a diferença entre os valores unitários pagos nos produtos A e B foi de
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 15 a 20.
Proibido não ser perfeito
Em um belo artigo, o !$ Estadão^1 !$ anunciou “A morte da voz humana”. Nenhum exagero no título. O Auto-Tune – o software que “corrige” a afinação dos cantores – está criando padrões de perfeição inatingíveis para humanos, oferecendo a recompensa sem esforço e tornando prescindíveis a vocação, o talento e o mérito na música popular.
O artigo foi escrito por quem tem toda autoridade para dizê-lo: João Marcello Bôscoli, músico, produtor e diretor de gravadora. Como se não bastasse, filho de Elis Regina e do compositor Ronaldo Bôscoli. Nunca houve gente mais exigente em música.
Para João Marcello, pior até do que dar afinação a quem não tem, o Auto-Tune está fazendo com a voz o que o !$ Photoshop^2 !$ fez com a pele humana. Assim como o Photoshop “gerou um padrão estético em que poros, rugas de expressão, pelos e outras características se tornaram defeitos”, o Auto-Tune passa o rodo e “corrige” tudo o que considera imperfeito no cantor: afinação, respiração, pausas, volume, alcance – sem se importar se pertencem à sua expressão e emoção.
Ele vai mais longe: “Atualmente tomamos remédio quando sentimos tristeza, comemos lixo pré-mastigado quando temos fome, dopamos as crianças quando estão agitadas, passamos horas no computador quando nossa vida parece desinteressante” etc. – e “usamos softwares de afinação quando temos um cantor desafinado”.
O filho da cantora mais afinada do Brasil defende os desafinados no que eles têm de mais precioso: sua falível condição humana, essencial à obra de arte.
(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Adaptado)
!$ ^1Estadão !$: conhecido jornal brasileiro publicado na cidade de São Paulo.
!$ ^2Photoshop !$ : software usado para editar imagens.
Assinale a alternativa em que a frase escrita a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 12.
Mais home office para bem formados traz destruição do emprego de baixa qualificação
A adoção definitiva de home office após a pandemia deve acelerar mudanças estruturais no mercado de trabalho, com potencial para aprofundar as desigualdades entre trabalhadores mais escolarizados e aqueles com menor qualificação. É uma transformação que já vinha ocorrendo de forma gradual, a partir da adoção de novas tecnologias de comunicação e automação, mas que ganha velocidade durante a pandemia, forçando assim as empresas a buscarem alternativas para manter o funcionamento mesmo com a restrição à circulação de pessoas.
A perspectiva é que as empresas passem a adotar o teletrabalho de forma permanente, de modo que a tendência seja um espaço cada vez mais estreito para menos qualificados no mercado formal. Uma pesquisa do FGV-Ibre mostrou que mais da metade das empresas disseram que vão incorporar, parcial ou totalmente, mudanças no sistema de trabalho adotadas durante a pandemia.
Um exemplo de modificação permanente já foi anunciado pela Petrobras, a maior empresa do Brasil, que quer manter metade de seu pessoal administrativo em trabalho remoto por ao menos três dias por semana. Com isso, pretende reduzir de 17 para 8 o número de prédios que ocupa. Com uma estrutura menor, demandará menos pessoal de apoio e conservação para atividades como segurança, manutenção ou limpeza. A queda na demanda por esse tipo de serviço já foi sentida também pelo IBGE: em maio, as atividades de limpeza de prédios e agenciamento de mão de obra estiveram entre as que impulsionaram o tombo do setor de serviços.
Diante do cenário, os especialistas pregam um debate mais profundo de políticas para minimizar os efeitos econômicos da mudança sobre a desigualdade do mercado de trabalho brasileiro, que já vinha crescendo com os efeitos da recessão iniciada em 2014.
Pesquisa Datafolha mostrou que, entre os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, apenas 19% conseguiram trabalhar de casa durante a pandemia. Acima dos dez salários, o índice sobe para 71%.
(Nicola Pamplona e Diego Garcia. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/mercado/. 06.08.2020. Adaptado)
Considere as frases:
• ... quer manter metade de seu pessoal administrativo em trabalho remoto… (3º parágrafo)
• ... que já vinha crescendo com os efeitos da recessão iniciada em 2014. (4º parágrafo)
Os termos em destaque nas frases expressam, respectivamente, ideia de
Provas
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

(Bill Watterson. Os dias estão todos ocupados: as aventuras de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2011)
A reescrita da frase – Prefiro fazer qualquer coisa menos ir pra escola! – mantém preservado o sentido original e atende à norma-padrão de regência verbal da língua portuguesa em:
Provas
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada com sentido figurado.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
No trecho – … contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento (1º parágrafo) –, o vocábulo em destaque tem como antônimo, segundo o contexto em que se encontra:
Provas
Um usuário, partindo de um documento vazio do MS-Word 2016, em sua configuração padrão, executa a sequência de ações a seguir.
1 – Digita a palavra “cirurgião” e pressiona a tecla Enter.
2 – Clica no botão para centralizar o parágrafo.
3 – Digita a palavra “dentista” e pressiona a tecla Enter.
4 – Clica em alinhar o parágrafo à direita.
5 – Pressiona a tecla Enter.
6 – Digita a palavra “Marília” e pressiona a tecla Enter.
7 – Clica em justificar o parágrafo.
8 – Pressiona a tecla Enter.
Após a execução de todas as ações descritas, quantos parágrafos existem no documento?
Provas
Com base nas contribuições de Pederiva, Costa e Mello (In: Costa e Mello, 2017), a respeito da participação da dimensão biológica do desenvolvimento na formação da inteligência e da personalidade, assinale a alternativa correta.
Provas
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998), as ações que compõem as brincadeiras envolvem aspectos ligados à coordenação do movimento e do equilíbrio. Para as crianças de 0-3 anos, orienta-se:
Provas
Caderno Container